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Brasil atinge 8º lugar em ranking mundial de energia eólica

O Brasil ultrapassou o Canadá no ranking mundial de capacidade instalada de energia eólica em 2017, passando a ocupar a oitava posição, de acordo com levantamento feito pelo Global World Energy Council (GWEC) e divulgado pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). No ano passado, foram adicionados 52,57 gigawatts (GW) de potência de energia eólica no mundo, chegando a uma capacidade instalada total de 539,58 GW.

A energia produzida pelas usinas eólicas chegou a ser responsável por 64% da energia consumida na Região Nordeste, no dia 14 de setembro do ano passado. A Abeeolica estima que o Brasil, cuja capacidade instalada é 12 GW, tenha potencial eólico superior a 500 GW.

A Região Nordeste aparece na frente na capacidade de produção de energia a partir dos ventos. Com 135 parques, o Rio Grande do Norte é o estado que mais produziu energia usando a força dos ventos. São 3.678,85 MW de capacidade instalada. Em seguida, com 93 parques e 2.410,04 MW de capacidade instalada, vem a Bahia. Em terceiro lugar vem o Ceará, que conta com 74 parques e tem 1.935,76 MW de capacidade instalada.

Em quarto lugar aparece o Rio Grande do Sul. O estado tem 80 parques e 1.831,87 MW de capacidade instalada. Em seguida vem o Piauí, com 52 parques e 1.443,10 MW instalados, e Pernambuco com 34 parques e 781,99 MW de capacidade instalada.

Ranking global

O Brasil acrescentou 2,022 GW de potência eólica ano passado, chegando a 12,763 GW. O primeiro lugar segue com a China, que acrescentou 19,5 GW ano passado e chegou a 188,232 GW de capacidade instalada da fonte eólica.

Depois da China, aparecem ainda Estados Unidos (89 GW), Alemanha (56,1 GW), Índia (32,8 GW), Espanha (23,2 GW), Reino Unido (18,8 GW) e França (13,7 GW).

Em nota, a presidente da Abeeólica, Élbia Gannoum, destacou que o Brasil vem galgando posições no ranking “de forma consistente”. Em 2015, o país estava em décimo lugar, e subiu uma posição por ano desde então.

O levantamento também classifica os países pela capacidade acrescentada no ano. Nesse ranking, o Brasil ficou em sexto lugar, atrás de China, Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Índia. No ano anterior, o país estava em quinto lugar.

“A tendência é que a gente ainda oscile mais, visto que em 2019 e 2020 nossas instalações previstas são menores porque ficamos sem leilão por quase dois anos no período 2016/2017, o que vai se refletir no resultado de 2019 e 2020”, disse Élbia, em nota.

Segundo a presidente da entidade, até 2020, considerando os contratos já assinados e os leilões realizados, a capacidade instalada de energia eólica do país vai chegar a 18,63 GW. Com os novos leilões, a tendência é que o número cresça.

Fonte: CERNE Press

Brasil alcança o 7º lugar no ranking mundial de geração eólica

O Brasil subiu mais uma posição e assumiu o sétimo lugar entre os países com maior geração de energia eólica no mundo, ultrapassando o Canadá, que caiu para a oitava posição. Em termos de expansão de potência, o País mantém o quinto lugar, com 2,5 GW em 2016.  Os dados são do “Boletim de Energia Eólica Brasil e Mundo – Base 2016” produzido pelo Ministério e Minas e Energia (MME).

A situação favorável da fonte eólica brasileira também é destaque no fator de capacidade (FC). De 2000 para 2016 o Brasil passou de um FC médio de 20% para 41,6%.  No mundo, esses indicadores foram de 22% e 24,7%, respectivamente. Observa-se que de um FC abaixo do mundial em 2000, o Brasil evoluiu para um indicador 68% superior.

Dentre os estados brasileiros, o Rio Grande do Norte apresentou a maior proporção na geração eólica em 2016, com 34,7%, seguido do Ceará com 18,8%. No fator de capacidade, o Piauí teve o maior indicador (48,4%).

Para  2026, a previsão do Plano Decenal de Energia é que a capacidade instalada eólica brasileira chegue a 25,8 GW (inclusive geração distribuída), respondendo por 12,5% do total. A Região Nordeste (NE) deverá ficar com 90% da capacidade eólica total.

Considerando a geração  total de cada país,, a Dinamarca apresenta a maior participação de geração eólica, de 42,5%, seguida de Portugal (22,1%), e Espanha (18%).

Fonte: CERNE Press co informações do Ministério de Minas e Energia

Ceará busca voltar ao topo no ranking de energia eólica

Figurando no terceiro lugar no ranking de produção de energia eólica do Brasil, o Ceará está atrás do Rio Grande do Norte e da Bahia. Para voltar ao topo, comitiva do Governo do Estado irá buscar novas prospecções para o mercado local.

