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Acordo entre Voltalia e Echoenergia é de até 500 MW

Venda de 197 MW em parques eólicos da francesa é o primeiro passo de um acordo que ainda tem 303 MW que poderão ser assumidos pela geradora ligada ao fundo britânico Actis

A Voltalia vendeu 197 MW em parques eólicos que estão desenvolvidos e faltam ser implementados à Echoenergia como parte de um acordo que pode chegar a 500 MW em capacidade instalada em projetos futuros, todos localizados no cluster de Serra Branca (RN). O valor do negócio não foi revelado e em comunicado a companhia informa que essa região possui um potencial de 2 GW, dos quais apenas 309 MW estão em operação, 223 MW estão para ficar prontos em 2020 e um grande volume para ser desenvolvido e colocado em  futuros leilões ou por meio de projetos destinados ao mercado livre.

O acordo assinado com a Echoenergia, empresa do fundo britânico Actis, tem 500 MW como volume máximo a ser assumido por esta no mesmo cluster, já incluindo os 197 MW anunciados. Ou seja, sobram 303 MW adicionais que poderão, no futuro, ficar com a geradora no escopo acertado entre as duas partes.

Os ativos recém-adquiridos estão em um estágio avançado de desenvolvimento quanto à locação de terras, medição de vento, permissão e conexão à rede. Cabe agora à Echoenergia garantir contratos de venda de energia a longo prazo e investir para financiar sua construção. Em seu comunicado, a Voltalia aponta que a Echoenergia já garantiu 197 MW em contratos para a venda de energia no mercado livre e que deverá buscar outros novos PPAs até o máximo de 500 MW. A geradora já possui cerca de 700 MW em capacidade instalada por diversos estados no Nordeste.

Fonte: Canal Energia

Voltalia prevê antecipar em mais de 3 anos usinas eólicas negociadas em leilão

A empresa de energia renovável francesa Voltalia espera antecipar em mais de três anos a conclusão de parques eólicos que vai construir no Rio Grande do Norte, após obter contratos para a venda da produção futura das usinas em leilão do governo brasileiro na semana passada, disse à Reuters o principal executivo da companhia no Brasil.

A Voltalia negociou 60 megawatts médios em energia na licitação, realizada na sexta-feira, o equivalente a usinas com 115 megawatts em capacidade instalada que precisariam por contrato iniciar as operações em janeiro de 2024.

Mas os projetos ficarão na mesma região de outros viabilizados pela empresa em um leilão em dezembro, que já têm trabalhos em andamento e providenciarão uma infraestrutura que poderá acelerar o projeto e reduzir custos nas novas unidades, como canteiros de obras e a linha de transmissão que ligará os parques à rede, explicou o chefe da Voltalia no Brasil, Robert Klein.

“Isso nos permitiu justamente contar com uma antecipação de mais de três anos a contar da data inicial do contrato regulado, em janeiro de 2024. Isso, evidentemente, nos faz ganhar competitividade”, afirmou o executivo.

Além disso, a Voltalia disse que a conclusão acelerada dos projetos permitirá que a energia produzida entre o segundo semestre de 2020 e o início de 2024 seja vendida pelas usinas no mercado livre de eletricidade para grandes clientes, como indústrias, a preços mais de 60 por cento superiores aos obtidos na licitação do governo.

A estratégia de antecipação do cronograma e das vendas foi importante para que a Voltalia tivesse sucesso no leilão, onde os parques eólicos vitoriosos apresentaram ofertas com tarifas em média 60 por cento abaixo do teto estabelecido pelo governo.

Os empreendimentos da empresa obtiveram preços finais de 93 reais por megawatt-hora, contra 227 reais da tarifa-teto para as eólicas.

A expectativa da Voltalia é que com esses novos projetos seja possível ultrapassar em 2020 a meta do grupo de alcançar 1 gigawatt em projetos de geração de energia em operação pelo mundo.

Segundo a empresa, a marca deve ser alcançada com quase 70 por cento da capacidade no Brasil, enquanto projetos na Europa devem responder por quase 20 por cento e na África por 12 por cento.

EXPANSÃO BRASILEIRA

A Voltalia possui atualmente cerca de 433 megawatts em operação no Brasil, além de cerca de 170 megawatts em construção, sendo quase toda a capacidade em empreendimentos eólicos.

