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Projeto de ônibus elétrico perde recursos e lança campanha virtual para continuidade

Um projeto inovador de ônibus elétrico movido à energia solar está passando por situação crítica. O eBus, como é conhecido, foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Agora, o Laboratório de Fotovoltaica da UFSC está lançando uma campanha virtual para manter o projeto.

“Abrimos uma campanha de financiamento coletivo pela internet para captação de recursos e patrocínios com objetivo de dar continuidade ao programa”, explicou o professor e coordenador da iniciativa, Ricardo Ruther. O prazo estabelecido de financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações terminou em junho deste ano.

O eBus foi inaugurado em dezembro de 2016, por meio de licitação vencida pelo consórcio WEG-Marcopolo-Eletra-Mercedes, que teve um prazo de 12 meses para entregar o ônibus conforme as especificações. Em março de 2017, deu-se início ao serviço regular de transporte entre o Campus Trindade e o Sapiens Parque, em Florianópolis. O veículo foi o primeiro do país 100% elétrico movido a energia solar.

Financiamento

O projeto, iniciado em 29 de dezembro de 2014 com o nome “Desenvolvimento de ônibus elétricos para transporte público por energia solar fotovoltaica”, contou com a Fundação Stemmer para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Feesc) para receber e administrar os recursos do Ministério.

Criada pela Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), a Feesc é credenciada pelos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações como fundação de apoio à UFSC, ao Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e à Universidade para o Desenvolvimento de SC (Udesc).

O eBus recebeu recursos na ordem de R$ 1 milhão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para ser construído e avaliado durante esse período. Além de analisar a viabilidade de veículos elétricos na mobilidade urbana, o projeto estudou a produção de energia solar para esta finalidade.

“Provamos que o veículo elétrico funciona e que o espaço que ele ocupa parado, se estacionado sob uma área coberta com placas solares, é o suficiente para gerar a energia que ele precisa para se locomover”, afirma Rüther.

eBus

Toda a energia elétrica utilizada para recarregar o veículo é gerada pelo sol, em placas fotovoltaicas instaladas nos telhados do laboratório.  O ônibus faz cinco viagens por dia durante a semana, totalizando cerca de cinco mil quilômetros por mês.

O veículo dispõe de internet sem fio, monitores e duas ilhas com mesas de reunião onde os passageiros podem trabalhar durante os trinta minutos de trajeto. Diferentemente do transporte coletivo público da cidade, todos os passageiros devem viajar sentados e o acesso é facilitado devido ao piso baixo. Por ser elétrico, o veículo é silencioso e não emite gases de efeito estufa.

Campanha

A continuidade do projeto depende da contribuição das pessoas com uma campanha de financiamento coletivo, na plataforma Catarse, para viabilizar a operacionalização do eBus por mais um ano, inicialmente. Os custos cobrem a manutenção e os salários dos motoristas. Detalhes e informações sobre o projeto, bem como o sistema para doação estão disponíveis pelo endereço: catarse.me/onibuseletrico-ufsc-2019

Fonte: Daniel Turíbio | CERNE Press

5 tendências em energia renovável para ficar de olho

Redução dos custos das baterias é a grande tendência de longo prazo, segundo relatório anual da Bloomberg New Energy Finance

A queda nos custos de baterias para armazenamento de energia e seu uso proliferado devem pavimentar o caminho para um futuro de geração mais limpa, segundo relatório anual da Bloomberg New Energy Finance divulgado nesta semana, o New Energy Outlook (NEO).

Para atender às mudanças na demanda e no suprimento, o estudo prevê que o investimento global no aumento da capacidade de baterias chegará a US$ 548 bilhões até 2050.

O relatório mostra ainda que as fontes eólica e solar devem representar 50% da geração mundial até meados do século. Ao mesmo tempo, o poluente carvão deve encolher para apenas 11% da geração global de eletricidade no mesmo período.

Confira a seguir as tendências que prometem sacudir o tabuleiro energético mundial nos próximos anos, segundo o estudo da BNEF.