O potencial eólico do Ceará entrará em pauta a partir de hoje, no Brazil Windpower 2017. O evento, realizado no Rio de Janeiro, é uma oportunidade para diversas empresas e governos apresentarem as melhores opções para o mercado de energia eólica.

A participação cearense começa a partir das 13 horas, com o workshop “Novos Ventos do Ceará”, ministrado pelo secretário da Secretaria do Desenvolvimento (SDE), César Ribeiro e o pelo coordenador do Núcleo de Energia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Joaquim Rolim. O evento segue até quinta-feira, 31.

O principal ponto a ser abordado pelo Governo do Estado na atração de investidores será, além do fator natural de intensidade dos ventos, a infraestrutura local que possui uma “cadeia produtiva completa”, como define Joaquim. A nova parceria com o Porto de Roterdã e a privatização do Aeroporto Internacional Pinto Martins são fatores que podem influenciar em leilão de energia.

“O índice do Ceará (capacidade de geração) em 2016 foi de 47,6%, a do Brasil foi 40,7% e o mundial ficou abaixo de 30%. Mostra que o Estado tem diferencial muito grande. Nós temos plena condição para expandir”, comenta. Atualmente, são 61 usinas eólicas em operação no Estado, com a maioria dos parques localizados nos municípios de Itarema, Trairi, Aracati e Beberibe. A Chapada da Ibiapaba é uma das regiões com maior potencial a ser desenvolvido.

Para fortalecer a imagem do Estado, três produtos estão em licitação para serem apresentados a eventuais investidores. São o balanço energético do Ceará e o levantamento da infraestrutura elétrica cearense, ambos realizados pela Secretaria da Infraestrutura (Seinfra). É a primeira vez que estudos do gênero serão realizados no Ceará. Em parceria com a Fiec, o Atlas Híbrido Eólico e Solar também está em fase de planejamento e deve ser licitado. Os produtos não contam com data de lançamento.

Presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), que também estará no Brazil Windpower, Nicolle Barbosa conta que os estudos passarão a ser anuais, após seu início. “A gente hoje não tem informações que justifiquem investimento aqui no Estado. Esses dados vão ser consolidados, estabelecendo a demanda e oferta de energia do Ceará, por exemplo. Vai ser como uma radiografia”, diz. Um estande da Adece também estará no evento, como espaço para tirar dúvidas e apresentar projetos.

Fonte: O Povo

Ceará será 3º maior produtor de energia eólica em 2021

Quarto maior produtor de energia eólica do País, o Ceará deve chegar atingir a marca de 2,6 gigawatts (GW) de capacidade instalada nos próximos quatro anos, passando para terceira posição entre os maiores estados produtores. O incremento de 0,9 GW da matriz eólica cearense até 2021 representa um crescimento de 62% do potencial do Estado. A projeção é do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne).

Considerando a conclusão dos atuais parques em construção e os projetos contratados nos últimos leilões de energia previstos para entrarem em operação até 2021, o Ceará, hoje com 59 parques em operação, somará até lá 105 empreendimentos, com capacidade instalada de 2.602,86 MW ficando atrás apenas da Bahia e do Rio Grande do Norte no ranking nacional.

“O setor eólico vem acompanhando com grande interesse as iniciativas que o Ceará tem empreendido para resgatar a atratividade do Estado e para criar um ambiente de investimentos favorável, principalmente através da sua federação das indústrias (Fiec) e das secretarias de governo estaduais”, destaca Jean-Paul Prates, diretor-presidente do Cerne.

“O Ceará foi o pioneiro em eólicas no Brasil e tem uma situação privilegiada quanto à atração de novos investimentos no futuro”, completa ele.

Além dos atuais 59 parques eólicos em operação, para os próximos anos, está prevista a adição de 0,9 GW na capacidade de geração do Estado, proveniente de 24 empreendimentos atualmente em construção, com 0,5 GW, e mais 22 parques eólicos já aprovados com construção não iniciada, com 0,6 GW, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Geração

De janeiro a abril, a geração eólica no Ceará foi de 465 MW médios, o que representou um crescimento de 12% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados consolidados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O Rio Grande do Norte, maior produtor do País, com 1.0 GW médios em 2017, registrou um aumento de 39% na produção. Em seguida aparecem os estados da Bahia com 678 MW médios (+30%) produzidos e do Rio Grande do Sul, com 533 MW médios (+9%).

