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Parceria entre CERNE e IFRN Campus Parnamirim visa desenvolver fábrica de software

O diretor técnico do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), Hugo Fonseca, se reuniu com o Diretor-Geral do Instituto Federal de Educação Tecnológica (IFRN) Campus Parnamirim, Ismael Coutinho,  com o objetivo de firmar uma parceria entre as duas instituições para desenvolver a ideia de montar o conceito de Fábrica de Software no Campus Parnamirim, com alunos do Técnico em Informática e do tecnólogo de Sistemas para Internet, podendo ter alunos de Mecatrônica e Redes de Computadores também.

Uma fábrica de software cria um produto sob medida para cada cliente e utiliza em suas operações indicadores de qualidade e de produtividade em cada etapa do ciclo de desenvolvimento. Alguns fatores contribuíram para o crescimento deste serviço, que surgiu para atender novas necessidades do mercado de TI.

Na reunião estiveram presentes os professores João Maria Nascimento e Valério Gutemberg e o Coordenador do Curso de Sistemas para Internet, o professor Givanaldo Rocha.

O que é o CERNE?

O CERNE é um “think tank” voltado para a concepção, discussão e implementação de estratégias públicas e privadas relativas ao aproveitamento sustentável dos recursos naturais e energéticos do Nordeste Setentrional do Brasil. Sua missão é promover a articulação com as diversas instâncias institucionais, acadêmicas, científicas, empresariais e governamentais relacionadas com a exploração sócio-econômica, conservação, planejamento e desenvolvimento dos recursos naturais e fontes energéticas, de forma a assegurar sua boa utilização no presente, em benefício das gerações futuras.

Fonte: CERNE Press

CERNE participa de lançamento do Centro de Pesquisa em Energia Fotovoltaica

Campus Natal-Central do IFRN lança Centro de Pesquisa em Energia Fotovoltaica. Após instalação de usinas solares em todas as unidades, a meta da instituição de ensino é se tornar produtor de tecnologia.

O diretor de Tecnologia, Pesquisa e Inovação do CERNE, Olavo Oliveira, esteve presente na última quinta-feira (22) na cerimônia de inauguração do Centro de Pesquisa em Energia Solar Fotovoltaica do IFRN, instalado no Campus Natal-Central do Instituto.

Diretor de Tecnologia, Pesquisa e Inovação do CERNE, Olavo Oliveira (à esq.). Foto: Jônatas Moura

O lançamento aconteceu no miniauditório do Campus e contou com a presença do reitor Wyllys Farkatt, do diretor-geral Arnóbio de Araújo Filho e do ouvidor Belchior Rocha que deu início ao projeto IFRN Solar na sua gestão como reitor, de 2009 a 2016. Esteve presente também o superintendente da Funcern, Jairo Santos.

O  reitor Wyllys Farkatt reforçou o objetivo do Centro: atuar no nível da pesquisa para o desenvolvimento tecnológico e complementação da formação dos alunos. “Nosso objetivo é virar referência como produtores de inovação na área. Com as usinas de energia solar, já somos protagonistas”, enfatizou.

“É muito importante estar presente, pois estreitamos ainda mais os nossos laços de parceria com o IFRN”, destacou o diretor setorial do CERNE, Olavo Oliveira.  “Fomos citados nominalmente pelos líderes do Instituto como importantes colaboradores e grandes parceiros nesses últimos anos”, concluiu.

O IFRN possui 21 usinas, com a marca dos 2.139 kWp de potência conectada à rede da Cosern. A produção de energia elétrica é convertida em desconto proporcional na conta de luz da Instituição. Com isso, a economia deve ser de um milhão e 300 mil reais por ano. O investimento foi de quase 17 milhões de reais, mas as usinas têm um tempo estimado de funcionamento de 30 anos, podendo ser mais que isso e sem custos de manutenção.

Fonte: CERNE Press

Empresas podem contratar estudantes do IFRN pelo Programa Jovem Aprendiz

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), através da Assessoria de Relações com o Mundo do Trabalho, desenvolve desde o ano passado uma parceria voltada ao mercado profissional. Os alunos dos cursos técnicos de nível médio da Instituição tem a oportunidade de participar do Programa Jovem Aprendiz.

Podem ser contratados pelo programa os estudantes que estão no 3º ou 4º ano do técnico integrado ao ensino médio ou no 1º, 2º ou 3º semestre dos cursos técnicos subsequentes, que são aqueles realizados por quem já concluiu o ensino médio.

Umas das vantagens do Programa para o estudante, comparando-se ao estágio, é o registro em carteira profissional de trabalho. Para os empresários, um dos pontos positivos é o cumprimento da exigência legal de ter no seu quadro de funcionários jovens aprendizes, além de profissionais que estão recebendo formação especializada para a função que vão desempenhar no mercado de trabalho.

