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Leilão de transmissão da Aneel termina com 31 de 35 lotes arrematados e contrata R$ 12,7 bi

O leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para linhas de transmissão de energia terminou com 31 de 35 lotes arrematados nesta segunda-feira (24). Quatro não tiveram interessados e encalharam.

Foram oferecidas concessões para construção, operação e manutenção de 7,4 mil quilômetros de linhas de transmissão em 20 estados, com investimento previsto de R$ 13,1 bilhões. Como quatro lotes não tiveram interessados, o investimento total ficou em R$ 12,7 bilhões.

Dos 31 que receberam propostas, 28 foram disputados e 3 tiveram interessado único (2, 14 e 31). Dois grupos arremataram 4 lotes: Elektro (4, 20, 22 e 27) e CTEEP (5, 6, 25 e 29). Dois levaram três lotes: EDP (7, 11 e 18) e RC (9, 23 e 30). Outros três ficaram com dois: Sterlite (10 e 15), Energisa (3 e 26) e Arteon (8 e 28).

O lote mais disputado foi o 8, no Rio de Janeiro, com 15 propostas. O lance mais agressivo foi feito pela Sterlite, que levou o Lote 10, no Rio Grande do Sul, com um deságio de 58,86%. A proposta foi de R$ 34,53 milhões.

Os quatro lotes encalhados foram para repescagem, mas não houve interessados.

As instalações de transmissão deverão entrar em operação comercial no prazo de 36 a 60 meses a partir da assinatura dos contratos.

No último leilão, realizado em outubro do ano passado, 3 dos 21 lotes oferecidos ficaram encalhados. O deságio médio foi de 12,07% e a remuneração anual contratada das vencedoras ficou em R$ 2,124 bilhões.

As instalações terão prazos de 36 a 60 meses para entrarem em operação comercial.

Confira os lotes ofertados:

Lote 1 – linhas no Paraná – O consórcio Columbia, composto pelas transmissoras Taesa e Cteep, venceu a disputa pelo Lote 1. O vencedor ofereceu uma receita anual permitida (RAP) de R$ 267,316 milhões, deságio de 33,24% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 400,462 milhões.

Lote 2 – linhas no Paraná – O consórcio Cesbe-Fasttel ficou com o Lote 2 ao oferecer uma receita anual permitida (RAP) de R$ 28,058 milhões, deságio de 12,5% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 32,067 milhões. Foi a única oferta.

Lote 3 – linhas em Goiás (Jataí a Rio Verde) – A Energisa venceu a disputa pelo Lote 3, com oferta de receita anual permitida (RAP) de R$ 36,7 milhões, deságio de 37,6% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 58,8 milhões. Houve ainda outras oito ofertas.

Lote 4 – linhas entre Mato Grosso do Sul e São Paulo – A Elektro Holding venceu a disputa pelo Lote 4 ao oferecer deságio de 34,64% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 100,238 milhões.

Lote 5 – linhas entre São Paulo e Paraná – A empresa Cteep venceu a disputa pelo Lote 5, propondo receita anual permitida (RAP) de R$ 18,37 milhões, deságio de 32,2%.

Lote 6 – subestação em Araraquara (SP) – A Cteep também ficou com o Lote 6 ao propor receita anual permitida (RAP) de R$ 46,183 milhões, deságio de 44,51% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 83,235 milhões.

Lote 7 – linhas no Maranhão – A EDP Energias do Brasil levou o Lote 7 ao oferecer deságio de 36,5% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 104,357 milhões. Houve também outras três ofertas.

Lote 8 – subestação em Resende (RJ) – A Arteon Z Energia e Participações venceu a disputa pelo Lote 8 com deságio de 37,5% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 14,9 milhões. No total, o lote recebeu 15 lances, incluindo o da vencedora.

Lote 9 – linhas no Rio Grande do Norte (Currais Novos e Lagoa Nova) – RC Administração e Participações saiu vitoriosa ao propor receita anual permitida (RAP) de R$ 11,47 milhões, deságio de 31,75%.

Lote 10 – linhas no Rio Grande do Sul –  Empresa indiana Sterlite Power Grid Ventures ofereceu deságio de 58,86% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 83,9 milhões, e levou o lote.

Lote 11 – linhas no Maranhão – EDP Energias do Brasil venceu a disputa pelo Lote 11 com deságio de 4,91% ante o valor máximo de R$ 31,759 milhões.

Lote 12 – linhas entre Maranhão e Tocantins – não houve interessados.

Lote 13 – linhas entre Alagoas, Bahia, Sergipe e Pernambuco – Vencedor foi o consórcio Renascença, formado por dois fundos da gestora Vinci e pela empresa CMN Solutions, com deságio de 18,5% em relação ao valor máximo de R$ 54,565 milhões.

Lote 14 – linhas entre Alagoas e Sergipe – Sem deságio, vencedor foi o consórcio LT Norte, formado por FM Rodrigues & Cia e pela Hersa Engenharia e Serviços, o único a fazer proposta.

Lote 15 – linhas em Pernambuco – Sterlite Power Grid Ventures propôs deságio de 25,87% ante valor máximo de R$ 33,185 milhões e venceu disputa, que teve outras três ofertas.

Lote 16 – linhas entre Piauí e Maranhão – não houve interessados.

Lote 17 – linhas no Rio Grande do Sul – não houve interessados.

