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Geração solar fotovoltaica ultrapassa a marca de 1 gigawatt no Brasil

Marca histórica posiciona o país entre os 30 principais mercados do mundo

O Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 1 gigawatt (GW) em projetos operacionais da fonte solar fotovoltaica conectados na matriz elétrica nacional. O levantamento realizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), revela que a potência é suficiente para abastecer 500.000 residências do país.

De acordo com a associação, apenas 30 dos 195 países do mundo possuem mais de 1 GW da fonte solar fotovoltaica. O marco é resultado do forte crescimento dos mercados de geração centralizada e geração distribuída solar fotovoltaica no ano de 2017.

“Na geração centralizada, contamos com a inauguração de grandes usinas fotovoltaicas localizadas nos estados da Bahia, Piauí, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Pernambuco e representam uma potência total de 0,935 GW”, explicou o presidente executivo da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia.

Na geração distribuída foi registrado um forte crescimento no uso pela população, empresas e governos de sistemas fotovoltaicos em residências, comércios, indústrias, prédios públicos e na zona rural, em todas as regiões do país, resultando em uma potência total de 0,164 GW.

“Somando estes dois segmentos do mercado, atingimos praticamente 1,1 GW operacionais no país desde o início de 2018, em linha com as projeções da ABSOLAR anunciadas em janeiro de 2017”, comemora Sauaia.

Rio Grande do Norte

Em quatro anos, o Rio Grande do Norte ampliou em mais de 4000% sua capacidade instalada de geração em energia solar fotovoltaica distribuída. O estado passou de 56 kilowatts em 2013 para 2.219 kw no primeiro semestre do ano passado.

Para Jean-Paul Prates, presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), a região nordestina precisa criar um ambiente favorável, como foi feito no caso da energia eólica. Nesse sentido, ele aponta que o estado está caminhando positivamente.

“Quando nós começamos o trabalho em relação à eólica, havia um deserto de circunstância e tivemos que criar um ambiente favorável para a energia eólica. É a mesma coisa com a solar”, pontua Prates.

Em dezembro do ano passado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a operação comercial da usina solar Assu V, adicionando à matriz energética do estado mais 30 MW de capacidade instalada.

O empreendimento ocupa uma área de 72 hectares no município de Assú (RN) e contou com investimento de R$ 220 milhões. Certificada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a usina vai gerar, além de energia renovável, créditos de carbono ao evitar a emissão de mais de 46 mil toneladas de CO2 por ano.

Fonte: CERNE Press com informações da Absolar

Energia solar é incluída no Programa Minha Casa, Minha Vida

Iniciativa foi fruto de trabalho conjunto entre ABSOLAR, FIESP, Furnas e Ministério das Cidades e consolida compromisso anunciado pelo Ministério à sociedade em agosto de 2017

O uso de energia solar fotovoltaica em projetos habitacionais de interesse social do Governo Federal torna-se uma realidade em nível nacional, a partir da publicação da Portaria nº 643/2017, que dispõe sobre as condições gerais para provisão de sistemas alternativos de geração de energia para empreendimentos contratados no Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

A iniciativa é fruto de análises de viabilidade e de modelos de negócio, desenvolvidas por meio de um protocolo de intenções, assinado em 2016 entre o Ministério das Cidades, Ministério do Trabalho e Fiesp. Os estudos contaram com a coordenação da Fiesp e trabalhos técnicos da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Furnas e instituições parceiras.

Segundo o Presidente Executivo da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia, a nova diretriz beneficiará diretamente a população de baixa renda, por meio da geração de energia renovável, limpa e de baixo impacto ambiental a partir do sol, diretamente nos telhados das residências e condomínios do MCMV. “A ABSOLAR e o setor solar fotovoltaico celebram com grande alegria este marco histórico do Ministério das Cidades, que contribuirá para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do país, com especial atenção aos menos favorecidos. Isso demonstra que a energia solar fotovoltaica está se tornando uma tecnologia democrática e acessível a todas as faixas de renda”, comemora Sauaia.

Segundo os cálculos do estudo, com a inclusão da energia solar fotovoltaica em residências e condomínios do MCMV, será possível reduzir em até 70% os gastos com energia elétrica dos beneficiados, aliviando os orçamentos das famílias para que possam melhorar sua alimentação, saúde, educação e qualidade de vida. Os benefícios da iniciativa, no entanto, ultrapassam a economia direta na conta de luz. “Este passo contribuirá também para a geração de milhares de empregos locais e de qualidade, criando novas oportunidades de trabalho para a população, distribuindo renda, movimentando a economia e gerando riqueza ao país”, explica Sauaia.

Sobre a ABSOLAR

Fundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) congrega empresas e profissionais de toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico com atuação no Brasil, tanto nas áreas de geração distribuída quanto de geração centralizada. A ABSOLAR coordena, representa e defende o desenvolvimento do setor e do mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil, promovendo e divulgando a utilização desta energia limpa, renovável e sustentável no País e representando o setor fotovoltaico brasileiro internacionalmente.

