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Aneel libera duas fotovoltaicas para operação comercial na Bahia

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou para operação comercial as unidades UG1 a UG 28, de 1.025 kW cada, somando 28.700 kW de capacidade da usina de geração fotovoltaica denominada UFV Horizonte MP 1, a partir de 17 de março, segundo publicação do Diário Oficial da União de 19 de março. O empreendimento, de posse da Enel Green Power, está localizado no município de Tabocas do Brejo Velho (BA).

No mesmo município e também sob titularidade da Enel, a UFV Horizonte MP 11 também teve liberadas para operação comercial suas unidades, UG1 a UG 20, de 1.000 kW cada, num total 20.000 kW de capacidade instalada.

Já a EOL Diamante III, situada em Gentio do Ouro, Bahia, foi autorizada pela Aneel para operar em regime de testes os aerogeradores UG4 a UG7, de 2.500 kW cada, totalizando 10.000 kW de potência.

Outra a receber o provimento do órgão regulador foi a UFV Guaimbé 4, que poderá testar as unidades UG1 a UG22, de 1.559 kW cada, mantendo a potência instalada de 30.000 kW limitada por controle de potência dos inversores. A usina fica em Guaimbé, São Paulo.

Fonte: Canal Energia

Geração solar fotovoltaica ultrapassa a marca de 1 gigawatt no Brasil

Marca histórica posiciona o país entre os 30 principais mercados do mundo

O Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 1 gigawatt (GW) em projetos operacionais da fonte solar fotovoltaica conectados na matriz elétrica nacional. O levantamento realizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), revela que a potência é suficiente para abastecer 500.000 residências do país.

De acordo com a associação, apenas 30 dos 195 países do mundo possuem mais de 1 GW da fonte solar fotovoltaica. O marco é resultado do forte crescimento dos mercados de geração centralizada e geração distribuída solar fotovoltaica no ano de 2017.

“Na geração centralizada, contamos com a inauguração de grandes usinas fotovoltaicas localizadas nos estados da Bahia, Piauí, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Pernambuco e representam uma potência total de 0,935 GW”, explicou o presidente executivo da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia.

Na geração distribuída foi registrado um forte crescimento no uso pela população, empresas e governos de sistemas fotovoltaicos em residências, comércios, indústrias, prédios públicos e na zona rural, em todas as regiões do país, resultando em uma potência total de 0,164 GW.

“Somando estes dois segmentos do mercado, atingimos praticamente 1,1 GW operacionais no país desde o início de 2018, em linha com as projeções da ABSOLAR anunciadas em janeiro de 2017”, comemora Sauaia.

Rio Grande do Norte

Em quatro anos, o Rio Grande do Norte ampliou em mais de 4000% sua capacidade instalada de geração em energia solar fotovoltaica distribuída. O estado passou de 56 kilowatts em 2013 para 2.219 kw no primeiro semestre do ano passado.

Para Jean-Paul Prates, presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), a região nordestina precisa criar um ambiente favorável, como foi feito no caso da energia eólica. Nesse sentido, ele aponta que o estado está caminhando positivamente.

“Quando nós começamos o trabalho em relação à eólica, havia um deserto de circunstância e tivemos que criar um ambiente favorável para a energia eólica. É a mesma coisa com a solar”, pontua Prates.

Em dezembro do ano passado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a operação comercial da usina solar Assu V, adicionando à matriz energética do estado mais 30 MW de capacidade instalada.

O empreendimento ocupa uma área de 72 hectares no município de Assú (RN) e contou com investimento de R$ 220 milhões. Certificada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a usina vai gerar, além de energia renovável, créditos de carbono ao evitar a emissão de mais de 46 mil toneladas de CO2 por ano.

Fonte: CERNE Press com informações da Absolar

Aneel autoriza operação comercial de 30MW em usina solar no Rio Grande do Norte

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou no Diário Oficial da União desta terça-feira (26) a autorização para operação comercial da usina solar Assu V. O despacho confirma do COD da usina, que tem 30 MW de capacidade instalada, ocupa uma área de 72 hectares no município de Assú (RN) e contou com investimento de R$ 220 milhões. Certificada pela Organização das Nações Unidas (ONU) no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, Assu V vai gerar, além de energia renovável, créditos de carbono ao evitar a emissão de mais de 46 mil toneladas de CO2 por ano.

“Com essa usina ampliamos nossa experiência no setor fotovoltaico e consolidamos nossa entrada definitiva na geração solar centralizada”, diz o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini. O empreendimento, segundo o executivo, reforça a estratégia global da ENGIE de investir na geração de energia renovável. “Ao lado da geração fotovoltaica distribuída, este é um mercado para o qual visualizamos um crescimento expressivo nos próximos anos”, revela Sattamini. O diretor de Geração da ENGIE, José Laydner, conta que estudos mostraram a forte incidência de raios solares e poucas chuvas durante o ano na região do Vale do Açu, onde está o projeto. “Essa é a condição ideal para a geração fotovoltaica”, sinaliza.