Lote 18 – linhas entre Minas Gerais e São Paulo – Ao propor deságio de 47,49% perante o valor máximo de R$ 390,842 milhões, a EDP acabou vencedora nessa disputa, que contou ainda com três outras propostas.

Lote 19 – linhas entre São Paulo e Rio de Janeiro – Consórcio Olympus II, composto pela Alupar e pela Apollo 12 Participações, foi vitorioso ao oferecer deságio de 48% em relação ao valor máximo de R$ 190,595 milhões.

Lote 20 – subestação em Atibaia (SP) – A Elektro Holding levou o Lote 20 com deságio de 52,93% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 28,216 milhões. Além da proposta vencedora, houve outras sete.

Lote 21 – linhas em Santa Catarina – O consórcio Aliança, formado por EDP Energias do Brasil e Celesc, fez uma oferta com deságio de 34,99% pelo Lote 21, vencendo a disputa, que foi para o lance viva-voz.

Lote 22 – subestação em Biguaçu (SC) – A Elektro saiu vencedora na disputa pelo lote 22 ao oferecer deságio de 46,17% ante o valor máximo de R$ 24,252 milhões. Houve outras oito ofertas.

Lote 23 – linhas na Paraíba – A RC Administração e Participações ofereceu deságio de 29% ante o valor máximo de R$ 27,450 milhões e arrematou o Lote 23.

Lote 24 – linhas em São Paulo – Não houve interessados.

Lote 25 – subestação em Bauru (SP) – A Cteep propôs deságio de 57,55% ante montante máximo de R$ 25,279 milhões e levou o Lote 25, que foi para o lance viva-voz.

Lote 26 – linhas no Pará – A Energisa venceu a disputa com deságio de 29,57% ante o valor máximo estabelecido de R$ 65,776 milhões.

Lote 27 – subestação em Sobral (CE) – A Elektro Holding ofereceu deságio de 48,93% e conseguiu bater as demais ofertas pelo Lote 27. No total, foram dez propostas.

Lote 28 – subestações em Caxias (MA), São João dos Patos e Teresina (PI) – Com deságio de 37,29% em relação ao valor máximo de R$ 25,860 milhões, a Arteon Z Energia levou o Lote 28.

Lote 29 – linhas em São Paulo – A Cteep ofereceu deságio de 52,69% e saiu vitoriosa.

Lote 30 – linhas de transmissão entre os Estados do Piauí, Pernambuco e Ceará – RC Administração e Participações ofereceu receita anual permitida (RAP) de R$ 63,9 milhões, deságio de 32,07% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 94,070 milhões.

Lote 31 – linhas no Pará – A Equatorial Energia ofereceu uma receita anual permitida (RAP) de R$ 126,080 milhões, deságio de 9,5% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 139,315 milhões. Foi a única proposta apresentada.

Lote 32 – Linhas em Roraima – A Cobra Brasil Serviços Comunicações e Energia ofereceu uma receita anual permitida (RAP) de R$ 72,446 milhões, deságio de 22,20% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 93,119 milhões.

Lote 33 – linhas no Pará – Consórcio Pará, composto por Malv Empreendimentos e Participações, Primus Incorporação e Construção e Disbenop – Distribuidora de Bebidas ofereceu receita anual permitida (RAP) de R$ 20,5 milhões, deságio de 16,14% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 24,446 milhões

Lote 34 – linhas no Pará – A Omnium Energy ofereceu uma receita anual permitida (RAP) de R$ 5,786 milhões, deságio de 40,5% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 9,724 milhões.

Lote 35 – linhas no Pará – O consórcio formado por Brasil Digital Telecomunicações, BREnergias Renováveis e Lig Global Service ofereceu uma receita anual permitida (RAP) de R$ 18,070 milhões, deságio de 30,42% em relação ao valor máximo estabelecido pelo regulador, de R$ 25,972 milhões.

Repescagem

Os lotes 12, 16, 17 e 24 não receberam propostas na repescagem do leilão de transmissão realizado nesta segunda-feira.

Além propostas válidas ao longo do leilão, esses lotes voltaram a ser oferecidos após o fim do certame, mas continuaram sem investidores interessados.

Fonte: Valor Econômico | Camila Maia e Victoria Mantoan

G1 | Luísa Melo

Lote do RN é arrematado em leilão de linhas de transmissão da Aneel

O nono lote colocado em disputa no leilão de transmissão que acontece nesta segunda-feira, 24 de abril, foi vendido para RC Administração e Participação, que apresentou uma oferta de de R$ 11,471 milhões, representando um deságio de 31,75% sobre a RAP máxima estabelecida pelo empreendimento.

O lote é formado por uma linha de transmissão de 230 kV  (Lagoa Nova II – Currais Novos II, CD) de 28 km; e Subestação Currais Novos II 230/69 kV, 2 x 100 MVA, ambos localizados no Rio Grande do Norte.

Fonte: CERNE Press com informações Aneel

Aneel leiloa linhas de transmissão e subestações nesta segunda (24)

Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza nesta segunda-feira (24) o leilão de 7,4 mil quilômetros de linhas de transmissão, além de subestações, de 20 estados do país.

A disputa está marcada para as 8h30 e vai ocorrer na sede da B3 (antiga BM&FBovespa), em São Paulo.

