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EPE cadastra 1672 empreendimentos para o leilão A-4 de 2018

Foi concluído nesta sexta-feira, 05/01/2018, às 12h00, o cadastramento de projetos para participação no Leilão de Energia Nova “A-4” de 2018. Anunciado pelo Ministério de Minas e Energia por meio da Portaria nº 465, de 30 de novembro de 2017, o leilão está previsto para ser realizado em 4 de abril, com participação de fontes renováveis (eólica, biomassa, solar e hidrelétrica).

No total, foram cadastrados 1.672 projetos, totalizando 48.713 MW de capacidade instalada. A fonte eólica foi a com maior oferta cadastrada, tanto em número de projetos, com 931, como em potência total, com mais de 26 GW. Os empreendimentos fotovoltaicos também se destacaram, com 620 projetos cadastrados, superando 20 GW de capacidade instalada. O quadro a seguir apresenta os números de empreendimentos cadastrados, com informações mais detalhadas.

Do total de projetos cadastrados, 77% optaram por aproveitar o cadastramento oriundo dos Leilões de 2017, conforme preconizado no art. 2°, §2°, da Portaria MME n° 465/2017. Estes projetos foram dispensados da reapresentação da totalidade dos documentos, desde que mantidos inalteradas as características técnicas. Nesses casos, os empreendedores fazem todo o processo exclusivamente via sistema AEGE e eventual documentação complementar pode ser entregue por email (aege@epe.gov.br).

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Energia eólica e solar recebem duas vezes mais financiamento do que combustíveis fósseis

As energias eólica e solar estão prestes a se tornarem invencíveis, a produção de gás natural e petróleo está se aproximando do pico e os carros elétricos e baterias para as redes de eletricidade esperam o momento de assumir o controle. Este é o mundo que Donald Trump herdou como presidente dos EUA. E ainda assim o plano energético dele é eliminar restrições para ressuscitar um setor que nunca voltará: o de carvão.

As instalações de energia limpa quebraram novos recordes em todo o mundo em 2016 e as energias eólica e solar estão recebendo duas vezes mais financiamento que os combustíveis fósseis, segundo novas informações divulgadas pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF). Isso se deve em grande parte ao fato de os preços continuarem caindo. A energia solar está se tornando, pela primeira vez, a forma mais barata de gerar eletricidade nova no mundo.

Mas com os planos de desregulamentação de Trump, o que “vamos ver é a era da abundância — turbinada”, disse o fundador da BNEF, Michael Liebreich, durante apresentação em Nova York. “É uma boa notícia economicamente, mas há um pequeno senão: o clima.”

Queda nos custos

Os subsídios governamentais têm ajudado as energias eólica e solar a garantirem presença nos mercados globais de energia, mas as economias de escala são o verdadeiro motor por trás da queda dos preços. As energias eólica e solar não subsidiadas estão começando a ganhar a concorrência contra o carvão e o gás natural em um grupo cada vez maior de países.

Os EUA podem não liderar o mundo em energias renováveis enquanto porcentagem da produção de sua rede, mas vários estados estão superando as expectativas.

As energias eólica e solar decolaram — a tal ponto que as operadoras de rede da Califórnia estão enfrentando alguns dos mesmos desafios de regular as oscilações das energias renováveis de alta densidade que têm afetado a revolução energética da Alemanha. A expansão nos EUA não é a primeira, mas tem sido notável.

A demanda por eletricidade nos EUA vem caindo, em grande parte devido à eficiência energética maior em tudo, de lâmpadas e TVs à indústria pesada. Em um ambiente como esse, o combustível mais caro perde, e este perdedor, cada vez mais, tem sido o carvão.

Com a entrada das energias renováveis na matriz, até mesmo as usinas de combustíveis fósseis que ainda estão em operação estão sendo usadas com menor frequência. Quando o vento está soprando e o sol está brilhando, o custo marginal dessa eletricidade é essencialmente gratuito, e energia gratuita sempre ganha. Isso significa também lucros menores para usinas de energia baseadas na queima de combustível.