Foram dois anos de estudos e negociações desde a vitória no 8° Leilão para Contratação de Energia de Reserva e 257 dias de obras desde o início da construção. Durante o cronograma de obras, houve  uma mudança do ponto de conexão do projeto ao Sistema Interligado Nacional, que estava programado para ocorrer na Subestação Açu 3. Com a interrupção da obra por parte do investidor responsável, a conexão passou para a Subestação Açu 2, já em operação.

Fonte: CERNE Press com informações Engie Energia

Aneel libera fotovoltaicas no Piauí para operação comercial

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para operação comercial, a partir de 9 de dezembro, as unidades geradoras UG1 a UG32, de 937,5 kW cada, totalizando 30 MW de capacidade instalada em cada uma das usinas de geração fotovoltaica denominadas Nova Olinda 8, 9, 10,11, 12, 13 e 14, segundo despacho publicado pela Aneel nesta segunda-feira, 11 de dezembro. As usinas da Enel Green Power, que somam 210 MW, estão situadas em Ribeira do Piauí (PI).

Outra usina a receber a autorização da Aneel foi a EOL Santo Inácio III, que compreende as unidades UG1 a UG14, de 2.350 kW cada, totalizando 32.900 kW de capacidade. O empreendimento está localizado no município de Casa Nova (BA).

Por outro lado, a Aneel liberou para operação em teste, a partir de 9 de dezembro, as unidades geradoras UG1 e UG2, de 2.500 kW cada, totalizando 5.000 kW de capacidade instalada da EOL Diamante II. A usina está localizada em Gentio do Ouro (BA). No mesmo município baiano temos outra aprovada junto a Aneel, EOL Laranjeiras V, que poderá testar as unidades UG1 e UG2, de 2.500 kW cada, somando 5.000 kW de capacidade.

Já no município de Casa Nova (BA), temos outra contemplada pela autorização do órgão regulador. Trata-se da EOL Casa Nova III, que compreende as unidades UG1 a UG12, de 2.350 kW cada, formando 28.200 kW de capacidade instalada.

Outra usina a receber a autorização da Aneel foi a EOL União dos Ventos 13, que poderá testar as unidades UG1 a UG3, de 2.100 kW cada, totalizando 6.300 kW. O empreendimento está localizado no município de Pedra Grande (RN). Por fim a PCH Pedra, localizada em Passos Maia (SC), também recebeu o parecer da Agência, e testará duas unidades: UG1 e UG2, de 2.800 kW cada, somando 5.600 kW de capacidade instalada.

Fonte: Canal Energia

EPE disponibiliza documento que analisa perfil dos novos projetos solares fotovoltaicos no Brasil

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) disponibilizou uma Nota Técnica, em português e inglês, que retrata o perfil dos novos projetos solares fotovoltaicos no Brasil, a partir dos dados consolidados do 2º Leilão de Energia de Reserva de 2016, que acabou não tendo contratações.

O trabalho faz parte de um esforço de acompanhamento das evoluções e tendências relacionadas aos empreendimentos fotovoltaicos no Brasil, no sentido de ampliar a visibilidade da fonte no país e fornecer informações úteis para os interessados em estudar e desenvolver novos projetos.

No documento, são abordados aspectos como a caracterização das condições de irradiação solar, fator de capacidade, opções tecnológicas de módulos, inversores, estruturas de rastreamento solar, além de custos e cronogramas. O documento traz também mapas que mostram a distribuição geográfica dos projetos e das estações solarimétricas associadas.

Para acessar o Retrato dos Novos Projetos Solares Fotovoltaicos no Brasil, clique aqui.

Fonte: Ambiente Energia

Maior usina de energia fotovoltaica da América Latina será instalada no Piauí

O Piauí vem se destacando nos últimos anos na atração de empreendimentos voltados à geração de energia renovável, a exemplo das eólicas. Agora, o estado dá mais um importante passo nesse sentido, com a instalação do Parque Solar Nova Olinda, da Enel Green Power Brasil Participações Ltda. A usina está localizada no município de Ribeira do Piauí, a 377 quilômetros de Teresina, na microrregião do Alto Médio Canindé.

Na sexta-feira, 28 de julho, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Piauí (SEMAR) fez a entrega das Licenças Ambientais de Operação para a usina fotovoltaica e da linha de transmissão de 500 KV da Nova Olinda – São João do Piauí/Ribeira do Piauí, para Alexandre Bittar, especialista ambiental da empresa.

“O Piauí tem o compromisso de buscar a cada dia, o desenvolvimento, com a geração de mais emprego e renda. A Semar fez um esforço para liberar em tempo recorde, em apenas três meses, as licenças de operação, tanto do parque como da linha de transmissão que interliga essa unidade de geração de energia à subestação de São João do Piauí. Entendemos que um empreendimento deste porte é de suma importância para alavancar o nosso desenvolvimento, além de nos colocar em posição de destaque entre os estados geradores de energia renovável. Este é o maior empreendimento de energia fotovoltaica da América latina”, afirma o superintendente de Meio Ambiente da Semar, Carlos Moura Fé.