O leilão será dividido em 35 lotes. Caso todos eles sejam arrematados, a Aneel prevê investimentos R$ 13,1 bilhões na construção das novas linhas. A receita anual permitida (RAP) máxima é de R$ 2,7 bilhões.

Os empreendimentos serão localizados em Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, e devem gerar 28,3 mil empregos diretos, de acordo com a agência.

As concessionárias vencedoras deverão colocar as instalações de transmissão em operação comercial dentro de 36 a 60 meses, contados a partir da assinatura do contrato.

Regras

Vence a concessão de cada lote do leilão o grupo que aceitar receber a remuneração mais baixa pela construção e operação da linha de transmissão.

Nesta edição, o teto (remuneração máxima) para todos os lotes fixado pela Aneel é de R$ 2,7 bilhões anuais.

Fonte: G1

Aneel autoriza operação em teste de duas novas usinas eólicas no Piauí

Em publicação no Diário Oficial da União, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a liberação da operação em fase de teste de duas usinas no Piauí. O indicativo abarca a EOL Ventos de Santo Augusto I e EOL Ventos de São Virgílio 02, localizadas no município de Simões. Com a decisão do órgão vinculado ao Governo Federal, o setor de energias renováveis ganha um novo fôlego no Piauí e se consolida como grande aposta para o desenvolvimento socioeconômico local. Para se ter uma ideia da magnitude das usinas, apenas a Ventos de São Virgílio 02, demandou recursos na ordem de R$ 108 milhões.

No que tange a Ventos de São Augusto I, o investimento previsto foi de R$ 54,8 milhões; na liberação dessa usina eólica foram abarcadas 13,8 MW de potencial instalado. Cabe indicar que na região, ainda há a previsão da implantação da EOL Ventos de São Virgílio 3, já que o Ministério de Minas e Energia aprovou o projeto de nove usinas geradoras de 2.000 KW, com período de execução até outubro deste ano , tendo como localidade da ação o município de Curral Novo.

Vale apontar que levantamento realizado pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), revela que o Piauí já possui 29 parques eólicos instalados e em operação e tem mais 23 em construção. Os dados destacam que o potencial de produção chega atualmente a 808,4 Megawatts (MW) e chegará a 1445,8 MW assim que os empreendimentos forem concluídos no Estado. No número de parques eólicos em construção, o Estado fica atrás apenas da Bahia (44) e Ceará (25). Os dados são ainda mais positivos quando embasados na capacidade total de potência prevista nestes empreendimentos, figurando na segunda posição do país, com 640,2 Megawatts (MW); apenas a Bahia aparece com uma capacidade maior prospectada (859,45 MW).

Fonte: Jornal Meio Norte | Francy Teixeira

Aneel registra mais de 7,6 mil conexões de geração distribuída

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) registra 7.610 conexões de geração distribuída (geração de energia pelos próprios consumidores) até janeiro de 2017, totalizando potência instalada de 73.569 kW.

Entre as energias renováveis mais utilizadas, a fonte solar fotovoltaica é a que mais se destaca, com 7.528 conexões. Em termos de potência instalada, a energia gerada pelo sol também saí na frente com 57.606KW.

Na comparação por unidades da federação, Minas Gerais mantém o primeiro lugar (1.644) de número de conexões com geração distribuída, seguido de São Paulo (1.369) e Rio Grande do Sul (769).

A grande maioria das conexões de geração distribuída permanece nas residências. Segundo a Aneel, 5.997 das conexões de geração distribuída atendem essa classe de consumo. Já o comercio é responsável por 1.186 adesões.

ProGD

Em dezembro de 2015 foi lançado o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD). Com R$ 100 bilhões em investimentos, a previsão é que até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas, entre residência, comércios, indústrias e no setor agrícola, o que pode resultar em 23.500 MW (48 TWh produzidos) de energia limpa e renovável, o equivalente à metade da geração da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Com isso, o Brasil pode evitar que sejam emitidos 29 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

Fonte: Ministério de Minas e Energia (MME)

Brasil tem recorde histórico de aumento de capacidade de geração

O Brasil registrou em 2016 o maior volume de aumento de capacidade instalada desde 1998,  ano em que começou a ser divulgado esse dado. Até dezembro foram adicionados ao sistema elétrico nacional 9.526 MW. Esse resultado foi obtido como consequência da expansão hidrelétrica, que contribuiu com cerca de 5.000 MW, o equivalente a 53% do total. A informação é da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Nesse período, segundo a Aneel, os destaques ficaram para a conclusão da motorização da UHE Jirau (RO, 3.750 MW), que adicionou 975 MW em nova capacidade de geração. E ainda, a UHE Teles Pires (MT/PA, 1.092 MW) que entrou em operação comercial em sua totalidade; a UHE Santo Antônio (RO, 3.568 MW) que acrescentou 652 MW ao sistema; e a maior de todas veio da UHE Belo Monte (PA, 11.233 MW) que somente em 2016 incrementou o SIN com 1.989 MW em operação comercial. A segunda fonte com maior capacidade instalada acrescida foi a eólica, com 2.564 MW, 27% do total da capacidade instalada em 2016, até novembro.

A fonte eólica, no ano, teve um aumento superior a 20% com relação à capacidade instalada em 2015. Até dezembro de 2016, havia 10.092 MW nas usinas eólicas em operação. O estado do Rio Grande do Norte foi o que mais contribuiu para o incremento da potência eólica instalada no país, com cerca de 920 MW, seguido pelo Ceará, com acréscimo de aproximadamente 600 MW, e o estado da Bahia, com 520 MW incrementados.