A má notícia para as produtoras de carvão fica ainda pior. Os equipamentos de mineração dos EUA se tornaram maiores, melhores e muito mais eficientes. Talvez o que mais afeta os empregos na indústria do carvão sejam os equipamentos de mineração melhores. O estado da Califórnia atualmente emprega mais gente na indústria de energia solar do que a indústria do carvão em todo o país.

Fonte: Bloomberg | Tom Randall

Governo muda data de leilão para contratar energia solar e eólica

O Ministério de Minas e Energia decidiu adiar a data de realização do leilão para a contratação de energia solar e eólica. A licitação, que estava marcada para o dia 16 de dezembro, deve ser feita no dia 19 de dezembro. Segundo o ministério, a alteração da data teve o objetivo de ajustar o dia do leilão com o cronograma de eventos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

No 2º Leilão de Energia de Reserva de 2016 serão negociados contratos na modalidade por quantidade de energia elétrica para empreendimentos de fontes eólica e solar fotovoltaica, com início de suprimento em 1° de julho de 2019 e prazo de suprimento de vinte anos.

Fonte: Sabrina Craide – Agência Brasil

Preço para leilão de energia em dezembro é considerado bom para investidores, dizem analistas

O leilão de reserva para contratação de novas usinas de energia solar e eólica agendado pelo governo para 16 de dezembro deverá ter sucesso em atrair investidores mesmo em meio à conjuntura econômica ainda adversa do Brasil, afirmaram especialistas à Reuters.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu na sexta-feira os preços teto para a licitação, que foram vistos como suficientes inclusive para acomodar algum risco cambial, após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas levar a uma desvalorização do real contra o dólar.

A geração das usinas solares será negociada a um máximo de 320 reais por megawatt-hora, enquanto as eólicas terão teto de 247 reais por megawatt-hora. Os vencedores do leilão fecharão contratos com duração de 20 anos e início do suprimento em julho de 2019.

“O preço está bom, é satisfatório”, disse à Reuters o presidente do conselho da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Lauro Fiúza.

A avaliação é semelhante entre os investidores de geração solar, de acordo com o presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia. “O valor foi bem recebido… atrairá um volume importante de empreendedores para participar do certame… com esta sinalização positiva ao mercado, haverá forte competição.”

Os leilões de reserva são realizados pelo governo com o objetivo contratar energia extra para garantir a segurança no atendimento à demanda. Assim, o certame acontecerá mesmo em um cenário de sobreoferta de eletricidade devido à crise, o que faz com que a expectativa não seja de uma contratação muito expressiva.

Além disso, os especialistas observaram que as restrições de financiamento ainda existentes em meio à recessão brasileira limitam a entrada de empresas no certame.

“Os fundos de investimento saem favorecidos, porque já possuem dinheiro levantado, e os estrangeiros também”, afirmou o diretor da consultoria Excelência Energética, Erik Rêgo.

Ele listou entre as favoritas na concorrência elétricas com capital estrangeiro e boa posição de caixa, como Engie e AES Tietê.

EFEITO TRUMP?

Apesar dos preços atrativos, o mercado deverá acompanhar atentamente a evolução do câmbio até o leilão, uma vez que a vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas levou a uma desvalorização do real, que é negociado a 3,44 reais por dólar nesta segunda-feira, ante 3,15 reais na última terça-feira.

A diretora da consultoria Thymos Energia, Thais Prandini, disse que a alta do dólar impacta mais os projetos solares, que têm maior parcela de componentes importados, mas não deverá afastar o interesse do investidor a não ser que apareçam novas surpresas no radar.

“Tem muito investidor que está olhando… isso encarece o investimento nas plantas, claro… mas não acredito que vá atrapalhar o leilão”, disse.