Baterias

A BNEF prevê que os preços da bateria de íon-lítio, que já caíram cerca de 80% por megawatt-hora desde 2010, continuarão a cair à medida que a produção de veículos elétricos aumente ao longo dos anos 2020.

O estudo estima que US$ 548 bilhões sejam investidos em baterias até 2050, dois terços disso conectados à rede e um terço instalado em residências e empresas.

Geração de baixo carbono

O mix de eólica e solar deverá representar quase 50% da geração de energia mundial até 2050 devido à redução drástica de custos dessas tecnologias e ao advento de baterias mais baratas, o que permitirá que a eletricidade seja armazenada e descarregada conforme a demanda.

Nas próximas três décadas, US$ 11,5 trilhões deverão ser investidos em nova capacidade de geração de energia, com US$ 8,4 trilhões deste total em eólica e solar, e outros US$ 1,5 trilhão em outras tecnologias de carbono zero, como hidrelétrica e nuclear. Esse investimento produzirá um aumento de 17 vezes na capacidade solar fotovoltaica em todo o mundo e um aumento de seis vezes na capacidade de energia eólica.

Indústria do carvão

As perspectivas para a indústria do carvão não são nada animadoras. O estudo estima que a queima de carvão nas usinas cairá 56% entre 2017 e 2050. Para os analistas da BNEF, essa queda oferece uma projeção mais otimista para as emissões de carbono do que o relatório do ano passado. O estudo prevê um aumento das emissões globais do setor elétrico de 2% em 2017 para um pico em 2027 e depois uma diminuição de 38% em 2050.

No entanto, isso ainda significaria que o setor energético global não cumpriria sua parte do esforço de manter os níveis globais de CO₂ abaixo de 450 partes por milhão, considerado suficiente para limitar o aumento da temperatura média global a dois graus centígrados e evitar as piores previsões das mudanças climáticas.

Gás

Já para o gás, o futuro é mais reconfortante. O papel do gás no mix de geração evoluirá, com aumento na construção e utilização de usinas elétricas para proporcionar suporte para as energias renováveis, em vez de produzir a chamada eletricidade de carga base ou contínua. A BNEF estima que a geração a gás terá um aumento de 15%, entre 2017 e 2050, embora sua participação na eletricidade global caia de 21% para 15%.

Transporte eletrificado

O crescimento do setor de transportes elétricos também influenciará o tabuleiro energético mundial, representando 9% da demanda total até 2050.  Com base em outro estudo da BNEF, o Electric Vehicle Outlook, os veículos elétricos representariam 28% das vendas globais de carros novos até 2030 e 55% até 2040. Os ônibus elétricos devem dominar seu nicho, alcançando 84% de participação global até 2030. 

Fonte: Vanessa Babosa | Exame

Mobilidade, veículos elétricos e indústria do petróleo: uma conversa com Jean-Paul Prates

Presidente do CERNE, Jean-Paul Prates, concede entrevista exclusiva para a revista da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) e fala sobre mobilidade compartilhada, a expansão da tecnologia e o desenvolvimento de veículos elétricos e como essas mudanças poderão influenciar a dinâmica da indústria do petróleo no Brasil e no mundo  ao longo dos próximos anos.

Clique nas imagens para visualizar.

Condições para recarga de veículos elétricos entram em audiência pública

A Agência Nacional de Energia Elétrica vai abrir audiência pública para discutir proposta de resolução que estabelece os procedimentos e as condições para a realização de atividades de recarga de veículos elétricos em unidades consumidoras conectadas ao serviço  distribuição. As contribuições serão recebidas pela agência de 25 de maio a 31 de julho.

Em abril do ano passado, a Aneel submeteu o assunto a consulta pública, com a intenção de avaliar previamente a necessidade de regulamentação dos aspectos relacionados ao fornecimento de energia para esse tipo de veículo. Um grupo de 26 instituições de diferentes segmentos participou do processo, dentre as quais dez concessionárias de distribuição.