As usinas termelétricas contribuíram para um acréscimo de 1.758 MW, representada por 18% do total. Destaque foi dado para a UTE Maranhão III com 518,8 MW de capacidade em operação comercial. As Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) somaram 203 MW, 2% do total, em 2016.

Previsões

Para 2017, a fonte com maior expectativa de crescimento absoluto é a hidrelétrica, a partir de grandes usinas, com aproximadamente 4.000 MW. O crescimento relativo da fonte eólica novamente deverá ser expressivo, com um incremento de cerca de 2.400 MW.

Também se destacam a continuidade da motorização da UHE Belo Monte, a entrada em operação comercial de complexos eólicos e da UTE Mauá 3 (590 MW), em construção na cidade Manaus-AM.

O acompanhamento da expansão da oferta de geração de energia elétrica abrange todos os empreendimentos em implantação no território nacional, qualquer que seja a fonte de energia, e pode ser consultado aqui.

Fonte: CERNE Press com informações da Aneel

Aneel libera funcionamento de 10.500Kw para eólica Santa Mônica, no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou nesta segunda-feira (22) a entrada em operação comercial de mais cinco turbinas do parque eólico Santa Mônica, instalado no município de Touros, Rio Grande do Norte. São 10.500 kW agregados ao parque e que agora alcança a potência instalada de 29.400 kW.

No início de dezembro a CPFL Renováveis, empresa detentora da usina eólica, comemorou a marca de 2 GW de capacidade instalada no Brasil, com a entrada total em operação dos complexos eólicos Campo dos Ventos e São Benedito, também instalados no RN. O estado continua como líder isolado em potência instalada e geração de energia elétrica através dos ventos.

Fonte: SEERN Press

ANEEL vai licitar 7.373 km de linhas de transmissão no primeiro semestre de 2017

A ANEEL aprovou abertura de audiência pública para receber contribuições ao edital do leilão de transmissão nº 5/2016, destinado a contratar concessões de serviço público de transmissão de energia elétrica e previsto para o primeiro semestre de 2017.

Serão licitados 34 lotes de empreendimentos localizados em 16 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, com expectativa de investimentos da ordem de R$ 12,7 bilhões e geração de 27.415 empregos diretos.

As instalações de transmissão deverão entrar em operação comercial no prazo de 36 a 60 meses a partir da assinatura dos respectivos contratos de concessão. Serão implantados aproximadamente 7.373 km de linhas de transmissão e 13.172 em capacidade de transformação.

Fonte: ANEEL

Eólicas entram em operação comercial no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou desde o dia 09 de dezembro a  entrada em operação comercial de 4 turbinas eólicas do parque Santa Mônica, localizada no município de Touros no Rio Grande do Norte. Cada turbina tem  2,1 MW, somando um total de 8.400 kW em capacidade instalada.
No mesmo dia, a Aneel também liberou a entrada em operação comercial  de mais uma unidade geradora, de 2,1 MW,  no parque eólico Santa Úrsula, também instalado  em Touros. O empreendimento, de propriedade da CPFL Renováveis, alcança  27, 3 MW em capacidade instalada.
Fonte: CERNE Press

Diretor da Aneel sugere leilão de 6 GW térmicos no Nordeste

Para Reive Barros, medida ajudaria a estabilizar geração intermitente e recuperar níveis de reservatórios

Por Fabio Couto | Brasil Energia

O diretor da Aneel Reive Barros propôs a possibilidade de se instalar 6 mil MW de térmicas a gás no Nordeste, como forma de reduzir impactos de fatores externos ao sistema elétrico da região. Segundo ele, a adição dessa quantidade seria possível via importação (GNL) ou com uso do gás do pré-sal. O Nordeste vive ainda uma das piores secas da história, com o reservatório de Sobradinho na casa dos 10% de armazenamento pelo segundo ano consecutivo.

Para ele, com a viabilização das linhas de transmissão, as usinas estariam próximas de centros de carga e ajudariam a desenvolver o mercado de gás. Além disso, o bloco térmico poderia permitir estabilizar a geração eólica e ajudaria na recuperação dos reservatórios da região, com baixa capacidade de armazenamento há vários anos.

A ideia de Barros, que participou na manhã desta quinta-feira (1/12) de um seminário realizado pela FGV Energia, é próxima da realização de leilões regionais e por fonte de energia, medidas que eram defendidas pelo então diretor do ONS, Hermes Chipp.

Para Luiz Augusto Barroso, presidente da EPE, e presente ao evento, a realização de leilões por fonte já são uma realidade na prática, mas para que a medida seja oficializada, são necessários aperfeiçoamentos. Ele disse ainda que a entidade não é contra a realização de leilões regionais.

Já Luiz Eduardo Barata, diretor-geral do ONS, considerou a ideia boa, mas a prioridade é a definição da chamada matriz ótima, com a decisão sobre quais fontes serão consideradas viáveis. A preocupação do operador é com a busca de fontes com geração flexível para que se possa reduzir os efeitos de usinas intermitentes no sistema elétrico brasileiro.