Erik, da Excelência Energética, também disse acreditar que a atual taxa de câmbio não afeta a competição, mas ressaltou que esse será um ponto de atenção dos empreendedores.

“Um câmbio até 3,50 (reais por dólar) não vai mudar (o cenário para o leilão)… mas é um fator de incerteza que entrou… tem um mês ainda para ver como o dólar vai se comportar, se continuar oscilando muito o investidor pode tirar o pé”, disse.

NOVOS ESTADOS

As regras da licitação de dezembro deverão favorecer Estados até então menos visados para usinas eólicas e solares, uma vez que haverá limitação para participação na concorrência de projetos em regiões com falta de capacidade para conexão à rede de transmissão, como o Rio Grande do Norte, a Bahia e o Rio Grande do Sul.

“Posso imaginar que o Piauí vai ter parques em uma situação bastante favorável… Paraíba, Pernambuco. Maranhão tem alguma coisa também, então esses parques podem ser beneficiados nesse leilão”, disse o consultor Odilon Camargo, da certificadora de projetos Camargo Schubert.

Lauro Fiúza, da Abeeólica, também apontou o Ceará entre os Estados que devem atrair investimentos no leilão.

8 tendências que podem mudar o tabuleiro energético mundial

Dentro de 20 anos, as energias renováveis ultrapassarão fontes fósseis como o carvão e gás natural na geração global de energia, pavimentando o caminho para uma nova era de geração mais limpa e de menor impacto ambiental.

É o que indica a edição 2016 do estudo Energy Outlook (NEO), feito pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF). A pesquisa prevê um investimento vultoso de US$ 7,8 trilhões de dólares em fontes como eólica, solar e biomassa até 2040, superior aos investimentos nas energias fósseis.

Apesar da altas cifras, o estudo calcula que seria preciso investir muito mais em tecnologias verdes para reduzir as emissões de gases efeito estufa na atmosfera e evitar mudanças climáticas perigosas na Terra.

Ainda assim, muitas tedências prometem sacudir o tabuleiro energético mundial nos próximos anos. Veja abaixo as tendências principais mudanças previstas pelo estudo da BNEF.

1. Custos de energia eólica e solar despencam

Os custos nivelados — que representam o atual valor líquido de todos os custos, capital e operacional, de uma unidade geradora de eletricidade por todo seu ciclo de vida, dividido pelo número de MWh de eletricidade prevista que ela irá fornecer — para a energia eólica onshore vão sofrer queda de 41% até 2040, e para energia solar fotovoltaica, em 60%, fazendo com que essas duas tecnologias sejam as mais baratas para produção de eletricidade em muitos países durante a década de 2020 e na maior parte do mundo na década de 2030.

Foto: ThinkStock

2. Renováveis vão atrair mais investimento que fontes fósseis

A BNEF reduziu suas previsões de longo prazo para os preços do carvão e do gás em 33% e 30%, respectivamente, refletindo um excesso de oferta projetado para ambas as commodities, associado especialmente à exploração do xisto nos EUA. Mas o investimento na geração a carvão e gás continuará, predominantemente, nas economias emergentes. Cerca de US$ 1,2 trilhão serão colocados em nova capacidade de queima de carvão e US$ 892 bilhões para novas usinas a gás.

Apesar disso, o mundo viverá uma rápida transição para energia limpa ao longo dos próximos 25 anos, segundo a pesquisa.

Cerca de US$7,8 trilhões serão investidos em energia renovável, com eólica onshore e offshore atraindo US$ 3,1 trilhões, energia solar de grande escala (gerações de 10 MW ou mais), de telhado (rooftop) ou em pequena escala atrairão US$ 3,4 trilhões e US$ 911 bilhões serão destinados para hidroelétrica.

