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CPFL Renováveis adere ao movimento sustentável Coalizão Brasil

A empresa CPFL Renováveis – que atua no segmento de geração de energia a partir de fontes renováveis – aderiu no início de março ao movimento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura.

Com o apoio, a companhia se une a um grupo de mais de 150 participantes em busca de soluções para as mudanças climáticas, por meio de um novo modelo de desenvolvimento, baseado na economia de baixo carbono.

O movimento defende entre outras coisas a valorização de produtos renováveis ou menos intensivos em emissões. Criada em 2014, a Coalizão Brasil se pauta por 17 propostas concretas voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa e à economia descarbonizada.

“Estamos sempre em busca de ações que corroborem o nosso compromisso com a sustentabilidade. A adesão ao movimento Coalização Brasil vem chancelar os nossos objetivos de inspirar empresas e a sociedade a aperfeiçoar tecnologias que visem ao desenvolvimento sustentável e à preservação ambiental”, reforça Camila Sabella, gerente de Sustentabilidade Corporativa e Responsabilidade Social. Ela acredita ser positiva a aproximação ao movimento, principalmente no que se refere ao propósito da redução das emissões de GEE e à economia de baixo carbono.

A empresa tem hoje um portfólio de 91 empreendimentos de geração nas quatro fontes: parques eólicos, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), usinas termelétricas movidas à biomassa e usina solar, tecnologia em que foi pioneira no Estado de São Paulo. Atualmente, esses ativos totalizam uma capacidade de geração de 2,1 GW. A CPFL Renováveis tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa, o mais alto segmento de governança corporativa, desde 2013.

Fonte: CERNE Press com informações da CPFL Renováveis

 

 

CPFL Renováveis e Gamesa comemoram marca de 2 GW eólicos no RN

A CPFL Renováveis, maior geradora de energia do Brasil a partir de fontes alternativas e a empresa espanhola Gamesa, referência na fabricação de aerogeradores, celebram juntas nesta terça-feira (06), o marco de 2 gigawatts de capacidade em operação, alcançados pela CPFL, e também em turbinas instaladas pela Gamesa em um mesmo complexo eólico.

A marca ocorreu com a entrada em operação comercial do complexo Campos dos Ventos e São Benedito, localizado no município de João Câmara, no Rio Grande do Norte.

O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) prestigiou o evento comemorativo realizado pela manhã em Natal. A cerimônia contou com apresentações de executivos das duas empresas. Após o evento, os convidados seguiram para a cerimônia de celebração dos 2GW no complexo eólico em João Câmara.

Com 110 torres distribuídas em nove parques, o complexo soma 231,0 MW de capacidade instalada e possui o maior fator de capacidade dentre os parques eólicos da CPFL Renováveis: 58,5%.

A Gamesa está presente em mais de 55 países, sendo referência na fabricação, instalação e gestão de serviços de operação e manutenção de projetos eólicos.

Fonte: CERNE Press

CPFL Renováveis deve chegar a 2 GW até o fim do ano

Empresa completa cinco anos de atuação colocando em operação complexo eólico no RN e PCH em MG

Ao mesmo tempo em que completa cinco anos, a CPFL Renováveis vai ultrapassar a marca dos 2 GW de potência instalada. Em teleconferência com investidores realizada nesta quinta-feira, 11 de agosto, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da empresa, Gustavo Souza, ressaltou que esse percentual será alcançado graças a projetos na fonte eólica. “Nosso portfólio tem crescido ao ritmo de 23% ao ano desde 2011”, explica Souza. Até junho, eram 83 usinas distribuídas em 57 cidades com projetos nas fontes eólicas, PCHs, Biomassa e Solar.

Os projetos a que o executivo se refere é o complexo eólico Campo dos Ventos e São Benedito (RN – 231 MW), que até o fim do ano deve operar na sua totalidade. No último dia 10 de agosto, 36 dos 110 aerogeradores já estavam em operação comercial. Além dessas usinas, entrou em operação em maio de 2016 a PCH Mata Velha (MG), com 24 MW de capacidade e 13,1 MW médios de garantia física. A PCH entrou em funcionamento com mais de um ano e meio de antecedência.

A geração de energia cresceu 24,4% na comparação com mesmo período de 2015, ficando em 1.533,5 GWh. O investimento da CPFL Renováveis no ano ficou em R$ 264,8 milhões. Na energia gerada, a fonte eólica cresceu 20%, devido ao aumento da capacidade e a maior velocidade dos ventos no Nordeste. Com as PCHs, a energia gerada cresceu 35%, em virtude de um melhor cenário hidrológico na região Sul. Já na biomassa, o aumento chegou a 24%, em função da melhora na safra da cana de açúcar e de um melhor desempenho operacional.