As empresas já cadastradas no programa devem procurar um dos 21 campi do IFRN espalhados pelo estado, ou ligar para a Proex (84 4005-0891) para solicitar indicações de possíveis aprendizes.

Para acessar todos os cursos ofertados pelo IFRN, acesse o link: http://portal.ifrn.edu.br/ensino/cursos

As modalidades disponíveis pelo programa Jovem Aprendiz podem ser consultadas pelo link: http://portal.ifrn.edu.br/extensao/estagios-e-egressos/aprendizagem/orientacoes-aprendizagem

Fonte: CERNE Press

CERNE e IFRN discutem parceria para oferta de cursos no setor de energia

O presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), Jean Paul Prates, esteve na última quinta-feira (01) no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), onde se reuniu com o reitor da instituição, Wyllys Farkatt, para discutir a oferta de capacitação na área de energia renovável no Estado.

De acordo com Prates, o CERNE é uma entidade multisetorial que tem o objetivo de manter o Nordeste Setentrional como referência na área de energias renováveis. “Não somos centro de pesquisa nem instituição de ensino. Por isso buscamos o apoio para a capacitação no setor”, comentou.

“O IFRN se insere diretamente nas discussões para o desenvolvimento tecnológico do setor. Além disso, o projeto IFRN Solar gera energia elétrica em todos os nossos 21 campi e na Reitoria e é o maior do país no setor público”, destacou o reitor da instituição.

Nessa perspectiva, a proposta é estabelecer núcleos de troca de conhecimentos entre pesquisadores do RN e de outros estados e capacitar também os gestores ou possíveis gestores de empresas da área. “O Rio Grande do Norte é o maior produtor de energia eólica do país. Precisa ser também um polo de estudo em energia eólica”, acrescentou Jean Paul Prates.

Na reunião, também foi acordada uma parceria para o desenvolvimento de um projeto piloto de site colaborativo para as empresas do setor. A intenção é que seja um espaço em que empreendedores, gestores, prestadores de serviço e funcionários possam oferecer seu serviço, com a opção de avaliação e de contratação por meio do portal.

Fonte: CERNE Press com informações do IFRN

IFRN está entre as instituições públicas que mais gera energia limpa no Brasil

O Instituto Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (IFRN) está entre as instituições públicas que mais geram energia limpa no Brasil. Desde dezembro do ano passado, o IFRN atingiu a meta de instalar usinas solares em todos os 21 campis da instituição e reitoria.

Com isso, todas as unidades somadas têm cerca de 2.139 kWp de potência em energia solar – aquela gerada pela luz do sol por meio de painéis fotovoltaicos – conectada à rede, representando 24% do total de energia elétrica que o instituto consome.

“Considerando todos os geradores fotovoltaicos em operação no IFRN, temos potencial para gerar até 3,36 GWh/ano, o que representaria redução de despesa com energia elétrica da ordem de R$ 1,3 milhão por ano”, explica o professor e diretor acadêmico de Indústria do IFRN, Augusto Fialho.

“É extremamente importante que o Brasil reconheça esta grande realização do IFRN. Uma entidade pública comprovadamente eficiente, e que ainda dá entre tremendo exemplo de modernização e sintonia com os novos tempos, aproveitando localmente a energia solar que o RN proporciona”, celebrou o Diretor-Presidente do CERNE, Jean-Paul Prates.

Agora que todas as unidades do IFRN possuem geração própria de energia elétrica, a próxima meta será cobrir com fonte renovável, no mínimo, 30% do consumo de cada unidade.

Fonte: CERNE Press

Com usina fotovoltaica em Lajes, IFRN bate meta de produção energética

Na segunda-feira desta semana, dia 26 de dezembro, entrou em funcionamento a 12ª usina fotovoltaica do IFRN, a do Campus Lajes, após inspeção e autorização da Cosern. A expectativa é que o gerador forneça anualmente 85,2 MWh, cobrindo cerca de 40% do consumo anual atual da unidade de ensino. De acordo com o engenheiro eletricista do IFRN Franclin Róbias, isso representará uma economia de no mínimo R$ 28,9 mil na despesa bruta com o fornecimento de energia elétrica. “Além do benefício econômico, cerca de 11 T/ano de CO2 deixarão de ser lançados na atmosfera”, completa.