Fonte: Absolar

Associações avaliam preços-teto de leilões em dezembro

Abraget considera baixo o valor máximo estabelecido para térmicas a gás e Absolar e Abeeólica enxergam espaço para competição

O setor elétrico começa a absorver as definições mais recentes para os leilões de energia nova marcados para dezembro, que podem destravar novos negócios nos próximos anos. As restrições na transmissão e preços-teto considerados em geral atrativos – há quem discorde, como o presidente da Abraget, Xisto Vieira Filho -, aumentam a expectativa por uma forte concorrência nos leilões, cuja demanda é desconhecida.

O preço de partida mais alto das concorrências, de R$ 329/MWh foi bem recebido pelo setor solar,que considerou a definição como “uma sinalização para o mercado nacional e internacional do interesse do governo federal na contratação da fonte”, segundo o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia. “Há um volume representativo de 18,3 GW cadastrados, sinalizando um apetite grande do mercado. Nossa expectativa é que o governo responda a esse interesse, com um apetite positivo para o volume a ser contratado”, diz.

Com a competição, Sauaia acredita que há espaço para queda de preço. “A nossa recomendação é que empreendedores sejam responsáveis na alocação de preços, para que tenhamos ao final do leilão não só projetos vencedores, mas projetos que sejam efetivamente construídos e entrem em operação”. A fonte participará apenas do A-4, que contrata projetos para entregar energia a partir de 2021.

Já o presidente da Abraget, Xisto Vieira Filho, considerou que o valor teto para as térmicas a gás no leilão A-6, de R$ 319/MWh é considerado baixo. Para ele, o ideal seria algo em torno de R$ 360/MWh, para que o empreendedor tenha margem suficiente para conseguir tirar o projeto do papel no prazo.

“É um teto baixo, principalmente se levar em conta que as térmicas vão ter gás natural liquefeito”, diz Vieira Filho. O preço do GNL é considerado mais alto que a molécula importada vinda da Bolívia.
Vieira Filho ponderou que tudo dependerá realmente do valor do deck – conjunto de parâmetros calculados no modelo Newave, que fará uma simulação de como estará a operação da usina daqui a uma década. Esses dados é que mostrarão se o valor estipulado é realmente baixo ou não.

Para a presidente da Abeeólica, Elbia Gannoum, considerou o patamar “razoável” para atrair investidores nacionais e internacionais, permitindo uma competição saudável. “Importante notar que a eólica é fonte com menor preço-teto entre todas as fontes, o que é um importante indicativo do seu potencial competitivo”, observou.

Ainda resta a definição das condições de financiamento oferecidas pelo BNDES, que passa por uma transição em sua taxa básica de juros. A divulgação ajudará empreendedores a definir os preços de seus projetos.

Fonte: Brasil Energia | Por Lívia Neves e Matheus Gagliano

Absolar e Governo Federal alinham implementação energia solar em casas populares

O estudo desenvolvido pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), em parceria com Furnas e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), para implementação de energia solar fotovoltaica no Programa Minha Casa, Minha Vida deve se transformar em portaria.

O anúncio foi feito pelo Ministro das Cidades, Bruno Araújo, durante um encontro na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo, no dia 10 de agosto, com representantes da ABSOLAR, Furnas, FIESP e comitiva de entidades do setor da construção civil.

A iniciativa é fruto de análises de viabilidade e de modelos de negócio, desenvolvidas por meio de um protocolo de intenções, assinado em 2016 entre o Ministério das Cidades, Ministério do Trabalho e FIESP. Os estudos contaram com a coordenação da Fiesp e trabalhos técnicos da ABSOLAR, Furnas e demais instituições parceiras.

Foto: Absolar

Foto: Absolar

Em seu discurso, o Ministro das Cidades, Bruno Araújo, indicou que a medida entrará em vigor ainda em 2017. “Na próxima semana, realizaremos a assinatura de uma Portaria para incorporar, já a partir deste ano, a energia solar fotovoltaica no Programa Minha Casa Minha Vida”, esclareceu o Ministro.

O presidente da FIESP, Paulo Skaf, agradeceu o apoio das entidades parceiras no desenvolvimento dos trabalhos. “Esta iniciativa marca um passo rumo à renovação, à modernidade, com a incorporação de novas alternativas e geração de emprego, renda e riqueza para o nosso país”, ressaltou Skaf.

O presidente executivo da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia, elogiou o anúncio do Ministro e destacou os benefícios da energia solar fotovoltaica ao país. “A energia solar fotovoltaica deixou de ser cara e está acessível a todas as faixas de renda, como comprovado hoje pela inserção desta tecnologia no Programa Minha Casa Minha Vida. Com um sistema de dois módulos fotovoltaicos e um microinversor será possível reduzir em até 70% os gastos com energia elétrica da população de baixa renda”, celebrou Sauaia.

Com informações da Absolar

Ambiente regulatório e política energética movimentam debates no Solar Invest 2017

Lideranças empresariais, autoridades e profissionais do setor energético estiveram reunidos em Natal/RN nesta quarta-feira (08) para discutir os rumos para o mercado de energia solar e os gargalos a serem vencidos para a geração centralizada, distribuída, autoprodução e microgeração, durante o 9º SolarInvest 2017.