Fonte: Pedro Aurélio Teixeira, da Agência CanalEnergia, Negócios e Empresas

CPFL Renováveis inicia operação de complexo eólico no RN

Empreendimento teve energia negociada no mercado livre por meio de contrato de longo prazo com a CPFL Brasil

Fonte: Mauricio Godoi, da Agência CanalEnergia, de São Paulo, Operação e Manutenção

A CPFL Renováveis anunciou a entrada em operação de quatro das 110 máquinas que compõem o complexo eólico Campos dos Ventos e São Benedito, que somam 231 MW de capacidade instalada e garantia física de 129,1 MW médios. Além dessa a empresa antecipou a operação da PCH Mata Velha (MG, 24 MW) em um ano e oito meses cuja garantia física de 13,1 MW médios foi totalmente comercializada no ACL durante esse período.

A meta da empresa é de estar com todos os aerogeradores em operação até a segunda quinzena de dezembro, compromisso assumido quando comercializaram essa energia no mercado livre para a CPFL Brasil, companhia do próprio grupo ao qual a geradora pertence, que fechou contrato de 18 anos para toda a energia produzida no parque localizado em João Câmara (RN).

De acordo com o diretor de engenharia e obras da CPFL Renováveis, Alberto Santos, o empreendimento possui máquinas da Gamesa de 2,1 MW de capacidade instalada e está em linha com o planejamento e prazo de execução da obra. “De certa forma essa venda de energia no mercado livre para um agente com acordos de longo prazo se assemelha à contratação no mercado regulado”, concordou ele.

Já a PCH, localizada no município de Unaí, é um projeto que veio do portfólio da Desa, quando esta foi adquirida pela subsidiária do Grupo CPFL. Santos disse que a antecipação pode ocorrer por conta da opção da empresa em não postergar o início da obra e pelo fato de parte de engenharia já estar bem desenvolvida quando entrou no leilão A-5 de 2013. “Vimos que havia espaço para a antecipação da obra e com isso veio a decisão de comercializar 100% da energia disponível, 13,1 MW médios, no mercado livre”, comentou o executivo.

A empresa, disse ele, está cadastrada para participar do LER que está agendado para o dia 29 de julho para as fontes hídrica e solar. Ele não comentou quantos projetos poderão entrar, disse apenas que a decisão ainda depende dos preços que serão colocados para ambas as fontes no certame.

 

Aneel libera funcionamento de 8,4MW em eólicas no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou hoje (05/05) a entrada em operação comercial de quatro aerogeradores do parque eólico Campo dos Ventos III. As turbinas somam 8, 4 MW em potência instalada.

Ao todo, o parque conta agora com 12 turbinas em funcionamento, gerando um total de 25,2MW em potência instalada. O empreendimento está localizado no município de João Câmara e é de propriedade da CPFL Renováveis.

Assim, o Rio Grande do Norte alcança o número de 98 parques eólicos em funcionamento e se aproxima da marca de 100 parques, ocasião em que será o primeiro estado brasileiro a atingir tal recorde.

Fonte: CERNE Press

CPFL Renováveis reverte prejuízo e lucra R$ 82,643 milhões no 4º trimestre

A CPFL Renováveis reverteu o prejuízo de R$ 65,243 milhões do quarto trimestre de 2014 e lucrou R$ 82,643 milhões em igual trimestre deste ano. O desempenho no trimestre foi influenciado pelo ressarcimento do seguro da turbina da térmica a biomassa Bio Pedra (R$ 46,4 milhões), a repactuação do GSF (R$ 26,3 milhões), além de menores custos com GSF e compra de energia.

No ano, a empresa ainda registra prejuízo, mas com redução de 70,9% para R$ 48,717 milhões. O resultado foi afetado negativamente pelo cenário macroeconômico adverso e a consequente elevação das taxas de juros. O ebtida da companhia cresceu 50,9% no ano para R$ 1 bilhão e no trimestre, a alta foi de 77,7% para R$ 372,047 milhões.

A receita líquida da empresa cresceu 20,2% no ano para R$ 1,499 bilhão e no trimestre, 18,4% para R$ 437,427 milhões. Os investimentos aumentaram 135,3% para R$ 482 milhões no ano. No quarto trimestre, os aportes da empresa nos projetos subiram 331,1% para R$ 199,542 milhões.