No Nordeste, considerando apenas janeiro e fevereiro, a matriz eólica foi a principal fonte de energia da Região, com participação de 36,5%, segundo relatório do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisas do Banco do Nordeste. No mesmo período, as térmicas foram responsáveis por 34,1% da matriz elétrica regional e a fonte hidráulica por 29,5%. O histórico levantado no relatório revela rápido crescimento a partir de 2014, quando a fonte eólica passou de 7,8% na geração de energia elétrica para 19,2% no ano seguinte. No final de 2016, a fonte eólica já representava 37,2% da geração regional.

Ainda segundo a CCEE, no Brasil, a produção de energia eólica em operação comercial no Sistema Interligado Nacional (SIN), de janeiro a abril, foi 30% superior à geração no mesmo período do ano passado. As usinas eólicas brasileiras produziram um total de 3.286 MW médios frente aos 2.532 MW médios gerados em 2016.

No País, a fonte eólica alcançou 5,1% de toda energia gerada no período pelas usinas do SIN. A fonte hidráulica foi responsável por 79,4% do total e as usinas térmicas responderam por 15,4% da geração no País.

Ao final de abril deste ano, havia 414 usinas eólicas em operação comercial no País, que somavam 10,5 GW de capacidade instalada, aumento de 17,6% frente às 352 unidades geradoras existentes no mesmo mês do ano passado.

Fórum

Nessa terça-feira (27) e quarta-feira (28), é realizada a nona edição do Fórum Nacional Eólico – Carta dos Ventos, organizado pelo Cerne. O evento, realizado em Natal, irá discutir as perspectivas do mercado eólico no Brasil nos próximos 10 anos, como interiorização de projetos e expectativa para o mercado offshore, além de licenciamentos e gestão ambiental de empreendimentos eólicos, penalidades previstas na operação de parques, dentre outros temas.

Foto: Bruno Cabral | Diário do Nordeste

Vestas lidera ranking global de fornecedores de turbinas eólicas

A Vestas conquistou a primeira posição no ranking das principais fabricantes de turbinas eólicas do mundo, de acordo com levantamento de participação de mercado “Make Global Wind Turbine OEM 2016”. A empresa adicionou 8,7 GW em 36 mercados ao longo do ano passado, distanciando-se da GE, a segunda colocada na relação, por quase três pontos percentuais, o maior diferencial entre os dois primeiros lugares no ranking desde 2013.

O desempenho no setor offshore foi um diferencial para as principais empresas do setor, especialmente para a Siemens, mas não teve o mesmo impacto global que em 2015, uma vez que o tamanho do mercado da capacidade offshore adicional aumentou 32%. Ano passado, a Siemens respondeu por 68% da capacidade offshore global e as conquistas offshore da Sewind na China ajudaram a reforçar a posição chinesa nos rankings regionais.

A Vestas liderou os serviços associados a turbinas em termos de diversidade geográfica com significativa capacidade agregada em cada região. Quatro mercados globalmente tiveram um impacto excessivo no posicionamento dentro do ranking em 2016: China, EUA, Alemanha e Índia. Além da Vestas e GE, integram o ranking, pela ordem: Goldwind, Gamesa, Siemens, Enercon, Grupo Nordex, United Power, Mingyang, Envision.

Fonte: Canal Energia

Vestas volta ao topo do ranking de fabricantes eólicos, segundo relatório da Bloomberg

A dinamarquesa Vestas recuperou o primeiro lugar no ranking anual de fabricantes de turbinas eólicas, segundo dados compilados pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF). Aproximadamente 8,7GW de turbinas da companhia foram instaladas em 2016, cerca de 16% de todas as instalações eólicas onshore no ano passado. Segundo a BNEF, a Vestas retorna ao primeiro lugar graças a um forte impulso nos EUA. A fabricante continua buscando uma estratégia global, com projetos eólicos em operação em 35 países, mais do que qualquer outra fabricante de turbinas.

A General Electric ficou em segundo lugar com 6,5GW, cerca de 0,6GW a mais do que em 2015. Embora a GE tenha perdido por pouco a sua tradicional liderança no mercado norte-americano para turbinas recém-contratadas da Vestas, a empresa conseguiu aumentar sua presença global para 21 países em 2016, de 14 em 2015.

A Xinjiang Goldwind Science & Technology caiu do primeiro para o terceiro lugar, com 6,4GW instalados em 2016. Praticamente toda a capacidade da fabricante chinesa foi construída em seu mercado doméstico, onde a Goldwind ampliou ainda mais sua participação. A contração do mercado de turbinas da China teve um impacto claro sobre a Goldwind, pois as instalações gerais no país alcançaram 22,8GW em 2016, uma queda de 21% em relação ao recorde de 29GW em 2015.