O tratamento a ser dado pela agência no regulamento busca “reduzir eventuais barreiras regulatórias para empreendedores e usuários interessados na mobilidade elétrica, mas preservando a integridade das redes de distribuição e seus consumidores, independentemente destes serem ou não usuários de veículos elétricos.”

A regra permite a recarga de veículos de terceiros pelo titular da unidade consumidora de energia elétrica, inclusive para fins de exploração comercial e a preços livremente negociados. A instalação de estação de recarga deverá ser comunicada previamente às distribuidoras. Equipamentos operados por terceiros que não sejam exclusivos para uso privado deverão seguir protocolos abertos de comunicação e de supervisão e controle remotos de domínio público.

A própria distribuidora poderá instalar estações de recarga pública de veículos na área em que atua como permissionária ou concessionária, atividade que exercerá por sua conta e risco e de forma separada do serviço de distribuição. Os preços também serão livremente negociados com os clientes, e o serviço tratado como atividade acessória, não vinculada ao fornecimento de energia elétrica. Os ativos que compõem a infraestrutura das estações de recarga não entrarão na base de ativos da empresa para fins de remuneração na revisão e/ou no reajuste tarifário.

As distribuidoras terão de repassar à Aneel informações das unidades consumidoras com estações de recarga e enviar a cada semestre dados consolidados para registro na agencia. A partir de 1º de julho de 2018 as empresas deverão implantar um sistema eletrônico para que o consumidor possa enviar os dados necessários sobre estações de recarga.

Os interessados em participar da audiência poderão enviar contribuições para o e-mail ap029_2017@aneel.gov.br ou para o endereço da Aneel – SGAN Quadra 603 – Módulo I Térreo/Protocolo Geral, CEP 70.830-110, Brasília–DF

Foto: S

Futuro da energia será protagonista do All About Energy 2017

Comemorando a 10ª edição, o ​AAE recebeu o reforço trazido pelo ​CERNE ​e teve ​a estrutura temática ​reconfigurada. O foco ​agora é o futuro da geração renovável ​de energia e seu consumo sustentável​.

As fontes renováveis serão as ​grandes protagonistas do futuro da energia no mundo. Diante deste cenário, como se dará a sua utilização de forma sustentável? Quais rotinas, fontes e usos energéticos teremos no futuro?

Estas e outras questões importantes para o planejamento estratégico do setor de energia renovável serão debatidas no All About Energy – Congress & Expo 2017, o maior evento dedicado a estas fontes realizado na América Latina​. O encontro acontecerá entre os dias os dias 4 e 6 de outubro de 2017 no Terminal Marítimo de Fortaleza, Ceará.

Em sua décima edição, o evento foi re-concebido para atualizar, integrar e expandir os temas principais, em comum à geração a partir de fontes renováveis até ​o consumo de forma sustentável.

Nesta nova concepção, o All About Energy 2017 abordará, como tema principal comum, o futuro da energia.

Entre as novidades, além da interação entre segmentos da geração de energia renovável, também estão:​ a exposição de veículos elétricos, ​construções inteligentes como os ​condomínios solares e aplicações tecnológicas para eficiência energética, além do congresso científico com trabalhos técnicos selecionados por especialistas e ​doutores.

​Plenárias​, debates​ e exposição versarão sobre quatro quadrantes temáticos: energia eólica, energia solar, bioenergéticos (biocombustíveis, biomassa e biogás) e consumo sustentável​ (incluindo aplicações tecnológicas, veículos elétricos e eficiência energética​)​. ​

O diretor-presidente do CERNE – Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia, Jean-Paul Prates​, explica que a intenção é cruzar os debates pelos diversos segmentos, para fugir das discussões setoriais isoladas, já realizadas em outros eventos nacionais​. “Já estamos ​num estágio em que está confirmada ​a viabilidade e competitividade de cada uma dessas áreas​​. Por isso, a interação entre os desafios comuns, como também o enfrentamento de questões nacionais e até globais, são importantes para traçarmos novos horizontes”, ​diz Prates. 