A CPFL Renováveis fechou o ano com geração 35,2% acima de 2014 em 5.697 GWh. A capacidade instalada em operação encerrou 2015 em 1.802 MW, com alta de 1,6% sobre o ano anterior. A energia contratada somou 793 MW médios. O caixa da empresa fechou com R$ 1,3 bilhão em 2015.

Fonte: Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Investimentos e Finanças

Investidores em energia eólica estudam assumir linhas da Abengoa

Investidores em energia eólica no Brasil avaliam a possibilidade de assumir a construção de parte das linhas de transmissão que estavam a cargo da Abengoa, que paralisou todos projetos no país, para evitar terem usinas prejudicadas pela falta de conexão ao sistema.

Segundo três especialistas próximos ao assunto, a solução seria válida apenas para determinados projetos e provavelmente seria de interesse apenas de grandes grupos, como Renova e CPFL Renováveis, que podem perder receita se não tiverem linhas onde conectar suas usinas a partir da data estipulada em contrato para início da operação.

“Vários agentes geradores já estão se reunindo para ver se conseguem viabilizar (a proposta)… Isso pode dar certo para alguns casos. Não é uma solução generalizada, mas poderia atender algumas situações específicas”, afirmou o consultor Barne Laureano, da Laureano & Meirelles Engenharia.

Mesmo a geradora Casa dos Ventos, que não tem projetos imediatamente afetados, poderá se envolver no caso, mirando o potencial futuro das usinas que estuda implementar na região Nordeste.

“Como temos projetos nas áreas afetadas, nós nos dispusemos a eventualmente estudar ativos específicos (da Abengoa). Talvez isso passe por um consórcio, com transmissoras ou geradoras, para tentar dar uma solução”, afirmou à Reuters o diretor de Novos Negócios da Casa dos Ventos, Lucas Araripe.

O vice-presidente da Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), Lauro Fiúza Jr, confirmou que há uma busca dos empreendedores de meios para fazer frente à gravidade da situação.

“É real essa movimentação… Uma das soluções é as empresas que já estão no meio do caminho (com obras em andamento) se unirem para propor de fazer a conexão à rede”, explicou.

CONEXÃO

A Abeeólica estima que 1,5 gigawatt em usinas eólicas já licitadas seriam conectadas a linhas em construção pela Abengoa, que suspendeu as obras após sua matriz na Espanha entrar com pedido preliminar de recuperação judicial.

A ideia das geradoras é que, caso a saída em estudo seja vista como viável pelo regulador, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), elas possam escolher quais linhas ou subestações da Abengoa têm interesse em construir, assumindo a receita anual estabelecida para as obras em questão.

Segundo Laureano, o interesse das empresas não é necessariamente assumir os contratos de concessão da Abengoa, mas apenas as instalações minimamente necessárias para escoar a energia das usinas.

“Ele (investidor em eólicas) coloca, por exemplo, um transformador em uma subestação e passa a receber uma receita pelo investimento que fez. A Aneel poderia fazer uma resolução e transferir esse ativo para uma transmissora, e ele fica livre da operação e manutenção disso”, explicou.

Tanto Fiúza quanto Laureano defendem que será necessário tomar medidas que não estão previstas na regulação para viabilizar a geração das eólicas sem atrasos.

“O problema é muito sério e só medidas emergenciais e que passem por cima do processo (podem solucioná-lo)… Não dá pra ficar seguindo os trâmites normais”, apontou Fiúza.

Procuradas pela reportagem, Renova Energia e CPFL Renováveis não comentaram o assunto.

A Enel Green Power, que também tem usinas eólicas em instalação no Nordeste, afirmou que “não tem interesse em adquirir esses ativos (da Abengoa)”, mas confirmou que participou de reunião sobre o assunto por ser um dos investidores mais relevantes em energias renováveis no Brasil.

“Qualquer discussão sobre a rede de transmissão do país é relevante para o negócio e as operações locais da EGP”, afirmou em nota a companhia italiana.

A Abengoa informou, também em nota, que “está em contato permanente com as autoridades locais e em busca de uma solução para os empreendimentos em desenvolvimento no país”.

Segundo a companhia espanhola, os esforços estão concentrados na busca de uma saída que “permita retomar os projetos, minimizar impactos e alcançar uma solução adequada para todas as partes interessadas afetadas pela situação atual”

Fonte: Folha de São Paulo com informações da Reuters