“O ranking deste ano mostra porque 2016 girou em torno de fusões na indústria de fabricantes de turbinas”, disse David Hostert, chefe de pesquisa eólica na BNEF. “Existe agora um grupo dissidente forte de três companhias líderes, seguido por outras empresas bem competitivas. A futura fusão da Siemens Wind e da Gamesa vai permitir que a nova empresa alcance as líderes e crie um grupo de “quatro grandes” fabricantes dominantes. Ficar na liderança deste grupo exigirá um porte significativo e uma presença equilibrada nos mercados certos”.

A espanhola Gamesa ficou em quarto lugar para instalações de turbinas onshore, pouco à frente da Enercon da Alemanha. Ambas as empresas conseguiram aumentar significativamente as suas instalações gerais em comparação com 2015. Enquanto uma em cada duas turbinas da Enercon foi instalada na Alemanha, quase uma em cada três turbinas da Gamesa foi instalada na Índia.

O Grupo Nordex retornou ao top 10 em sexto lugar, após a fusão com a Acciona Windpower no ano passado. A Guodian United Power da China ficou em sétimo lugar, à frente da Siemens. Esta última caiu quatro posições no ranking de onshore, em comparação com 2015. As empresas chinesas Ming Yang e Envision empataram em nono lugar, já que a diferença entre as duas fabricantes foi muito pequena.

Mercado eólico– Apenas 832 MW de nova capacidade eólica offshore foi instalada em 2016, um ano dominado por instalações na Ásia. Embora 2016 tenha tido um recorde de novos financiamentos para projetos eólicos offshore a serem construídos nos próximos anos na Europa, a quantidade de novos projetos em operação no ano passado foi globalmente muito abaixo dos 4,2 GW de 2015. A Sewind da China, que produz as turbinas offshore da Siemens, sob licença na China, ficou em primeiro lugar, com 489MW. Deste total, cerca de 388MW foram de turbinas Siemens e 101 MW foram máquinas do seu próprio design.

A Bloomberg New Energy Finance compila seu ranking anual de fabricantes de turbinas onshore e offshore utilizando a sua base de dados do mercado para fornecer uma metodologia global harmonizada. Portanto, estes números podem variar em relação aos relatórios das próprias fabricantes. A Gamesa e Siemens são mostradas como empresas separadas, pois a fusão entre a Siemens Wind e a Gamesa ainda não está finalizada.

 

Fonte: Agência Canal Energia

 

Conheça os cinco estados brasileiros com mais capacidade instalada de energia eólica

O Brasil já conta com 10,74 GW de capacidade de energia eólica instalada em 430 parques. Quando pensamos nestes números, é comum já imaginarmos os aerogeradores nas paisagens do Nordeste. Isso acontece porque de fato a região é a grande produtora de energia eólica, mas a realidade é que já temos parques eólicos em outros estados também. Veja, abaixo, o ranking levantado pela Abeeólica com os cinco estados brasileiros com mais capacidade instalada de energia eólica e o que está previsto até 2020, considerando os leilões já realizados e contratos fechados. Importante mencionar que, com novos leilões, os valores previstos para os próximos anos devem aumentar.

Rio Grande do Norte

Com 125 parques eólicos e 3,4 GW de capacidade instalada de energia eólica, o Rio Grande do Norte é atualmente o primeiro do ranking. O Estado tem cerca de 1.700 aerogeradores. Se considerarmos o que já está contratado para o RN, serão mais 1,2 GW e mais 50 parques até 2020.

Bahia

Segunda colocada no ranking, a Bahia está bem perto de completar 2 GWs de capacidade instalada: atualmente está com 1,9 GW, 73 parques eólicos e mais de 1.000 aerogeradores. Se considerar capacidade já contratada e em construção, o Estado ainda vai ganhar mais 3,5 GW e 159 parques até 2020.

Ceará

Com 1,7 GW de capacidade instalada, 68 parques e mais de 900 aerogeradores, o Ceará é o terceiro colocado no ranking. Até 2020, serão mais 37 parques e 838 MW de capacidade instalada.

Rio Grande do Sul

Saindo do Nordeste, temos o Rio Grande do Sul como quarto colocado no ranking, com 1,65 GW e 72 parques. São quase 800 aerogeradores no Estado. Até 2020, o Rio Grande do Sul terá mais 11 parques e 181 MW, considerando leilões já realizados. Importante mencionar que, em 2016, o Complexo eólico de Osório completou dez anos e inaugurou um Centro de Visitantes com informações detalhadas sobre o local.

Piauí

Com 914 MW e 36 parques, o Piauí é quinto colocado. Até 2020, serão mais 934 MW e 34 parques.