O diretor-presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia, Jean-Paul Prates, apresentou um panorama geral sobre o setor de energia solar, em especial o mercado de geração centralizada e distribuída. Prates alertou para a questão da tributação dos equipamentos fotovoltaicos. “Os gastos brasileiros com a importação de células fotovoltaicas cresceram seis vezes em 2016. A geração distribuída tende a preferir equipamentos importados, que são mais baratos que os nacionais”, ressaltou.

Foto: CERNE Press

Foto: CERNE Press

Apesar da expansão ainda tímida, a geração distribuída registrou um pico de crescimento no ano passado, segundo o presidente da Associação Brasileira de energia Solar (Absolar), Rodrigo Sauaia. “O segmento de geração distribuída apresentou um crescimento de 300% em 2016. Em relação à capacidade instalada, estamos prevendo um aumento de mais 150MW em operação no país em 2017”, afirmou o executivo.

Capacitação e desenvolvimento profissional também foram destaques na sessão de abertura do evento. Para o Secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte, Flávio Azevedo, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) são fundamentais para o crescimento do mercado energético, sobretudo no segmento solar. Ele citou o papel do CT-GAS ER e Senai-RN como pólos formadores de mão de obra especializada para o setor.

Azevedo afirmou que o estado vai assinar um protocolo de cooperação com uma grande empresa chinesa que irá fabricar painéis fotovoltaicos no Rio Grande do Norte.

Fonte: CERNE Press

Brasil pode estar no clube dos 1GW, afirma presidente da Absolar

A energia solar está conquistando seu espaço aos poucos no Brasil e as previsões parecem ser animadoras para o setor. O presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), Rodrigo Sauaia, afirmou em entrevista à Recharge que o país se unirá ao clube das nações com 1GW de capacidade este ano.

De acordo com as projeções estimadas pelo Governo Federal, a geração fotovoltaica em grande escala deve atingir 7GW em 2024, enquanto a geração distribuída poderá alcançar 4,5GW.

A publicação também afirma que o calcanhar de Aquiles da política energética no Brasil, no âmbito das renováveis, tem sido a falta de um planejamento contínuo e exemplifica tal fato citando o recente cancelamento do leilão de energia de reserva, que estava marcado para acontecer no fim do ano passado.

Diante desta situação, a Absolar tem se reunido com o governo para que novos leilões aconteçam. “A indústria solar gera emprego e pode ajudar o país a voltar ao crescimento, para o qual precisa de visibilidade de cinco a dez anos, mas hoje nosso horizonte é de apenas dois anos”, disse Sauaia.

O setor fotovoltaico, no entanto, está crescendo a uma taxa de 300%, impulsionado pela queda dos custos de instalação e aumento da tarifa de energia. Mas a falta de financiamento, de medidas de isenção fiscal e outras políticas governamentais dificultam o crescimento pleno do setor.

Mesmo com este panorama, o presidente da Absolar é otimista. A matéria destaca que alguns governos estaduais estão implementando programas solares para fomentar novos empregos, incluindo medidas para suprir edifícios públicos com energia solar.

Sauaia afirma que a Absolar, juntamente com a Agência Alemã de Desenvolvimento (GIZ), a Associação Brasileira de Geração Distribuida (ABGD) e universidades, estão pesquisando o desenvolvimento de padrões para instaladores fotovoltaicos, enquanto a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está preparando um programa de pesquisa e desenvolvimento de novos modelos de negócios e desenvolvimento de armazenamento.

Fonte: CERNE Press

Entidades vão fortalecer energia solar fotovoltaica no Nordeste

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), assinaram ontem (24), em São Paulo, convênio de cooperação técnica e institucional com o objetivo de desenvolver ações conjuntas que impulsionem a energia solar fotovoltaica na região nordeste setentrional do país.

“Celebramos com muita alegria esta parceria estratégica entre ABSOLAR e CERNE. Através dela, somaremos forças em prol do desenvolvimento do setor de energia solar fotovoltaica no Nordeste Setentrional, uma das regiões de maior potencial solar do país”, afirma Rodrigo Sauaia, presidente executivo da ABSOLAR.

“Nossa aliança abrange os estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Paraíba e Pernambuco. Trata-se de uma região com máximo potencial para geração solar, tanto em pequena quanto em grande escalas. Há muito que trabalhar aqui, localmente, para desenvolver este ambiente de investimentos”, comemora Jean-Paul Prates.

A ABSOLAR congrega empresas de toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico no Brasil, promovendo e divulgando a utilização desta fonte de energia no País. O CERNE é um “think tank” voltado para estratégias públicas e privadas em prol do aproveitamento sustentável dos recursos naturais e energéticos no Nordeste Setentrional do Brasil.

“É mais um setor extremamente importante e que se soma à Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) e o Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP) e outras entidades setoriais nacionais que formam nosso arco de alianças com o foco no Nordeste Setentrional. A força destas parcerias conosco é a base para colocarmos nossa região em destaque”, finaliza o presidente do CERNE.

Fonte: CERNE Press