Este é o 12º gerador fotovoltaico instalado no Instituto. “Assim a Instituição fecha 2016 batendo a meta com a expressiva marca de 1,2 MWp fotovoltaico distribuídos no estado, potência superior à da maior usina fotovoltaica em operação no RN, a Usina Fotovoltaica Alto do Rodrigues (UFVAR), com 1,1 MW, pertencente à Petrobras”, comemora o engenheiro.

Para o professor Alexandro Vladno, que já foi coordenador do curso Tecnólogo de Energias Renováveis do Campus João Câmara e hoje é diretor acadêmico do Campus Lajes, a experiência do IFRN com as usinas fotovoltaicas é um exemplo para todo o país. “Além de contribuirmos com a diversidade na produção de energia, ainda oferecemos um espaço de pesquisa para nossos estudantes e professores. Isso tem atraído a atenção de profissionais e outros pesquisadores da área, comentou.

USINAS FOTOVOLTAICAS NO IFRN

Em 2017, serão instalados minigeradores de 110 kWp nos campi Natal-Zona Norte e Santa Cruz. Mossoró também será contemplado com um gerador de 137,5 kWp. A expectativa da Diretoria de Engenharia do Instituto, focada na sustentabilidade, é conseguir contratar, ainda em 2017, usinas de energia solar para todas as outras unidades do IFRN. Hoje, além do Campus Lajes, há usinas na Reitoria e nos campi Caicó, Canguaretama; Ceará-Mirim; Currais Novos; João Câmara; Natal-Central; Parelhas;  Pau dos Ferros; São Gonçalo e São Paulo do Potengi.

Com potência instalada de 50 kWp, o gerador do Campus Lajes seguiu o mesmo projeto do equipamento instalado no Campus Parelhas (em 2015), composto de 200 painéis solares policristalinos de 250 Wp (Watt pico), da Canadian Solar, ocupando área de 320m² sobre a cobertura do prédio principal. Dois inversores trifásicos de 27 kW, modelo Trio da ABB, realizam a conversão da energia gerada em corrente contínua para corrente alternada, utilizada pelas cargas elétricas da unidade.

O IFRN foi a primeira instituição pública do estado a aderir ao sistema de compensação de energia regulamentado pela Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL. Conforme a REN 482/2012, um consumidor de energia elétrica que instale pequenos geradores em sua casa, condomínio ou empresa (como, por exemplo, painéis solares fotovoltaicos e pequenas turbinas eólicas) pode utilizar a energia gerada para abater o consumo de energia elétrica da unidade. Quando a geração for maior que o consumo, o saldo positivo de energia poderá ser creditado na fatura dos meses seguintes.​

Fonte: Novo Jornal

Diretor do CERNE faz palestra sobre cenário das eólicas no Brasil

O Diretor Setorial de Engenharia e Infraestrutura Elétrica do CERNE, Milton Pinto, realizou na manhã desta terça-feira (08) a palestra “O Cenário da Energia Eólica no Brasil” no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN). Milton apresentou uma descrição histórica do desenvolvimento da energia eólica no país, incluindo aspectos técnicos relevantes.

A palestra está inserida na programação do Expotec 2016, feira de ciências e tecnologia da instituição, que acontece de 08 a 10 de novembro na sede do IFRN Natal-Central.

Fonte: CERNE Press

IFRN ultrapassa 1MWp em geração solar fotovoltaica

Na tarde do dia 31 de agosto, entrou em operação o minigerador fotovoltaico do Campus Caicó. Com potência instalada de 114 kWp, o gerador é composto de 440 painéis de 260 Wp, além de 4 inversores trifásicos de 25 kW. Os painéis, responsáveis pela conversão da luz solar em eletricidade, foram instalados sobre área de estacionamento, cobrindo cerca de 708 m².

Estima-se que produzirá cerca de 171,6 MWh anuais, o que representa 41% do total de energia elétrica consumida noCampus nos últimos 12 meses. Em termos monetários, haverá redução de quase R$ 55 mil na despesa anual da unidade. O benefício para o meio ambiente será evitar a emissão de 22 toneladas de CO2 na atmosfera, o que ocorreria caso toda a energia fornecida pelo gerador fotovoltaico fosse fornecido pelo sistema elétrico convencional.

“Com entrada desse gerador, o IFRN ultrapassou a marca de 1 MWp fotovoltaico em funcionamento”, comentou Franclin Róbias, engenheiro eletricista do Instituto. Segundo registros da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), atualmente no RN apenas a Usina Solar Alto do Rodrigues tem capacidade instalada superior. O Brasil tem apenas 8 usinas fotovoltaicas com capacidade entre 1MWp e 10 MWp. As maiores em operação no país são as usinas Fontes Solar I e II, com 5 MWp, cada.