Além destes estados, também há considerável capacidade instalada em Pernambuco, Santa Catarina, Paraíba, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná. No gráfico abaixo, você verifica a capacidade instalada por cada Estado atualmente e o número de parques:

formato

 

Fonte: Abeeólica

Geração eólica cresce 53% em 2016, aponta CCEE

Rio Grande do Norte permanece como maior produtor de energia eólica do país

A produção de energia eólica nos primeiros cinco meses do ano somou 2.703 MW médios, crescimento de 53% na comparação com os 1.762 MW médios produzidos de janeiro a maio de 2015. A capacidade instalada dos 356 empreendimentos eólicos em operação no sistema alcançou a expressiva marca de 9.092 MW, incremento de 46,5% na comparação com os 6.211 MW registrados em maio de 2015, quando havia 244 projetos em operação. Os dados foram apresentados nesta terça-feira, 26 de julho, pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.

Em maio, a análise por Estado indica que o Rio Grande do Norte permanece como maior produtor de energia eólica do país. As usinas potiguares produziram um total de 960,5 MW médios no mês, aumento de 33,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida, aparece o estado da Bahia com 712,6 MW médios (+54%) produzidos, o Ceará com 470 MW médios (+24%) e o Rio Grande do Sul, que alcançou 461 MW médios (+41%) em maio.

Os dados sobre a capacidade instalada ainda indicam a liderança do Rio Grande do Norte com um total de 2.711 MW, aumento de 29% em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida, aparece a Bahia com 1.750 MW (+82%), o Ceará com 1.615,5 MW (+24%) e o Rio Grande do Sul com 1.569 MW (+20,8%).
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RKN dez mais 2
Fonte: Da Agência CanalEnergia, Operação e Manutenção

Capacidade instalada de usinas eólicas cresce 45% em 2015

A capacidade instalada de usinas eólicas cresceu 45% ao longo de 2015 na comparação com 2014, saltando de 5.710 MW para 8.277 MW. Entre janeiro e dezembro do ano passado, entraram em operação 102 novos empreendimentos, somando um total de 325 geradoras eólicas em 2015. O balanço foi divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica na segunda-feira, 7 de março.

Segundo a CCEE, as usinas eólicas produziram 2.971 MW médios, crescimento de 52% em relação ao mesmo período de 2014. Vale destacar o desempenho da fonte no mês de agosto, quando a produção alcançou seu auge e entregou ao Sistema Interligado Nacional de 3.199 MW médios.

Na análise por estado, o Rio Grande do Norte fechou 2015 com a maior capacidade instalada em usinas eólicas, um total de 2.493 MW, aumento de 28,3%. Em seguida, aparecem Ceará com 1.573,5 MW (+22,8%), Rio Grande do Sul com 1.514 MW (+30,6%) e Bahia com 1.441 MW (+41,6%). Veja o ranking completo abaixo.

Os dados consolidados do boletim InfoMercado Mensal referentes à dezembro mostram ainda uma variação positiva no consumo e geração de energia do SIN. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 0,5% no consumo (61.795 MW médios ante 61.479 MW médios) e de 0,4% na geração de energia (61.826 MW médios frente aos 61.559 MW médios).
Ranking – Os 10 maiores estados  em capacidade instalada de energia eólica
Posição             Estado               MW
1º             Rio Grande do Norte  2.493
2º             Ceará                             1.573,5
3º             Rio Grande do Sul      1.514
4º             Bahia                             1.441
5º             Piauí                              705
6º             Santa Catarina            224
7º             Pernambuco                192
8º             Paraíba                         59,5
9º             Sergipe                         34,5
10º           Rio de Janeiro            28
Fonte: Da Agência CanalEnergia, Operação e Manutenção
 

Eólicas: Brasil ultrapassará Itália neste ano e, em 2020, estará entre os cinco maiores

O Brasil ingressou há pouco no mercado de energia eólica, mas já caminha para se tornar uma potência internacional. O país, que ocupa a décima posição no ranking dos maiores produtores da eletricidade gerada a partir do vento, está cotado para ultrapassar a Itália ainda em 2016 e pular para a nona colocação. Até 2020, a previsão da Associação Brasileira de Energia Eólica (AbeEólica) é a de que a bandeira brasileira figure entre as dos cinco principais produtores de eólica do planeta.

O país começou a produção comercial de maneira tímida, em 2004, com a injeção de 6,6 megawatts (MW). O volume era irrisório. Em 2005 houve uma lacuna, retornando a produção em 2006 com 208,3 MW de potência. Até que saltou, em 2014, para 2.784 MW e, em 2015, para 2.655 MW. Para este ano, a expectativa é a de que 2.281 MW sejam injetados no Sistema Interligado Nacional (SIN), conforme relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Em 2015, os parques eólicos brasileiros somavam 8.720 MW de potência instalada, ou 8,72 Gigawatts, e chegaram a 9 GW na semana passada. O montante equivale à usina de Belo Monte, a segunda maior do país, e é suficiente para abastecer cerca de cinco milhões de consumidores, ou seja, mais do que o Paraná. “A Itália injetou 200 MW na rede no ano passado. O Brasil está injetando de 2 a 3 GW por ano”, comemora a presidente da AbeEólica, Elbia Gannoum. No entanto, ela ressalta que ultrapassar a China é praticamente impossível. “A China cresce um Brasil de energia por ano”, afirma Elbia.

