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Escola pública de Fortaleza vai funcionar com energia solar

A Escola de Tempo Integral Professor Alexandre Rodrigues de Albuquerque, que será inaugurada na sexta-feira (10) no Bairro Siqueira, será abastecida parcialmente por painéis solares.

A escola conta com 10 placas fotovoltaicas para produção da sua própria energia, estimada em 4.500 kWh/ano, gerando uma economia de cerca de R$ 2 mil em 12 meses. A unidade já iniciou as atividades escolares, atendendo cerca de 500 alunos, do 6º ao 9º ano, residentes nos bairros Canindezinho, Parque São Vicente e Siqueira.

As placas fotovoltaicas da escola foram doadas pela Fênix Solar, empresa cearense responsável também pela instalação desses painéis. Para o diretor de Engenharia da Fênix Solar, Carlos Kleber, a acessibilidade desses equipamentos cria uma oportunidade para que os alunos conheçam o sistema solar fotovoltaico e entendam como ele funciona.

“Inclusive, isso faz com que despertem desde cedo o importante sentimento de preservação do meio ambiente através da geração de energia utilizando fontes naturais renováveis”, comenta.

Fonte: G1 Ceará

CERNE contribui em ação educativa no Rio Grande do Norte

O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) contribuiu com informações sobre energia eólica para uma feira de ciências realizada em uma escola pública localizada no município de Nísia Floresta, distante cerca de 30km de Natal.

A professora do 5º ano da Escola Estadual Camilo de Souza, Marilza Vieira, entrou em contato com o CERNE para solicitar informações sobre os maiores parques eólicos em operação no Brasil.

Foto: Marilza Vieira

Foto: Marilza Vieira

Os dados foram utilizados como embasamento para uma feira científica realizada na escola em novembro do ano passado em que um dos temas apresentados foi sobre energia limpa.

Fonte: CERNE Press

Campus central do IFRN começa a produzir energia solar

Em busca de fonte alternativa de energia e, consequentemente, preocupado com a sustentabilidade, o Campus Natal Central começou a produção de energia solar nesta segunda-feira, dia 18.  Os geradores fotovoltaicos, que totalizam 825 painéis solares, divididos em dois geradores – um com 480 e outro com 345, ocupam aproximadamente 1.290m² e estão instalados sobre o teto dos blocos das salas de aula.

Estima-se que serão gerados 26.200kWh mensalmente, suprindo cerca de 11% do consumo, o que representa uma economia de R$ 116,3 mil anual para o Campus, como também uma redução de 28 toneladas na  emissão de CO2/ano.

De acordo com Franclin Róbias, engenheiro eletricista do IFRN, inicialmente, a energia gerada atenderá os condicionadores de ar dos blocos de aulas e o Data Center do Instituto. A energia restante será distribuída para as demais cargas elétricas ou irá para a rede de distribuição da Companhia de Energética do Rio Grande do Norte (COSERN). Nesse último caso, o medidor da subestação  registrará a energia fornecida para a rede externa e será descontada na fatura do Campus, gerando mais uma economia.

“O projeto, além der gerar economia e ser exemplo do uso de energia limpa, vai proporcionar aos alunos e professores o acompanhamento do seu funcionamento – inicialmente os do curso de Eletrotécnica, futuramente de Engenharia de Energia e de Informática”, observa o diretor de Administração do campus, Francisco Antonio de Pontes, que finaliza: “Nossa meta é ampliar a produção e nos próximos quatro anos chegar a 50% da energia consumida no campus”.

Outros 6 campi (Canguaretama, São Paulo do Potengi, Ceará-Mirim, Currais Novos, Parelhas e São Gonçalo) e a Reitoria do IFRN já possuem usina de energia solar. Os planos são que, em breve, os campi Pau dos Ferros, Caicó, João Câmara e Lajes também passem a contar com suas usinas. O Instituto foi a primeira instituição pública brasileira a usar micro e minigeradores conectados à rede de distribuição de energia elétrica, conforme Resolução Normativa 482/ANEEL.

Fonte: IFRN