Sem contar esses empreendimentos e os negociados no último leilão, a companhia tem projetos em carteira suficientes para chegar próxima de 2 gigawatts no país, o que significa que ela deverá seguir atenta às próximas licitações para novos projetos.

Segundo Klein, a empresa pretende expandir agora sua atuação em energia solar no Brasil, uma vez que possui hoje apenas um pequeno projeto de 4 megawatts no Amapá.

“Acreditamos que esses 2 gigawatts serão alcançados com um misto entre eólica e solar”, apontou.

Segundo ele, a companhia está avaliando empréstimos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e ao Banco do Nordeste Brasileiro (BNB) como alternativas de financiamento de suas usinas, além de possíveis operações no mercado de capitais.

Fonte: Luciano Costa | Reuters

Melhor vento do mundo gera energia eólica mais barata do Brasil

No nordeste do Brasil, além dos resorts e das praias imaculadas, há uma região com alguns dos melhores ventos do mundo para gerar eletricidade.

Bem-vindo a Serra Branca, na Paraíba. É o paraíso para uma usina eólica, com brisas tão perfeitas para girar turbinas que esta região brasileira é capaz de produzir mais energia eólica do que qualquer outro lugar do mundo. Na mais recente demonstração da eficiência do vento da região, a Voltalia, uma empresa francesa de energia renovável, acabou de obter contratos para construir mais parques que venderão a energia eólica mais barata da história do Brasil.

“Nossa estratégia é ganhar escala naquela região”, disse Robert Klein, gerente nacional da Voltalia Brasil, em entrevista. “O volume é muito importante para ser competitivo.”

O desenvolvimento da Voltalia mostra o quanto o mercado de energia eólica do Brasil é grande. O País já tem quase 11 gigawatts de turbinas em operação e foi classificado como o quinto mercado eólico do mundo com base nas instalações de 2016, de acordo com o Conselho Global de Energia Eólica.

As brisas consistentes dão ao País um fator de capacidade de 39 por cento, que é a quantidade de eletricidade produzida em comparação com seu potencial de produção se todas turbinas estivessem girando o tempo todo.

É o melhor fator de capacidade do mundo e, em Serra Branca, com velocidades médias mais altas e pouca variação na direção do vento, é ainda melhor. Dois dos parques eólicos existentes da Voltalia ficaram entre os cinco mais eficientes do Brasil em 2016, chegando a 60,8 por cento e 58,4 por cento, de acordo com a New Energy Finance.

O Brasil “possui claramente um forte recurso eólico, alguns dos melhores lugares de vento do mundo, por isso o País é um mercado potencialmente muito forte”, disse Gurpreet Gujral, analista do Macquarie Bank. O País pretende aumentar em 19 gigawatts a capacidade de energia limpa instalada até 2026 para diversificar a matriz elétrica local.

Mais eletricidade

A eficiência maior se traduz em mais eletricidade para vender, o que permite que a Voltalia ofereça preços mais baixos. A empresa obteve contratos para fornecer energia de cinco projetos com 155 megawatts de capacidade em um par de leilões organizados pelo governo no mês passado. Em um dos eventos, ofereceu fornecer eletricidade por R$ 96,90 (US$ 29,82) por megawatt-hora, um piso recorde.

A empresa deve investir R$ 867 milhões nos projetos, de acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Eles devem estar conectados à rede em dezembro de 2020 para contratos do primeiro leilão. Para o segundo, eles devem estar conectados até dezembro de 2022.

A Voltalia está desenvolvendo um total de 1.000 megawatts de parques eólicos na região e deve participar também do próximo leilão, marcado para abril. A parceria com fornecedores, como as fabricantes de turbinas, também ajuda a empresa a reduzir os custos, disse Klein.

“Nosso apetite continua alto”, disse ele.

“As propostas da Voltalia foram surpreendentes”, disse Helena Chung, analista da Bloomberg New Energy Finance. “Mas a empresa tem um dos melhores desempenhos no Brasil, com projetos que funcionam com boas taxas de eficiência. E os preços das turbinas eólicas estão caindo, devido à alta concorrência nos últimos leilões.”

Fonte: Vanessa Dezem com a colaboração de Anna Hirtenstein | Bloomberg

Voltalia arremata novos projetos eólicos para o RN

O Rio Grande do Norte foi o único estado brasileiro gerador de energia eólica com projetos contemplados no leilão realizado nesta segunda-feira, 18, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A empresa francesa Voltalia, que recentemente inaugurou parques eólicos na região de São Miguel do Gostoso, no litoral Norte, arrematou dois projetos no certame. Eles garantiram, quando em operação integral, a geração de 64 megawatts (MW) de potência, com investimentos estimados em R$ 355 milhões nos próximos três anos.