Investimentos

Os investimentos no setor também são ressaltados pela executiva. Afinal, nos últimos dois anos foram investidos R$ 30 bilhões e criados cerca de 81 mil postos de trabalho de todos os tipos, desde chão de fábrica até executivos. A expansão é resultado da viabilidade comercial desse tipo de geração. Enquanto o megawatt-hora (MWh) comercializado nos últimos leilões pelas grandes usinas, como Belo Monte e Jirau, girou em torno de R$ 80, o MWh das eólicas foi pouco superior a R$ 100, conforme afirma o presidente da CMU Energia, Walter Fróes. “As eólicas foram mais competitividas do que as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs)”, diz o especialista.

Ele afirma, no entanto, que a escalada do dólar pode atrasar projetos. Embora Elbia lembre que o Brasil já possui fornecedores de geradores e turbinas, que são o coração das torres eólicas, Fróes afirma que muitos dos fabricantes são, na verdade, empresas de montagem. “O produto é importado e montado no Brasil. Com a alta do dólar, acredito que o megawatt-hora das eólicas não deva ficar abaixo de R$ 200 nos leilões, perdendo um pouco da competitividade no curto prazo”, diz.

Potencial e desafios

Minas Gerais vai entrar de cabeça na rota das eólicas nos próximos dez anos, segundo o presidente da Efficientia, empresa do grupo Cemig, Alexandre Heringer. A tecnologia será a principal aliada do Estado na briga por uma fatia no mercado da energia gerada a partir do vento, hoje comandado por Rio Grande do Norte (RN), com 2,8 GW, o equivalente a 33% da energia eólica gerada em território nacional. Em segundo lugar aparece a Bahia (BA), com 1,6 GW, seguida pelo Rio Grande do Sul (RS), com 1,5 GW.

Potencial para disputar uma parte do mercado, Minas tem. Nas alterosas, segundo o Atlas Eólico, estudo desenvolvido pela Cemig há alguns anos, seria possível instalar 39 gigawatts de potência. É o mesmo que dizer que poderíamos instalar duas usinas de Itaipu em Minas Gerais.

Apesar do potencial, falta viabilidade comercial para produzir energia a partir do vento. Conforme explica Heringer, os locais de mais vento estão localizados no topo dos morros, enquanto no Rio Grande do Norte, no Ceará e na Bahia, por exemplo, as áreas de fortes ventos estão em planícies no litoral. “É muito mais fácil instalar uma torre eólica em uma planície do que no topo de um morro, com terreno irregular. No futuro, no entanto, essas áreas serão competitivas”, prevê.

Torres

Elbia afirma que torres de até 120 metros estão em estudo em São Paulo. A aprovação desse tipo de equipamento facilita a implantação das eólicas no Estado. Afinal, neste caso, não seria necessário ir até o topo dos morros.

O membro do Instituto de Desenvolvimento do Setor Energético (Ilumina) e consultor, Roberto D’araújo, lembra, no entanto, que a energia eólica é variável, ou seja, intermitente, e pode gerar instabilidade elétrica. “Na China os parques eólicos são instalados juntos a grandes baterias solares. O objetivo é não interromper abruptamente o fornecimento de energia, caso pare de ventar. No Brasil, este tipo de tecnologia ainda é escassa”, diz. Além de ventos fracos, ventos muitos fortes também podem interromper o abastecimento elétrico e causar insegurança.

O especialista comenta, ainda, que é uma ilusão pensar que a energia eólica é uma fonte 100% limpa. Além de ser necessário desabitar uma grande área devido à poluição sonora (os ruídos emitidos pelas pás são muito fortes), as torres comumente matam centena de pássaros. “Não existe fontes totalmente limpa. Todo tipo de geração de energia possui prós e contras. O ideal é combinar as matrizes de forma a causar o menor dano possível”, destaca.

Foto: Hoje em Dia

Foto: Hoje em Dia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Tatiana Moraes | Hoje em Dia

Energia eólica mundial atinge recorde de 435 GW em 2015

De acordo com dados preliminares divulgados ontem (10) pela Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA, em inglês), o mundo tem visto um novo recorde em novas instalações eólicas com o acréscimo de 63.690 MW em 2015. A capacidade total de energia produzida pelos ventos em todo o mundo chegou a 435 GW.

total

A taxa de crescimento global de 17,2% foi maior do que em 2014 (16,4%). Entre os 15 principais mercados, Brasil, Polônia, China e Turquia foram os países mais dinâmicos e com taxas de crescimento mais fortes.