Aneel libera 6,3MW em eólicas no Rio Grande do Norte

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou para entrada em operação comercial desde o dia 26 de novembro mais 6.300 KW em potência instalada no parque eólico Santa Úrsula, de propriedade da CPFL Renováveis.

O empreendimento agora passa a ter  25,2 MW em potência instalada e está localizado no município de Touros, no Rio Grande do Norte.

Fonte: CERNE Press

Aneel libera operação comercial de 52MW em eólicas no RN

A  Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou a partir desta quinta-feira, 17 de novembro, a entrada em operação comercial  de dois parques eólicos no estado do Rio Grande do Norte.
Os parques eólicos de Cabeço Preto III e Cabeço Preto V, cada um com 26 MW, totalizam  52 MW em potência instalada. Ambos encontram-se instalados no município de João Câmara, na Região do Mato Grande, e são de propriedade da empresa espanhola Gestamp.
Fonte: CERNE Press

Cosern é finalista em prêmio da Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) divulgou ontem (31) a lista de distribuidoras finalistas do Prêmio IASC 2016, Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor, que reconhece as distribuidoras mais bem avaliadas com base na percepção do consumidor residencial, aferida por meio de pesquisa de opinião realizada pela Agência.

A Cosern, empresa do Grupo Neonergia, é finalista em duas categorias no prêmio:

Na categoria Nordeste, a Distribuidora potiguar concorre com a Energisa Borborema Distribuidora de Energia, de Campina Grande (PB), e a Energisa Paraíba Distribuidora de Energia.

Na categoria Maior Crescimento de Concessionárias entre os anos de 2015 e 2015, a Cosern chega à final ao lado AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia, a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CDDE-D), Companhia Hidroelétrica São Patrício (Chesp), em Ceres (GO), Energia Mato Grosso do Sul Distribuidora de Energia (SEM) e Usina Hidroelétrica Nova Palma Ltda., no Rio Grande do Sul.

A pesquisa foi realizada pela empresa Qualitest Ciência e Tecnologia Ltda., no período de 7 de julho a 21 de setembro de 2016. Foram entrevistados 24.926 consumidores residenciais, de forma presencial domiciliar, de 540 municípios atendidos pelas 101 distribuidoras, sendo 63 concessionárias e 38 permissionárias.

A cerimônia de premiação está marcada para o dia 17 de novembro, às 16h, no auditório CEPAT, localizado na sede da ANEEL, em Brasília. Na oportunidade, serão entregues troféu e certificado às vencedoras, que poderão ser utilizados no material de divulgação de cada empresa juntamente com o selo IASC.

Confira litsa oficial divulgada no site da Aneel das concessionárias finalistas: http://www.aneel.gov.br/documents/656877/15085754/Iasc_2016-Finalistas/b19663d1-2f75-4a1d-957d-45cc2c7e57f2

Fonte: CERNE Press com informações da Aneel

Leilão da Aneel termina com 21 lotes arrematados por até 28% de deságio

O leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para novos empreendimentos de transmissão de energia teve 21 dos 24 lotes arrematados nesta quarta-feira (13) e foi marcado por maior disputa do que os anteriores e pela participação de novos competidores.

Apenas 3 lotes não receberam propostas e encalharam. Outros 7 tiveram apenas um interessado e  foram arrematados por valor idêntico ou muito próximo da remuneração máxima fixada pelo edital.

Nos demais, houve disputas com até 5 grupos interessados pelo mesmo lote, com propostas vencedoras com desconto de até 28% em relação ao teto máximo de remuneração.

A Equatorial Energia foi a maior vencedora do leilão, com o arremate de 7 lotes. O grupo atua como distribuidora de energia no Pará (Celpa) e Maranhão (Cemar), como geradora (Termoelétrica Geramar) e agora fará a sua estreia na operação de transmissão de energia.

Outros destaques foram a Taesa, que arrematou lotes individualmente e em parceria com a Cteep, e o consórcio formado pela espanhola Cymi Holding com o fundo FIP Brasil Energia.

Os grupos chineses, que se destacaram nos últimos leilões, tiveram participação limitada dessa vez, vencendo apenas um lote através da participação detida na EDP.

Os outros grupos ou empresas vencedoras foram: Consórcio ECB Mota Engil (Construtora Brasil com 99% e Mota Engil com 1%), Consórcio Olympus (Alupar com 99%, Perfin com 0,5% e Apolo 11 com 0,5%), a Empresa Amazonense de Transmissão de Energia e a CTEEP (Companhia de Transmissão de energia Elétrica Paulista).

A relação completa dos lotes, vencedores, valores e deságios pode ser conferida abaixo na reportagem.

Remuneração

Pelas regras do leilão, o vencedor de cada lote será o grupo que se dispuser a receber a remuneração mais baixa pela construção e operação da linha de transmissão em relação ao valor teto fixado pela Aneel.

A remuneração máxima de todos os lotes é de R$ 2,6 bilhões anuais. O concessionário vencedor terá direito ao recebimento da chamada RAP (Receitas Anuais Permitidas) por 30 anos.

O teto de remuneração foi elevado pela Aneel para tornar os empreendimentos mais atrativos a investidores. No leilão anterior, realizado em abril, o teto de remuneração foi de R$ 2,3 bilhões anuais e 10 dos 24 lotes ofertados não receberam propostas.