Para Meiry Benevides, diretora da All About Eventos – responsável pela logística e comercialização do evento, a diversidade e a integração temática é um diferencial importante porque propicia oportunidade a fornecedores e prestadores de serviço de consolidarem suas posições junto a diversas cadeias produtivas e investidores multi-setoriais. “É um evento único, neste sentido. Permite associar a marca e a empresa ao futuro, à vanguarda tecnológica; e ainda atingir quatro ou mais segmentos de uma vez”, afirma.

All About Energy – Congress & Expo 2017 vai trazer as principais discussões sobre os cenários mundial, nacional e regional da energia renovável e do consumo sustentável, com sessões dedicadas à inovação e startups tecnológicas, além de simpósios​ com investidores globais ​voltados a projetos sustentáveis e a ​presença de autoridades internacionais do setor energético.

O evento te​m o CERNE e a empresa All About Eventos como co-realizadores.  Mais informações no site do evento:  www.allaboutenergy.com.br 

 

Alemanha vai proibir carro à combustão

Governo marcou 2030 como fim da produção e a partir de 2050 carro a combustão será proibido de rodar no país 

Os carros com motor à combustão têm os dias contados na Alemanha. Literalmente: eles vão sobreviver exatamente 4.820 dias a partir desta quinta-feira, 13 de outubro de 2016.

O Conselho Federal do país aprovou uma resolução que proíbe a venda de veículos a diesel e a gasolina a partir de 2030 (lá eles não usam o álcool como combustível), conforme informação da revista Der Spiegel.

A ousada decisão foi tomada com a concordância dos representantes dos 16 Estados que compõem o Conselho Federal, para atender a decisão de reduzir as emissões de poluentes determinadas pelo Pacto Mundial sobre o Clima da Conferência de Paris, em dezembro do ano passado.

O governo alemão investiu US$ 1,3 bilhão para subsidiar a compra de carros elétricos até 2019, para incentivar o processo de substituição dos carros à combustão, com subsídios de US$ 4,4 mil para a compra de um carro elétrico e de US$ 3,3 mil para um híbrido.

A decisão proíbe a venda de veículos com motor a combustão a partir de 2030, mas a frota com esse combustível poderá rodar até 2050, portanto por mais vinte anos, quando, então, será proibido rodar com qualquer veículo a gasolina e diesel.

A decisão vai provocar mudanças profundas na sociedade alemã, pois inúmeras atividades e profissões serão simplesmente aniquiladas, enquanto outras surgirão. O compromisso do governo alemão é reduzir entre 80% e 95% a emissão de dióxido de carbono (CO2) até 2050.

Não por acaso, as grandes marcas alemãs se preparam para esse novo mundo: a BMW já tem inclusive no Brasil o modelo I8 e o I3, ambos elétricos. A Volkswagen acabou de lançar no Salão de Paris um carro totalmente elétrico para 2020, o I.D. Concept e a Audi tem a família E-tron, hoje formada apenas por híbridos, mas que serão de emissão zero num futuro breve.

Fonte: João Leite | Uol

Viabilização de veículos elétricos e híbridos no Brasil é tema de conferência

Nos próximos dias 01 e 02 de setembro em SP, acontece a Conferência Latino-Americana de Veículos Elétricos. O evento será realizado em paralelo ao 12º Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, que acontece entre os dias 1 e 3 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

A Conferência promete amplo debate  sobre o tema, além do estímulo ao conhecimento compartilhado, com foco na redução dos custos de aprendizado, aceleração das inovações e destaques das vantagens competitivas na cadeia dos veículos híbridos e elétricos.

Composta por quatro painéis e 13 palestras a serem ministradas por especialistas do setor, a Conferência Latino-Americana de Veículos Elétricos inicia os trabalhos com a temática “Soluções e Incentivos para o Transporte Elétrico nas Grandes Cidades”, oferecendo uma visão geral de como viabilizar projetos com impacto real na redução de emissão de CO2.