3. Investimento ainda não é suficiente para atingir meta climática de 2⁰C

Além dos US$ 7,8 trilhões, o mundo precisaria investir mais US$ 5,3 trilhões em energia com zero emissão de carbono até 2040 para reduzir as emissões de CO2 e evitar um aumento superior aos 2ºC (em relação aos níveis pré-industriais) na temperatura global, limite considerado “seguro” pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

4. Boom dos carros elétricos vai aumentar demanda por eletricidade

Os veículos elétricos vão adicionar 2,701 terawatt-hora (TWh), ou 8%, à demanda global por eletricidade em 2040. A estimativa reflete a previsão da BNEF de que, em 25 anos, os elétricos vão representar 35% das vendas de veículos novos leves em todo o mundo, o equivalente a 41 milhões de carros, cerca de 90 vezes o total de 2015.

Fonte: Sean Gallup/Getty Images

Fonte: Sean Gallup/Getty Images

5. Armazenamento de bateria em pequena escala, um mercado de US$ 250 bilhões

Ainda segundo a pesquisa, os veículos elétricos vão reduzir o custo de baterias de íon de lítio, aumentando cada vez mais a sua implantação em sistemas solares residenciais e comerciais. O total de armazenamento irá aumentar dramaticamente dos atuais 400MWh para quase 760GWh em 2040.

6. Geração a carvão na China vai reduzir o passo

As mudanças na economia chinesa e um maior direcionamento para energias renováveis afetarão a geração a carvão na China, que, em 10 anos, será de 1000TWh, ou 21% abaixo do número previsto pela BNEF, no relatório do ano passado.

7. Isso aumenta a importância da Índia na tendência das emissões globais

Exploração de carvão na Índia: matriz do país é dominada por fontes fósseis. (Foto: Getty Imagens)

Exploração de carvão na Índia: matriz do país é dominada por fontes fósseis. (Foto: Getty Imagens)

A demanda indiana por eletricidade deverá crescer 3,8 vezes entre 2016 e 2040. Apesar do investimento de US$ 611 bilhões em energias renováveis nos próximos 24 anos, e US$ 115 bilhões em energia nuclear, a Índia continuará a depender fortemente das centrais elétricas a carvão para atender à crescente demanda. A previsão é que isso triplique as emissões anuais pelo setor de energia do país até 2040.

8. Energias renováveis vão dominar na Europa e vão ultrapassar gás nos EUA

Eólica, solar, hídrica e outras energias renováveis vão gerar 70% da energia da Europa em 2040, um aumento em relação aos 32% em 2015. Nos EUA, sua participação vai saltar de 14% em 2015 para 44% em 2040, ao passo que o gás deverá cair de 33% para 31%.

Fonte: Vanessa Barbosa | Exame.com

Geração alternativa de eletricidade passa longe da crise e recebe fortes investimentos

Setor abrirá 828 mil vagas até 2020. Os segmentos eólico e solar puxam a expansão

Bons ventos sopram na indústria energética brasileira e tudo indica que, mais do que apenas luz no fim do túnel, há força suficiente para impulsionar a retomada do crescimento do país. A geração de energia elétrica alternativa nem parece estar em um país com 11,4 milhões de desempregados e mergulhado na pior recessão da história. Os segmentos eólico e solar crescem a taxas de dois dígitos por ano e, com o potencial de expansão de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), devem criar 828 mil empregos até 2020, com investimentos bilionários.

Com o melhor fator de produtividade do planeta no aproveitamento dos ventos, o Brasil teve o maior crescimento global em geração de energia eólica em 2015. E, apesar de ser razoavelmente jovem, impulsionado a partir de 2009, o setor colocou o país na 10ª colocação em um ranking mundial de capacidade instalada, caminhando a passos largos para a nona posição. Dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) mostram que, em 2015, o salto foi de 46,1%, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encolheu 3,8%. Foram R$ 20 bilhões em investimentos e 41 mil empregos gerados.