A China tem se destacado como líder mundial de energia eólica, somando novos 33 GW de capacidade. Isto representa uma quota de 51,8% do mercado.

Alemanha, na expectativa de mudanças na legislação, instalou 4,9 GW. A energia eólica contribuiu com um novo recorde de 13% da demanda energética do país em 2015.

Há um ano, o Brasil foi o quarto maior mercado para novos aerogeradores com um volume de 2,8 GW. O país é considerado o líder de mercado em energia eólica da América Latina.

top12

Fonte: CERNE Press com informações da WWEA

Brasil é o quarto país em que energia eólica mais cresce no mundo

O Brasil já está na lista de maiores produtores de energia eólica do mundo. O levantamento “Energia Eólica no Brasil e Mundo”, do Ministério de Minas e Energia, aponta que o país foi o quarto colocado no ranking mundial de expansão de potência eólica em 2014.

As nações que realizaram um avanço superior ao Brasil em 2014 foram a China (23.149 megawatts), Alemanha (6.184 megawatts) e Estados Unidos (4.854 megawatts). No mesmo período, o Brasil teve uma expansão de potência instalada de 2.686 megawatts (MW).

O Brasil já contratou cerca de 16,6 mil MW de energia eólica em leilões, sendo que aproximadamente 1,4 mil MW foram assegurados por meio do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas (Proinfa). Do total contratado, 7,8 mil MW já estão em operação. O total contratado equivale à energia gerada pela usina hidrelétrica de Itaipu.

A estimativa do governo, presente no Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2024), é de que a capacidade instalada eólica do Brasil chegue a algo em torno de 24 mil MW. Desse total, 21 mil MW deverão ser gerados na região Nordeste, o que vai representar 45% do total produzido na região. 

Vantagens

Uma das grandes vantagens da matriz energética brasileira é a disponibilidade de várias fontes limpas e renováveis para geração de energia elétrica. Diversos outros países não possuem recursos naturais e precisam recorrer a termelétricas para garantir o suprimento. O avanço do setor eólico, segundo especialistas, vai representar uma energia complementar interessante para o Brasil, que hoje tem sua base de geração de energia no sistema hidráulico.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, afirma que há um casamento das condições eólicas e hidrelétricas no Brasil. O período de seca no Nordeste, onde se encontram aproximadamente 80% dos parques eólicos, coincide com o período chuvoso nas regiões Sul e Sudeste, onde estão os principais reservatórios de usinas hidrelétricas.

“Quando tem vento, você pode estocar água no reservatório. Quando tem menos vento, usa aquela água estocada para gerar energia elétrica. Nos países europeus, por exemplo, quando não tem vento, tem de ligar uma termelétrica. Aqui nós temos duas fontes limpas, e uma se complementa a outra. O Brasil realmente é um país afortunado, por ter fontes renováveis que se complementam entre si”, explica Tolmasquim.

Avanços tecnológicos

Segundo o presidente da EPE, a tecnologia de geração eólica deu um grande salto nos últimos anos. “Os aerogeradores, que antigamente eram de 50 metros de altura, hoje têm mais de 120 metros. Você aumentou muito o tamanho da pá, aumentou a potência de cada um deles”, afirma.

Os parques geradores maiores permitem acelerar a produção de energia eólica, devido a uma característica dos ventos brasileiros: eles são mais constantes que em outros países. “Tudo isso faz com que você tenha hoje, na energia eólica, uma das fontes mais competitivas do Brasil, depois da hidrelétrica”, destaca Tolmasquim.

A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum, diz que a tecnologia atual de geração de eletricidade a partir dos ventos é recente e que ainda há uma margem de crescimento. “Houve um grande salto tecnológico nos últimos cinco ou seis anos e, por isso, o custo de produção se tornou mais competitivo”, avalia.

O maior potencial de expansão atualmente se encontra no interior do Nordeste, especialmente no semiárido brasileiro. Mas o Brasil começa a sinalizar uma possível oportunidade também para a microgeração. 

Depois de promover ajustes na regulação da chamada geração distribuída (aquela em que os consumidores podem produzir eletricidade nas próprias residências), o País abriu as portas para a produção individual eólica e solar. 

“Os microaerogeradores podem ser instalados em grandes centros, nas residências, desde que tenha ventos superiores a dois metros por segundo. Isso temos praticamente em todo o País”, destaca Elbia. O maior entrave é o custo para investimento inicial, que só permite um retorno após alguns anos.