Em comunicado enviado ao mercado financeiro no exterior, a Voltalia anunciou a vitória no leilão e nomeou os parques a serem construídos como Vila Paraíba II e Vila Paraíba III. Cada um deles gerará 32 MW de energia. No texto, em inglês, a empresa sediada na França informa que os contratos terão duração de 20 anos com início programado para o final de dezembro de 2020. A Voltalia relembrou que o leilão desta segunda-feira, 18, foi o primeiro desde 2015, além de ter confirmado presença no próximo certame marcado para a quarta-feira, 20.

No geral, o leilão desta segunda-feira contratou pouco e registrou deságios elevados. “O leilão contratou pouco, devido a várias limitações impostas pelo edital. Mas teve competição acirrada com deságios bem acentuados”, destacou o presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), Jean-Paul Prates. Ele acrescenta que os resultados podem melhorar no próximo leilão, marcado para esta semana.

“Na quarta-feira (20), com a realização do leilão A-6,  deverão sair mais projetos eólicos vitoriosos, pois muitas limitações do edital de hoje (segunda-feira, 18) aparecem modificadas nas regras do A-6. Isso pode garantir boas perspectivas para Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba, Piauí, Bahia e Pernambuco”, analisou Jean Paul Prates.

De acordo com informações publicadas pela Aneel, o leilão de geração nº 04/2017 movimentou, ao todo, R$ 5,6 bilhões em contratos, equivalentes a um montante de 39.113.822,400 MWh (megawatt hora) de energia. O preço médio ao final das negociações foi de R$ 144,51 por MWh, com deságio de 54,65% em relação aos preços-tetos estabelecidos, o que representou uma economia de R$ 6,8 bilhões para os consumidores de energia.

Negociações
Ao final das negociações, foram contratados 25 empreendimentos de geração, sendo uma Pequena Central Hidrelétrica – PCH (5 MW médios), uma Central de Geração Hidrelétrica – CGH (0,8 MW médio), uma térmica movida a biomassa (8,6 MW médios), duas usinas eólicas (35,6 MW médios) e outras 20 usinas solares fotovoltaicas (170,2 MW médios), o que soma 220,2 MW médios de energia contratada.

Ao todo, os projetos que foram contratados correspondem a 228,7 MW médios de garantia física e as usinas deverão iniciar o fornecimento de energia elétrica a partir de 1º de janeiro de 2021. O preço médio final do leilão para as usinas hidráulicas foi de R$ 181,63/MWh. No caso da usina térmica movida a biomassa, o preço médio foi de R$ 234,92/MWh, para as plantas eólicas foi de R$ 108/MWh e para as usinas solares o preço médio fechou em R$ 145,68/MWh.

Os estados com os empreendimentos contratados foram o Piauí (8 usinas), Pernambuco (5 usinas), Bahia (4 usinas), São Paulo (3 usinas), Rio Grande do Norte (2 usinas) e Mato Grosso, Espírito Santo e Goiás (1 usina).

Participaram do certame, como compradoras da energia negociada, sete concessionárias de distribuição: CEA, CEAL, Cepisa, Coelba, Copel D, EDP ES, Elektro. Os contratos são de 30 anos para as usinas hidrelétricas na modalidade por quantidade e 20 anos para as usinas a biomassa, eólicas e solares.

Fonte: Tribuna do Norte

Voltalia antecipa comissionamento em parque eólico no RN

Com 27,3 MW de capacidade total instalada, Vila Acre recebe liberação para operar comercialmente

A Voltalia anunciou o comissionamento antecipado dos 13 aerogeradores que compõem o parque eólico Vila Acre localizado no município de Serra do Mel (RN), cuja capacidade total instalada é de 27,3 MW.

Depois de vencer o leilão de energia de reserva de 2015, a Voltalia iniciou a construção de Vila Acre no quarto trimestre de 2016, planejando concluí-lo no terceiro trimestre de 2017. O contrato de venda de energia oriundo do leilão começa a vigorar em novembro de 2018, e a  entrada em operação do parque este mês permitirá o recebimento de receitas da venda de energia com mais de um ano de antecipação.