A Aneel adotou também para este leilão os chamados “lotes condicionantes” e “lotes condicionados”. Caso o lote condicionante não receba nenhuma proposta financeira, os lotes que são condicionados a ele não podem ser licitados. Essa mudança ocorreu por causa da interdependência entre os sistemas de transmissão.

O edital manteve a proibição de participação de empresas que nos últimos três anos tenham um atraso médio superior a seis meses na entrada de operação comercial de instalações de transmissão, que tenham cometido no mesmo período três ou mais infrações por atraso na execução de obras de transmissão, que sejam concessionárias ou permissionárias de distribuição de energia ou que estejam em recuperação judicial ou extrajudicial.

Confira abaixo o resultado dos 24 lotes ofertados:

LOTE 1 – Bahia
Vencedor: Consórcio CP II – Nasspe E.P. (90%) e BTG Pactual (10%) com proposta de R$ 76.700.000,00
Deságio: 10,22%

Valor máximo de remuneração: R$ 85.435.520,00
– LT 500 kV Sapeaçu – Poções III C1, com 260 km

LOTE 2 – Bahia e Minas Gerais (lote condicionante dos lotes 3, 4, 5 e 6)
Vencedor: Consórcio Olympus – 99% Alupar, 0,5% Perfin e 0,5% Apolo 11 P com proposta de R$ 214.700.000
Deságio: 18,85%

Valor máximo: R$ 264.592.750,00
– LT 500 kV Poções III – Padre Paraíso 2 C1, com 334 km
– LT 500 kV Padre Paraíso 2  – Governador Valadares 6 C1, com 207 km
– SE  500  kV  Padre  Paraíso
– SE 500/230 kV Governador Valadares – (6+1res.) x200 MVA

LOTE 3 – Bahia e Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio Columbia – Taesa (50%) e Cteep (50%), com proposta de R$ 106.616.120,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 106.616.120,00
– LT 500 kV Poções III  – – Padre Paraíso 2 C2, com 338 km

LOTE 4, Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio Columbia – Taesa (50%) e Cteep (50%), com proposta de R$ 71.424.700,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 71.424.700,00
– LT 500 kV Padre Paraíso 2  – Governador Valadares 6 C2, com 208 km

LOTE 5, Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio ECB Mota Engil – Líder Construtora Brasil (99%) e Mota Engil (1%) com proposta de R$ 17.666.000,00
Deságio: 17,35%

Valor máximo: R$  21.377.040,00
– SE 500 kV Padre Paraíso 2 – Compensador Estático 500 kV (-150/+300) Mvar

LOTE  6, Minas Gerais e Espírito Santo (condicionado ao lote 2 e condicionante do 7)
Vencedor: Consórcio Olympus – 99% Alupar, 0,5% Perfin e 0,5% Apolo 11, com proposta de R$ 145.986.950,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 145.986.950,00
– LT 500 kV Governador Valadares 6 – Mutum C1, com 156 km
– LT 500 kV Mutum – Rio Novo do Sul C1, com 132 km
– SE 500 kV Mutum
– SE 500/345 kV Rio Novo do Sul – (3+1 Res) x 350 MVA

LOTE 7, Minas Gerais (condicionado ao lote 6)
Vencedor: não teve interessados e encalhou

Valor máximo: R$ 56.600.880,00
– LT 500 kV Governador Valadares 6  – Mutum C2, com 165 km

LOTE 8, Bahia
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 77.832.000,00
Deságio: 15,99%

Valor máximo: R$ 92.657.020,00
– LT 500 kV Rio da Éguas  – Barreiras II C2, com 251 km

LOTE 9, Bahia (condicionante do lote 10)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 70.588.000,00
Deságio: 27,99%

Valor máximo: R$ 98.038.240,00
–  LT 500 kV Barreiras II  – Buritirama C1, com 213 km
– SE 500 kV Buritirama

LOTE 10, Piauí e Bahia  (condicionado ao lote 9)
Vencedor: Consórcio Sertanejo – Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 148.308.000,00
Deságio:13,4%

Valor máximo: R$ 171.256.970,00
– LT 500 kV Queimada Nova II –  Curral Novo do Piauí II C1, com 109 km;
– LT 500 kV Buritirama  – Queimada Nova II, C1, com 376 km;
– SE  500  kV  Queimada  Nova  II

LOTE 11, Piauí, Pernambuco e Ceará (condicionado ao lote 10)
Vencedor: não teve interessados e encalhou

Valor máximo: R$ 91.702.100,00
– LT 500 kV Queimada Nova II – Milagres II C1, com 322 km

LOTE 12, Bahia e Piauí  (condicionado ao  lote 10)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 102.900.000,00
Deságio: 9,99%

Valor máximo: R$ 114.331.590,00
– LT 500 kV Buritirama – Queimada Nova II, C2, com 380 km

LOTE 13, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará
Vencedor: Consórcio Sertanejo – Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 111.495.000,00
Deságio: 21,5%

Valor máximo: R$ 142.032,740,00
– LT 500 kV Açu III  – Milagres II C2, com 292 km
– LT 500 kV Açu III  – João Câmara III C2, com 143 km

LOTE 14, Minas Gerais e Bahia  (condicionante dos lotes 15,16 e 18)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 185.598.000,00
Deságio: 16,79%

Valor máximo: R$ 223.056.850,00
– LT 500 kV Igaporã III  – Janaúba 3 C1, com 257 km
– LT 500 kV Janaúba 3  – Presidente Juscelino C1, com 337 km
– SE 500 kV Janaúba 3 (novo pátio de 500 kV  – parte 1)

LOTE 15, Minas Gerais e Bahia (condicionado ao lote 14)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 85.642.000,00
Deságio:  5,99%

Valor máximo: R$ 91.107.990,00
– LT 500 kV Igaporã III – Janaúba 3 C2, com 257 km

LOTE 16, Minas Gerais (condicionado ao lote 14)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 106.179.000,00
Desáfio: zero

Valor máximo: R$ 106.179.410,00
– LT 500 kV Janaúba 3  – Presidente Juscelino C2, com 330 km.