Agora o Instituto tem 10 geradores fotovoltaicos distribuídos em suas unidades: Reitoria e, além do Campus Caicó, os campi Currais Novos; Canguaretama; Ceará-Mirim; São Paulo do Potengi; Parelhas; São Gonçalo; Pau dos Ferros e João Câmara. O gerador do Campus Lajes aguarda a conclusão dos trâmites finais junto à COSERN para autorizar o funcionamento.

A Instituição está realizando a aquisição de mais 3 geradores para os Campi Mossoró, Santa Cruz e Natal- Zona Norte. Uma licitação para contemplar as unidades Apodi, Cidade Alta, Ipanguaçu, Macau, Nova Cruz e Parnamirim está em andamento. A meta atual é cobrir com fonte renovável pelo menos 30% do consumo de energia elétrica de cada unidade do IFRN.

Energia solar no IFRN

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) foi a primeira instituição pública do Estado a aderir ao sistema de compensação de energia regulamentado pela Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL. Conforme a REN 482/2012, um consumidor de energia elétrica que instale pequenos geradores em sua casa, condomínio ou empresa (como, por exemplo, painéis solares fotovoltaicos e pequenas turbinas eólicas) pode utilizar a energia gerada para abater o consumo de energia elétrica da unidade. Quando a geração for maior que o consumo, o saldo positivo de energia poderá ser creditado na fatura dos meses seguintes.

Fonte: Comunicação IFRN

Diretores do Cerne visitam IFRN para futura parceria

O Campus EaD do IFRN recebeu, da última quinta feira, 04, a visita de dois diretores técnicos do Centro de Estratégias em Recursos Naturais & Energia (Cerne), para conhecimento da infraestrutura de um prédio de educação a distância. O encontro faz parte de um convênio entre as duas instituições, para oferta de variados cursos.

“A partir do segundo trimestre desse ano, pretendemos ofertar os cursos na área das energias renováveis, mas não impede que no futuro ofertemos cursos como edificações renováveis e impressões 3D para utilização em energia”, disse Olavo Bueno Oliveira, diretor técnico da Cerne.

Na visita, também estiveram presentes o outro diretor técnico de meio ambiente e sustentabilidade da Cerne, Hugo Alexandre, o professor do IFRN Augusto Fialho, responsável pelo contato da parceria, o engenheiro eletricista do IFRN, Franclin Róbias da Silva, além do Diretor Geral do Campus EaD, Wagner de Oliveira, e o coordenador de tecnologias de informação e comunicação do Campus, Fabiano Faustino.

Fonte: IFRN/ Campus EaD

Campus central do IFRN começa a produzir energia solar

Em busca de fonte alternativa de energia e, consequentemente, preocupado com a sustentabilidade, o Campus Natal Central começou a produção de energia solar nesta segunda-feira, dia 18.  Os geradores fotovoltaicos, que totalizam 825 painéis solares, divididos em dois geradores – um com 480 e outro com 345, ocupam aproximadamente 1.290m² e estão instalados sobre o teto dos blocos das salas de aula.

Estima-se que serão gerados 26.200kWh mensalmente, suprindo cerca de 11% do consumo, o que representa uma economia de R$ 116,3 mil anual para o Campus, como também uma redução de 28 toneladas na  emissão de CO2/ano.

De acordo com Franclin Róbias, engenheiro eletricista do IFRN, inicialmente, a energia gerada atenderá os condicionadores de ar dos blocos de aulas e o Data Center do Instituto. A energia restante será distribuída para as demais cargas elétricas ou irá para a rede de distribuição da Companhia de Energética do Rio Grande do Norte (COSERN). Nesse último caso, o medidor da subestação  registrará a energia fornecida para a rede externa e será descontada na fatura do Campus, gerando mais uma economia.

“O projeto, além der gerar economia e ser exemplo do uso de energia limpa, vai proporcionar aos alunos e professores o acompanhamento do seu funcionamento – inicialmente os do curso de Eletrotécnica, futuramente de Engenharia de Energia e de Informática”, observa o diretor de Administração do campus, Francisco Antonio de Pontes, que finaliza: “Nossa meta é ampliar a produção e nos próximos quatro anos chegar a 50% da energia consumida no campus”.

Outros 6 campi (Canguaretama, São Paulo do Potengi, Ceará-Mirim, Currais Novos, Parelhas e São Gonçalo) e a Reitoria do IFRN já possuem usina de energia solar. Os planos são que, em breve, os campi Pau dos Ferros, Caicó, João Câmara e Lajes também passem a contar com suas usinas. O Instituto foi a primeira instituição pública brasileira a usar micro e minigeradores conectados à rede de distribuição de energia elétrica, conforme Resolução Normativa 482/ANEEL.

Fonte: IFRN