O parque de Vila Acre está situado no cluster de Serra Branca, que possui um potencial total de 1,2 GW e já inclui os seguintes complexos em operação: Areia Branca (90 MW), Vamcruz (93 MW) e Vila Pará (99 MW).

Fonte: Marco Sardenberg | Brasil Energia

Eólicas são liberadas para operar em teste no Rio Grande do Norte

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou nesta segunda-feira, 10 de abril, o começo da operação em teste das unidades geradoras UG9 a UG13, da usina eólica Vila Acre I, de propriedade da empresa Voltalia. Cada unidade tem 2,1 MW, que somam 10,5 MW.

O parque eólico está localizado no município de  Serra do Mel, no Rio Grande do Norte.

 

Fonte: CERNE Press

Aneel libera operação comercial de eólicas no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou para entrada em operação comercial a partir desta segunda-feira (20) mais um aerogerador, de 3 MW de potência, do parque eólico Vila Pará III, de propriedade da empresa Voltalia.

O empreendimento está instalado no município de Serra do Mel. Com o funcionamento da nova turbina, o parque passa a ter uma potência instalada de 24 MW.

Fonte: CERNE Brasil

Voltalia iniciará construção de usina eólica no Rio Grande do Norte

O Brasil é peça fundamental nos planos da empresa de energia renovável Voltalia, de origem francesa. A companhia está prestes a iniciar a construção de mais um parque eólico, no Rio Grande do Norte, com capacidade instalada de 27 MW. Ao todo, a Voltalia já soma 381 MW em funcionamento no País, mas esse número vai aumentar nas próximas semanas, já que a empresa colocou em operação recentemente o Complexo Eólico Vila Pará, também no Rio Grande do Norte. Quando estiver em pleno funcionamento, o empreendimento ajudará a companhia a chegar à marca de 402 MW de capacidade. “O Brasil representa hoje a maior parte dos MWs instalados pelo grupo Voltalia. Esta posição se deve ao fato de que apostamos muito cedo no setor eólico brasileiro, até mesmo antes de existir o mecanismo de leilão“, explicou o diretor-geral da Voltalia no Brasil, Robert Klein. O executivo também falou sobre a expectativa que a empresa tem em relação ao País: “Apesar de no momento não haver tanta demanda para 2019, acreditamos que o cenário deve mudar. É preciso dar continuidade aos investimentos que foram realizados e não aderir à política stop and go, pois quando a economia retomar seu crescimento, o País precisará de infraestrutura energética suficiente para suportar a demanda”, afirmou.

Quais são os projetos em execução mais recentes da companhia no Brasil?

Recentemente, a Voltalia iniciou a operação de 26 aerogeradores, com 3 MW de capacidade instalada cada, em seu Complexo Eólico Vila Pará, localizado no município de Serra do Mel (RN). A partir da entrada em operação desses 78 MW em Vila Pará, a Voltalia ajudou o Brasil a ultrapassar a marca histórica de 10 GW de energia eólica. Nas próximas semanas, esperamos colocar 100% de Vila Pará em operação, que possui capacidade instalada total de 99 MW.

Em junho deste ano, inauguramos o Complexo Eólico Vamcruz, também no município de Serra do Mel (RN), e que possui capacidade instalada total de 93 MW, por meio de seus 31 aerogeradores. Vamcruz tem potencial para gerar aproximadamente 450 gigawatts-hora (GWh) por ano, energia suficiente para atender mais de 200 mil famílias, e ainda reduzir a emissão de CO2 em aproximadamente 160.535 toneladas por ano.

Qual a perspectiva da empresa com o mercado brasileiro?

Ajudamos o Brasil a atingir a marca histórica de 10 GW de energia eólica e isso é motivo de muito orgulho para a Voltalia. Levando em consideração os 78 MW já em operação em Vila Pará, possuímos um total de 381 MW em funcionamento no Brasil, localizados, principalmente, no estado do Rio Grande do Norte. Assim que Vila Pará passar a operar com 100% de sua capacidade, esse total será de 402 MW. Por isso, a Voltalia acredita no Brasil e em seu potencial de gerar energia limpa e renovável.

Apesar de no momento não haver tanta demanda para 2019, acreditamos que o cenário deve mudar. É preciso dar continuidade aos investimentos que foram realizados e não aderir à política stop and go, pois quando a economia retomar seu crescimento, o país precisará de infraestrutura energética suficiente para suportar a demanda.