LOTE 17, Minas Gerais e  Bahia (condicionante do  lote 18)
Vencedor: Taesa, com proposta de R$ 174.624.789,00
Deságio: 13,05%

Valor máximo: R$ 200.856.670,00
–  LT 500 kV Bom Jesus da Lapa II  – Janaúba 3 C1, com 304 km
– LT 500 kV Janaúba 3 – Pirapora 2 C1, com 238 km
– SE 500 kV Janaúba 3 – novo pátio de 500 kV – parte 2

LOTE 18, Minas Gerais  (condicionado aos  lotes 14 e 17)
Vencedor: Consórcio Transmissão do Brasil – FIP Pátria Infraestrutura III (99%) e FTRSPE 3 (1%) com proposta de R$ 39.400.000,00
Deságio: 16,76%

Valor máximo: R$ 47.337.730,00
– SE 500 kV Janaúba 3 – Compensadores Síncronos – 2 x (-90/150) Mvar

LOTE 19, Minas Gerais:
Não recebeu propostas e encalhou
Valor máximo: R$ 57.221.880,00
– LT 500 kV Presidente Juscelino  – Itabira 5 C2, com 189 km

LOTE  20, Goiás, Minas Gerais e Bahia
Vencedor: Sertanejo  – Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 130.510.000,00
Deságio: 17,72%

Valor máximo: R$ 158.620.390,00
– LT 500 kV Rio das Éguas – Arinos 2 C1, com 230 km
– LT 500 kV Arinos 2  – Pirapora 2 C1, com 221 km;
– SE 500 kV Arinos 2

LOTE  21, Espírito Santo  (condicionante do lote 22)
Vencedor: CTEEP, com proposta de R$ 47.200.000,00
Deságio: 25,14%

Valor máximo: R$ 63.059.310,00
– LT 345 kV Viana 2  – João Neiva 2  – 79 km
– SE 345/138 kV João Neiva 2, (9+1Res) x 133 MVA e Compensador Estático 345 kV  (-150/+150) Mvar

LOTE 22,  Minas Gerais e Espírito Santo (condicionado ao  lote 21)
Vencedor: Empresa Amazonense de Transmissão de energia, com proposta de R$ 101.019.640,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 101.019.640,00
– LT 500 kV Mesquita  – João Neiva 2, com 236 km
– SE 500/345 kV João Neiva 2, 500/345 kV   (3+1Res) x 350 MVA;

LOTE 23, Pará
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 89.784.000,00
deságio: zero

Valor máximo: R$ 89.784.520,00
– LT 500 kV Vila do Conde  – Marituba  – 56,1 km
– LT 230kV Marituba  – Castanhal  – 68,6 km
– SE 500/230 kV Marituba – (3+1R)x300MVA
– SE 230/69 kV Marituba – 2X200MVA

LOTE 24, Espírito Santo
Vencedor: EDP Energias do Brasil, com proposta de R$ 20.718.075,00
Deságio: 5,2%

Valor máximo: R$ 21.854.510,00
– SE 230/138 kV São Mateus 2 (nova)
– LT 230 kV Linhares 2  – São Mateus 2 – 113 km

Fonte: Darlan Alvarenga | G1

Aneel libera operação comercial de eólicas no RN

A Agência Nacional de Energia  Elétrica – Aneel –  liberou desde o ultimo dia 22 de outubro a entrada em operação comercial de mais três turbinas eólicas do parque eólico Vento de Santo Dimas, de propriedade da CPFL Renováveis.

Cada turbina tem potência instalada de 2,1 MW, passando  a instalação a ter 12 turbinas, somando um total de 25, 2  MW. O parque eólico encontra-se instalado no município de São Miguel do Gostoso.

Fonte: CERNE Press

Aneel libera operação comercial de eólicas no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou para entrada em operação comercial a partir desta segunda-feira (20) mais um aerogerador, de 3 MW de potência, do parque eólico Vila Pará III, de propriedade da empresa Voltalia.

O empreendimento está instalado no município de Serra do Mel. Com o funcionamento da nova turbina, o parque passa a ter uma potência instalada de 24 MW.

Fonte: CERNE Brasil

ANEEL aprova tarifa branca, nova opção para os consumidores a partir de 2018

A tarifa branca é uma nova opção de tarifa que sinaliza aos consumidores a variação do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo. Ela será oferecida para as unidades consumidoras que são atendidas em baixa tensão (127, 220, 380 ou 440 volts, denominadas de grupo B) e para aquelas pertencentes ao grupo A optantes da tarifa de baixa tensão.  A medida foi aprovada nesta terça-feira (6/9), na reunião pública da Diretoria da ANEEL.