A usina é composta pelos subparques 08, 09, 10, 11, 12, 13 e 14, que estão organizados em quatro Sociedades de Propósito Específicos (SPEs) para efeito de regulação: Enel Green Power Nova Olinda B Solar S.A; Enel Green Power Nova Olinda C Solar S.A; Enel Green Power Nova Olinda Sul Solar S.A e Enel Green Power Nova Olinda Norte Solar S.A. Cada SPE constituída é composta por um ou dois subparques do Complexo Solar Fotovoltaico Nova Olinda.

A instalação abrange uma área de 690 hectares, com capacidade instalada total de 292 MW e vai gerar aproximadamente 600 GWh por ano, o suficiente para atender às necessidades anuais de consumo de energia de cerca de 300 mil lares brasileiros, evitando a emissão de aproximadamente 350 mil toneladas de CO2 para a atmosfera.

A Enel ganhou o leilão da energia solar realizado em agosto de 2015. O investimento é da ordem de US$ 300 milhões. O Parque Solar Nova Olinda está em uma área com altos níveis de radiação solar e vai contribuir de forma significativa para atender a crescente demanda de energia do país.

Fonte: Governo do Piauí

Complexo solar de 114 MW consegue aprovação para licença no Ceará

Foi aprovado no dia 9 de março o parecer da Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará favorável ao licenciamento prévio do complexo de usinas de energia fotovoltaica Solar Res Moreira, do consórcio Russas Energia Solar SPE Ltda. O complexo formado por quatro unidades deverá ser instalado no município de Russas, numa área de 337 hectares.

As usinas gerarão juntas 114 MW de energia, o equivalente à demanda de 50 mil casas. Entre as vantagens apresentadas pelo consórcio está a localização do empreendimento, a aproximadamente seis quilômetros da subestação da Chesf. Outro aspecto destacado é a taxa de irradiação solar, considerada satisfatória para dar sustentabilidade econômica ao empreendimento, mesmo em períodos de chuva.

Segundo estudos da empresa, 600 empregos serão gerados na fase de instalação do empreendimento.

Fonte: Governo do Ceará | Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace)

Brasil está construindo a maior usina de energia solar da América Latina

O projeto Ituverava, cujas obras começaram em dezembro de 2015, será instalado no Estado da Bahia e terá capacidade de 254 MW, com produção anual de energia estimada em 500 GWh. A previsão é que o parque solar entre em funcionamento em meados de 2017.

Esta será a maior usina de energia solar da América Latina, e ajudará a suprir à demanda constante de energia elétrica no país – que de acordo com estimativas vai aumentar a uma taxa média de 4% ao ano até 2020.

A Enerray do Brasil, empresa que pertence à Seci Energia do Grupo Industrial Maccaferri, através da Enerray Usinas Fotovoltaicas, foi a escolhida pela Enel Green Power para a construção da usina solar .

Fonte: CERNE Press com informações da Conexão Lusófona

Campus central do IFRN começa a produzir energia solar

Em busca de fonte alternativa de energia e, consequentemente, preocupado com a sustentabilidade, o Campus Natal Central começou a produção de energia solar nesta segunda-feira, dia 18.  Os geradores fotovoltaicos, que totalizam 825 painéis solares, divididos em dois geradores – um com 480 e outro com 345, ocupam aproximadamente 1.290m² e estão instalados sobre o teto dos blocos das salas de aula.

Estima-se que serão gerados 26.200kWh mensalmente, suprindo cerca de 11% do consumo, o que representa uma economia de R$ 116,3 mil anual para o Campus, como também uma redução de 28 toneladas na  emissão de CO2/ano.

De acordo com Franclin Róbias, engenheiro eletricista do IFRN, inicialmente, a energia gerada atenderá os condicionadores de ar dos blocos de aulas e o Data Center do Instituto. A energia restante será distribuída para as demais cargas elétricas ou irá para a rede de distribuição da Companhia de Energética do Rio Grande do Norte (COSERN). Nesse último caso, o medidor da subestação  registrará a energia fornecida para a rede externa e será descontada na fatura do Campus, gerando mais uma economia.

“O projeto, além der gerar economia e ser exemplo do uso de energia limpa, vai proporcionar aos alunos e professores o acompanhamento do seu funcionamento – inicialmente os do curso de Eletrotécnica, futuramente de Engenharia de Energia e de Informática”, observa o diretor de Administração do campus, Francisco Antonio de Pontes, que finaliza: “Nossa meta é ampliar a produção e nos próximos quatro anos chegar a 50% da energia consumida no campus”.

Outros 6 campi (Canguaretama, São Paulo do Potengi, Ceará-Mirim, Currais Novos, Parelhas e São Gonçalo) e a Reitoria do IFRN já possuem usina de energia solar. Os planos são que, em breve, os campi Pau dos Ferros, Caicó, João Câmara e Lajes também passem a contar com suas usinas. O Instituto foi a primeira instituição pública brasileira a usar micro e minigeradores conectados à rede de distribuição de energia elétrica, conforme Resolução Normativa 482/ANEEL.

Fonte: IFRN