Presidente da Abeeólica, Elbia Silva Gannoum explica que, desde que o aparato regulatório incluiu a geração eólica nos leilões de energia, em 2009, a fonte se tornou a segunda mais competitiva, perdendo apenas para a hidrelétrica, na matriz energética brasileira. “Assumimos essa posição por dois motivos: progresso tecnológico e condições climáticas. O fator de produtividade mundial é de 28% a 30%. No Brasil, está entre 50% e 65%”, compara.

Dos leilões de energia realizados nos últimos sete anos, o setor foi responsável por mais de 50% das contratações, atrás apenas das grandes hidrelétricas. Em 2015, dos 7 gigawatts de energia nova (GW), 39% foram de eólica. “Conseguimos implantar uma cadeia produtiva na indústria. Hoje, os projetos têm de 70% a 80% de nacionalização. Trouxemos fábricas para cá. A cada aerogerador, são 1 mil fornecedores”, diz.

GARGALOS Com investimentos em torno de R$ 20 bilhões por ano, inserindo no sistema interligado nacional 2 GW de energia por ano, o setor eólico já tem contratados quase 18,5 mil megawatts (MW) de potência até 2019. Como para cada 1 MW são criados 15 empregos, serão mais 277 mil postos de trabalho até lá, além dos 41 mil abertos no ano passado, e, pelo menos, R$ 80 bilhões em investimentos.

Para Marco Afonso, diretor da CGI, consultoria em infraestrutura, dos três segmentos de geração alternativa de energia, o de eólica é o mais bem estruturado. “A cadeia de produtos está instalada no Brasil. Algumas empresas, inclusive, já exportam. Outras ainda têm interesse de vir para cá. Mas o país precisa resolver gargalos que atrapalham o setor”, alerta. O principal deles é o descasamento das obras de geração com as de transmissão. “Na hora de produzir, faltam linhas de transmissão, que enfrentam entraves no licenciamento ambiental”, pondera. Outro problema é o crédito restrito.

Um exemplo de como os parques eólicos se multiplicam no país é a inauguração, em 29 de junho, de mais um deles, na Serra do Mel, no Rio Grande do Norte. O Complexo Eólico Vamcruz, da empresa Voltalia, em parceria com Chesf e Encalso, produzirá aproximadamente 450 gigawatts por hora (GWh) ao ano, energia suficiente para abastecer mais de 200 mil famílias. O parque criou 485 empregos durante as obras, além de 30 diretos para operação.

O diretor-geral da Voltalia Energia do Brasil, Robert Klein, explica que o setor eólico foi pouco atingido pela crise. Mas houve dificuldades burocráticas. “A demora na obtenção de financiamentos e o aumento do custo foram complicadores. Além disso, devido às turbulências políticas, algumas licenças e autorizações demoraram a sair mais do que de costume”, lamenta. Porém, o executivo ressalta que o Vamcruz é o terceiro complexo construído pela empresa e a credibilidade e a experiência no mercado ajudaram a superar os entraves.

A empresa está construindo outros parques. O próximo complexo a entrar em operação ainda neste ano na Serra Pará terá 99 MW de capacidade instalada. Na sequência, será construído o Parque Vila Acre I, com 27 MW, também em Serra do Mel, como resultado do último leilão que a Voltalia participou, em novembro de 2015.

PCHs em alta

Paulo Sivieri Arbex, presidente da Associação Brasileira de Fomento às PCHs (ABRAPCH) conta que há, hoje, 17 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) outorgadas e 159 aptas à outorga aguardando licença ambiental. “Somadas, as 176 PCHs devem agregar ao sistema uma potência instalada de 2.064 MW, com investimentos previstos de R$ 16,5 bilhões e 400 mil empregos diretos e indiretos”, afirma. As CGHs (usinas de até 3 MW), também têm um potencial enorme. “São mais de 80 usinas a construir, com potência instalada superior a 160MW, investimentos de R$ 1,4 bilhão e mais de 50 mil vagas”, estima.

Fonte: Estado de Minas