A partir de 1º de janeiro de 2018, todas as distribuidoras do país deverão atender aos pedidos de adesão à tarifa branca das novas ligações e dos consumidores com média mensal superior a 500 kWh. Em 2019, unidades com consumo médio superior a 250 kWh/mês e, em 2020, para os consumidores de baixa tensão, qualquer que seja o consumo.

A tarifa branca não se aplica aos consumidores residenciais classificados como baixa renda, beneficiários de descontos previstos em Lei, e à iluminação pública.

A possibilidade de optar pela tarifa branca amplia os direitos dos consumidores de energia elétrica. Da mesma forma que é possível aderir, se o consumidor perder a vantagem oferecida pela tarifa branca ele pode solicitar sua volta ao sistema tarifário anterior (tarifa convencional).

Controle do consumo. Com a tarifa branca, o consumidor passa a ter a possibilidade de pagar valores diferentes em função da hora e do dia da semana em que consome a energia elétrica.

Se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia fora do período de ponta, diminuindo fortemente o consumo no horário de ponta (aquele com maior demanda de energia na área de concessão) e no intermediário, a opção pela tarifa branca oferece a oportunidade de reduzir o valor pago pela energia consumida.

Nos dias úteis, o valor tarifa branca varia em três horários: ponta, intermediário e fora de ponta. Na ponta e no intermediário, a energia é mais cara. Fora de ponta, é mais barata. Nos feriados nacionais e nos finais de semana, o valor é sempre fora de ponta.

Os períodos horários de ponta, intermediário e fora ponta são homologados pela ANEEL nas revisões tarifárias periódicas de cada distribuidora, que ocorrem em média a cada quatro anos. As distribuidoras deverão divulgar todas essas informações para possibilitar a opção dos consumidores pela tarifa branca.

Antes da criação da tarifa branca, havia apenas uma tarifa, a convencional, que tem um valor único (em R$/kWh) cobrado pela energia consumida e é igual em todos os dias, em todas as horas.

A tarifa branca cria condições que incentivam alguns consumidores a deslocarem o consumo dos períodos de ponta para aqueles em que a rede de distribuição de energia elétrica tem capacidade ociosa.

É importante que o consumidor, antes de optar pela tarifa branca, conheça seu perfil de consumo e a relação entre a tarifa branca e a convencional, que varia segundo a distribuidora. Quanto mais o consumidor deslocar seu consumo para o período fora de ponta e quanto maior for a diferença entre essas duas tarifas, maiores são os benefícios da tarifa branca.

A tarifa branca não é recomendada se o consumo for maior nos períodos de ponta e intermediário e não houver possibilidade de transferência do uso dessa energia elétrica para o período fora de ponta.

Para ter certeza do seu perfil, o consumidor deve comparar suas contas com a aplicação das duas tarifas. Isso é possível por meio de simulação com base nos hábitos de consumo e equipamentos do consumidor ou com o uso de um medidor, aprovado pelo Inmetro, que consiga registrar o consumo conforme os horários em que a energia elétrica é utilizada.

Para aderir à tarifa branca, os consumidores precisam formalizar sua opção junto à distribuidora. Quem não optar por essa modalidade continuará sendo faturado pelo sistema atual.

Fonte: Aneel

Aneel libera funcionamento de eólicas no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou a entrada em operação comercial de três turbinas de 2.100kW do parque eólico São Domingos, instalado no município de São Miguel do Gostoso. O parque é composto por 12 aerogeradores e a liberação para funcionamento somará 6.300 kW em potência instalada.

Também entrou em operação comercial um aerogerador de 2.100kW do parque  Ventos de São Benedito, instalado no mesmo município. Os dois empreendimentos são de propriedade da CPFL Renováveis.

Com estes novos aerogeradores em funcionamento, o Rio Grande do Norte fica cerca de 45MW para a quebra dos 3GW em potência eólica instalada.

 

Fonte: CERNE Press

No RN, Aneel libera funcionamento de 24MW em eólicas

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou nesta quarta-feira (17), a entrada em operação comercial de oito aerogeradores do parque eólico Vila Amazonas V, somando 24.000 kW de potência instalada no Rio Grande do Norte. Localizada no município de Serra do Mel, a usina é de propriedade da empresa Voltalia.
“Estamos nos aproximando cada vez mais dos 3 GW de potência instalada no Estado. Até agora tudo está acontecendo como o esperado”, afirma o Diretor de Engenharia e Infraestrutura Elétrica do CERNE, Milton Pinto. “O próximo parque eólico a entrar em operação comercial  deve ser Vila Pará I, da Voltalia. Atualmente, estamos a pouco mais 50 MW para alcançarmos a marca dos 3 GW”, finaliza.
Fonte: CERNE Press

Eólica no Rio Grande do Norte entra em operação comercial

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) liberou nesta segunda-feira (18) o início da operação comercial na EOL Campo dos Ventos I, localizada no município de João Câmara, no Rio Grande do Norte. O benefício foi para UG1, UG2 e UG4, com 2,1 MW cada, totalizando 6,3 MW de capacidade instalada.

Outro parque eólico potiguar também entrou em funcionamento desde o dia 14 de julho, a EOL Macambira I, em Santana do Matos, foi beneficiada com a entrada em operação das unidades UG1 a UG9, de 2 MW cada, totalizando 18 MW.

Fonte: Da Agência CanalEnergia, Operação e Manutenção