Qual o balanço que a empresa faz desde que começou sua operação no Brasil, em 2006?

Além do Brasil, a Voltalia historicamente está presente na França, Grécia, Guiana Francesa e Marrocos. O Brasil é peça-chave nos negócios da companhia, haja visto a representatividade no total de volume de MW instalados por aqui. Prova disso são os 381 MW em operação atualmente, com a expectativa de atingirmos 402 MW nas próximas semanas assim que Vila Pará estiver operando em sua plenitude. Além de Vila Pará, a Voltalia possui outros 3 complexos eólicos em atividade no Rio Grande do Norte. São eles: Complexo Eólico de São Miguel do Gostoso*, com 36 aerogeradores e capacidade instalada total de 108 MW; Complexo Eólico Areia Branca, com 30 aerogeradores e capacidade instalada total de 90 MW; e Complexo Eólico Vamcruz**, com 31 aerogeradores e capacidade instalada total de 93 MW. Outro empreendimento da Voltalia no Brasil é a usina de Oiapoque, uma central hidrotérmica com capacidade instalada de 12 MW.

Qual a expectativa para os próximos leilões de energia no País?

O leilão de dezembro vai depender, essencialmente, da demanda que o governo vai colocar. Nossa expectativa é que hajam leilões satisfatórios, de forma a suportar toda a cadeia de fornecedores por trás do setor de energia eólica e os investimentos realizados neste setor até então. Como mencionado acima, é essencial dar continuidade aos investimentos já realizados para que o Brasil não entre na chamada política stop and go e consiga suportar a demanda por energia quando o país retomar seu crescimento.

Qual fonte tem rendido mais negócios para a Voltalia no Brasil? A empresa tem planos de expandir seus contratos dentro de alguma outra fonte renovável no Brasil?

No Brasil, a fonte de energia mais utilizada pela Voltalia tem sido o vento. O Nordeste brasileiro, em especial o Rio Grande do Norte, é o local ideal para construir um complexo eólico, devido à sua topografia e, claro, ao vento. No entanto, a Voltalia também atua de maneira a produzir energia limpa e renovável por meio de outras fontes, tais como: solar, hidrelétrica e biomassa. Estamos sempre analisando o mercado e as condições ambientais para realizar investimentos.

A Voltalia hoje está em cinco países. Qual a importância do Brasil para a empresa?

O Brasil representa hoje a maior parte dos MWs instalados pelo grupo Voltalia. Esta posição se deve ao fato de que apostamos muito cedo no setor eólico brasileiro, até mesmo antes de existir o mecanismo de leilão, o que nos proporcionou um posicionamento competitivo, além do quadro geral bastante satisfatório neste setor promissor que motiva players de longo prazo que somos.

O senhor vê algum entrave na legislação do setor elétrico brasileiro que precisa ser superado?

Acredito que uma das chaves de sucesso para que possamos não depender somente do BNDES para financiamento dos projetos é realizar leilões com uma porção dos PPAs em dólar, de tal maneira a atrair outros bancos de desenvolvimento ou comercial e continuar demonstrando competitividade em fontes de energias renováveis no crescimento da matriz energética.  É importante também oferecer mais incentivos ao mercado livre para que não dependamos somente dos leilões para o crescimento do setor.

Quais são os próximos planos e projetos da Voltalia para o Brasil?

Estamos prestes a iniciar a construção de mais um parque eólico também no município de Serra do Mel (RN). É o Vila Acre I com capacidade instalada de 27 MW e que se tornou possível a partir do último leilão de quem a Voltalia participou, em novembro de 2015.

Todos esses empreendimentos localizados no estado do Rio Grande do Norte são possíveis graças à gestão de projetos no conjunto Serra Branca, uma área que reúne projetos adjacentes com potencial de 1,2 GW, desenvolvida pela Voltalia. Os complexos beneficiam-se da infraestrutura já existente, construída em 2014 para o Complexo Eólico Areia Branca e que pertence ao conjunto Serra Branca, incluindo uma linha de transmissão de alta tensão de 52 km e capacidade instalada de 400 MVA, ambos de propriedade da Voltalia.

* O Complexo de São Miguel do Gostoso é uma parceria entre Voltalia e Copel.
** O Complexo Vamcruz é fruto de uma parceria entre Voltalia, Chesf e Encalso.