No conteúdo, a viabilização de projetos de sharing impulsionados pela adoção dos veículos elétricos e compartilhados no sistema de transporte urbano, além da visão das propostas para integração dos Veículos Elétricos (VEs) e Veículos Híbridos e Elétricos (HEVs) nos programas de mobilidade. O Secretário dos Transportes de SP, Jilmar Tatto, é presença confirmada e vai levar a sua experiência com o transporte alternativo nas grandes cidades ao público presente.

No Painel “Politicas públicas para redução de emissão de CO2 nos centros urbanos”, o presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), Ricardo Guggisberg, apresenta o projeto Mobilidade Urbana Verde (MUV), a ser lançado também durante o evento. Esta iniciativa, por sua vez, visa a redução de emissão de CO2 nos centros urbanos.

O projeto de politicas públicas para a redução de CO2 no transporte coletivo também será fomentado durante o evento pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), além disso, a Conferência prevê uma visão sobre os Desafios para adoção de VEs nas grandes centros urbanos.

“O mercado de energia elétrica e o desenvolvimento do setor de Veículos Elétricos” será tema do Painel que abre os debates no dia 02, com presença confirmada do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE) e do Ministério de Minas e Energia.

“Dentro desta temática, queremos debater sobre o desenvolvimento do mercado automotivo de VEs e HVEs, as perspectivas para o mercado de energia, os principais desafios da infraestrutura de recarga no Brasil, além de políticas para a distribuição de energia”, diz Guggisberg.

Na Conferência Latino-americana de Veículos Elétricos, o Painel 4, “O Mercado de Energia Elétrica e o Desenvolvimento do Setor de Veículos Elétricos”, contará com palestras da Itaipu, Toyota e AVL/BR sobre a viabilização dos VEs no mercado nacional.

Fonte: Divulgação/ABVE

Diretores do CERNE participam de evento internacional sobre veículos elétricos

O Diretor-Presidente do CERNE, Jean-Paul Prates, e o Diretor de Tecnologia, Pesquisa e Inovação, Olavo Oliveira, participam hoje (30) e amanhã, do I Congresso Internacional de Veículos Elétricos e Híbridos da FCA-UFRPE, realizado em Recife/PE.

O objetivo do Congresso é capacitar pesquisadores, professores e estudantes universitários em eletrificação. Ao ampliar os conhecimentos dessa área na região, o evento contribui para inserir o Nordeste em um debate que tem movimentado tanto os departamentos de inovação e engenharia avançada na indústria automotiva mundial, quanto o poder público e a sociedade civil.

A programação inclui, nos dois dias, oito palestras e uma mesa redonda de encerramento.

Fonte: CERNE Press

 

Desenvolvimento de veículos elétricos é nova meta do CERNE​

A Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) ​é a nova parceira do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) no nordeste setentrional.  O convênio de cooperação técnica e institucional foi assinado nesta quinta-feira (25)​.  O objetivo é desenvolver ações integradas que promovam a utilização de veículos elétricos e autônomos na região nordeste setentrional do Brasil.

“O CERNE tem como uma das suas missões contribuir para que a nossa região se prepare para o futuro. E isso está na mobilidade veicular elétrica, bem como nos veículos autônomos. Por isso, temos certeza que, unindo forças com a ABVE, venceremos muitos desafios que a implantação destes novos conceitos terá que enfrentar”, celebra o diretor-presidente da entidade, Jean-Paul Prates.

“O acordo de cooperação entre o CERNE e a ABVE vai permitir que o setor de energias renováveis, bem como as iniciativas na área de mobilidade urbana, sejam grandemente favorecidos”, afirma o diretor de Tecnologia, Pesquisa e Inovação do CERNE, Olavo Oliveira.

​A ​ ABVE atua junto às autoridades e entidades empresariais relacionadas ao setor automotivo, visando incentivar o desenvolvimento e utilização de veículos elétricos no País. O CERNE é um “think tank” voltado para estratégias públicas e privadas em prol do aproveitamento sustentável dos recursos naturais e energéticos no Nordeste Setentrional do Brasil.