Fonte: Portal Brasil, com informações da EPE e Abeóolica

Brasil sobe 5 posições em ranking mundial eólico

O Brasil subiu para a quarta posição no ranking mundial de expansão de potência na energia eólica em 2014. Também saltou cinco posições no ranking mundial de capacidade instalada. Agora, ocupa o 10º lugar em geração, tendo sido o 15º em 2013. Os dados integram o boletim “Energia Solar no Brasil e no Mundo – Ano de Referência – 2014”, produzido pelo Ministério de Minas e Energia.

Já no quesito eficiência, o Brasil está liderando a corrida mundial, conseguindo um fator de capacidade de 37% em 2014, uma vez e meia o indicador mundial. Nos próximos anos, o resultado deverá ser ainda melhor, pois empreendimentos iniciados em 2015 estão obtendo fatores de capacidade cada vez mais altos. Esse indicador vem aumentando significativamente em razão dos avanços tecnológicos em materiais e do porte das instalações das usinas geradoras de energia eólica.

O Brasil já contratou 16,6 Gigawatts (GW) de energia eólica em leilões, aí incluídos 1,4 GW  do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas (Proinfa). Desse montante, 6,9 GW já estavam em operação em novembro de 2015; 3,6 GW estavam em construção; e 6,2 GW em preparação.

No mundo, a Dinamarca apresenta a maior proporção de geração eólica em relação à geração total do país, de 41,4%. Em Portugal, a proporção é de 23,3%; na Irlanda, é de 20%; e na Espanha, de 19,1%. Nos demais países, a proporção fica abaixo de 10%.

No Brasil, em 2014, o  Ceará estava à frente, apresentando a maior proporção na geração eólica brasileira, de 30,9%, seguido pelo Rio Grande do Norte (30,8%) e Bahia (15,4%). Destaque-se o expressivo fator de capacidade instalada de geração do Ceará em 2014: 43,5%.

Expansão

A capacidade instalada eólica brasileira deverá chegar a 24 GW em 2024, conforme o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2024). O Nordeste vai ter 45% da sua energia gerada pelos ventos em 2024 (21 GW de fonte eólica). Considerando-se  também a energia solar, o indicador deverá chegar a 50%. A perspectiva é de que as fontes solar e eólica tornarão a região Nordeste exportadora de energia elétrica em dez anos, frente à situação de equilíbrio, verificada em 2014.

Fonte:  Portal Brasil, com informações do MME

Brasil é campeão em energia limpa

Fonte: Portal Brasil | Lucas Tolentino, enviado especial a Paris – Edição: Alethea Muniz

Especialistas reconheceram a eficiência das políticas brasileiras para frear o aquecimento global. Em evento paralelo da 21ª Conferência das Partes (COP 21), realizado na Embaixada do Brasil em Paris, gestores públicos e pesquisadores apontaram a renovação da matriz energética como uma das principais medidas para que o país atinja a meta de corte de emissões apresentada às Nações Unidas.

As fontes renováveis correspondem, hoje, a 78% da geração de energia do Brasil. O dado supera em mais de três vezes a média mundial, com apenas 20,3% de fontes renováveis e mais de 40% provenientes do carvão. “O Brasil já faz a diferença e pode fazer mais a partir de uma perspectiva de inovação tecnológica”, declarou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. “É preciso um debate sobre essa questão na agenda climática.”

CRESCIMENTO

Levantamento apresentado no encontro mostrou que o Brasil está no caminho certo. Liderado pelo pesquisador Emílio La Rovere, da COPPE/UFRJ, o estudo analisou as implicações das ações brasileiras voltadas para o corte de emissões de carbono. “Com a adoção das políticas adequadas, a INDC (meta nacional) do Brasil pode contribuir para o crescimento econômico sustentável, o desenvolvimento social e a redução de emissões’, afirmou Emílio.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, ressaltou o desafio brasileiro de implantar a meta nacional de corte de emissões e, ao mesmo tempo, manter o crescimento econômico. “O país tem um enorme potencial em termos de bioenergia e deve investir nisso”, defendeu. “O planejamento de ações é a chave para que o país continue nessa posição de liderança”, acrescentou o diretor-geral da Eletrobrás Cepel, Albert Melo.

O debate faz parte dos Diálogos do Brasil na COP21 – Rumo à Implementação da INDC Brasileira, realizado de hoje ao dia 9 de dezembro na Embaixada do Brasil em Paris.

SAIBA MAIS

O efeito estufa é um fenômeno natural que tem sofrido alterações por conta de atividades humanas como o transporte e a geração de energia. Com isso, têm sido geradas as mudanças do clima. Para mudar esse cenário, diplomatas de 195 países estão reunidos até o fim da próxima semana, em Paris. O objetivo é chegar a um novo acordo global capaz de limitar o aumento da temperatura da Terra a até 2ºC.