Fonte: Petronotícias | Davi de Souza

Voltalia vai desenvolver parque eólico de 1,2 GW de capacidade no RN

A empresa francesa Voltalia, especializada em energias renováveis, anunciou nesta terça-feira (5) em comunicado que vai desenvolver uma série de parques eólicos no Brasil, dois meses depois de ganhar licitação pública. A companhia prevê “o desenvolvimento de um dos mais importantes clusters eólicos do Brasil, com uma capacidade potencial de 1,2 gigawatts a longo prazo”, equivalente a um reator nuclear.

Segundo a Voltalia, 183 megawatts (MW) dessa capacidade já estão em funcionamento, 99 MW estão em construção e 27 MW serão construídos. O projeto, chamado Serra Branca, está situado no Rio Grande do Norte. O parque vai incluir as usinas em operação Areia Branca (90 MW) e Vamcruz (93MW), que entrou em funcionamento em 22 de dezembro de 2015 com 31 turbinas de vento.

“Para conectar esse cluster à rede, a Voltalia construiu a partir de 2014 sua própria linha de distribuição (de eletricidade) de 52 quilômetros”, explicou a empresa em comunicado, segundo a agência.

Em novembro, a empresa francesa ganhou a licitação nacional para realizar o projeto da usina Vila Acre. Atualmente, a capacidade total da Voltalia instalada no Brasil é de 303 MW.

Fonte: O Globo

Liberação para operação comercial prossegue nos parques da Voltalia

Fonte: CERNE Press

A Agência Nacional e Energia Elétrica (ANEEL), liberou para entrada em operação comercial nesta quinta-feira (10/12), os seguintes aerogeradores de três parques eólicos listados abaixo:

Parque eólico Caiçara I – UG1 de 3MW

Parque eólico Junco I – UG1, UG2 e UG7 = 9MW

Parque eólico Junco II – UG2 e UG6 = 6MW

Há dois dias, a ANEEL já tinha liberado 45 MW de potência eólica instalada nos seguintes parques: Caiçara I, Caiçara II, Junco I e Junco II. Todos formam o Complexo Eólico Vamcruz. Os empreendimentos são de propriedade da empresa francesa Voltalia e estão instalados no município de Serra do Mel.

Mais 45 MW entram em operação comercial no RN

Fonte: CERNE Press

Nesta quarta-feira (09) entrou em operação comercial no estado do Rio Grande do Norte as respectivas quantidades de aerogeradores de quatro parques eólicos listados abaixo:

Parque Eólico Caiçara I:  3 aerogeradores, somando 9MW

Parque Eólico Caiçara II: 5 aerogeradores, somando 15MW

Parque Eólico Junco I: 3 aerogeradores, somando 9MW

Parque Eólico Junco II: 4 aerogeradores, somando 12MW

Ao total, são 45 MW de potência eólica instalada que agora somam-se aos outros 24MW que entraram em operação no último dia 05 de dezembro. O resultado alcança um total de 69 MW, dos 93 MW que formam o complexo Eólico Vamcruz.

O empreendimento é composto pelos parques Caiçara I, Caiçara II, Junco I e Junco II. Os parques estão situados no município de Serra do Mel e são de propriedade da francesa Voltalia.

Potência eólica instalada aumenta 24MW no RN

Fonte: CERNE Press com informações do Canal Energia
A Voltalia, em parceria com a Chesf e o grupo Encalso, colocou em funcionamento os primeiros aerogeradores no Complexo Eólico Vamcruz, no município de Serra do Mel (RN). Eles estão ligados ao sistema interligado nacional por meio de uma linha de transmissão de 62 km que se conecta na Subestação de Mossoró II. A entrada em operação comercial se deu na  sexta feira (05/12). Ao todo,  24 MW de potência eólica foram instalados.
Confira a configuração dessa nova entrada em operação:
  • Parque Eólico Caiçara I :  4 aerogeradores, somando  12 MW
  • Parque Eólico Junco I: 2 aerogeradores, somando 6 MW
  • Parque Eólico Junco II: 2 aerogeradores, somando 6 MW
A Voltalia já possui um complexo em Areia Branca (RN), com 90 MW de capacidade instalada, em operação comercial desde novembro de 2014; e outro complexo em São Miguel do Gostoso (RN), em parceria com a Copel, com capacidade instalada de 108 MW.