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Obras do Complexo Eólico Lagoa do Barro têm início no Piauí

Neste mês de junho está sendo dado o pontapé inicial das obras do Complexo Eólico Lagoa do Barro. O empreendimento tem previsão de investimento de 1,3 bilhão de reais e é um marco para o desenvolvimento de Lagoa do Barro do Piauí, município com pouco mais de 5 mil habitantes localizado no sertão do estado. As obras vão gerar cerca de 500 empregos diretos e indiretos nos períodos de pico onde todas as empresas estarão atuando e movimentar a economia local de uma maneira inédita.

“O Complexo Eólico Lagoa do Barro é hoje um empreendimento do estado do Piauí. Temos certeza que esse é o primeiro passo para o desenvolvimento da região.”, reforça Wellington Dias, Governador do Estado do Piauí.

Neste início das atividades, 108 colaboradores (entre topógrafos, operadores de máquinas, técnicos de segurança do trabalho e do meio ambiente, técnicos administrativos, engenheiros e outros) realizam a limpeza da área onde será instalada a fábrica de componentes eólicos da Acciona Windpower e fazem melhorias nas estradas de acesso ao canteiro de obras.

Quanto estiver pronto, em 2018, o Complexo Eólico Lagoa do Barro contará com oito parques eólicos e potência instalada de 195 MW (megawatts), gerados por 65 aerogeradores distribuídos em uma área de 2.854 hectares.

O Complexo Eólico Lagoa do Barro é o quinto empreendimento da Atlantic Energias Renováveis, que já conta com o Complexo Eólico Morrinhos, na Bahia, o Complexo Eólico Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul, e os Parques Eólicos Renascença V e Eurus II, ambos no Rio Grande do Norte.

Fonte: CERNE Press

Piauí atinge 1GW de energia eólica

Conforme previsão divulgada em fevereiro pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), o estado do Piauí atingiu esta semana a marca dos 1 gigawatts (GW) de capacidade instalada em energia eólica. O resultado foi alcançado com a instalação e início de operação em teste dos parques Ventos de Santo Augusto I, VI e VII,  somando 66,7 MW de potência.

Os empreendimentos estão localizados no município de Simões e foram comercializados no leilão A-5/2013 pela empresa Casa do Ventos. As usinas adiantaram a sua operação que em contrato estava prevista apenas para início em maio de 2018.

Com o resultado, o estado é o 5º a superar a marca no país.

Fonte: CERNE Press com informações da Abeeólica

Piauí está prestes a atingir seu primeiro gigawatt eólico

O Piauí se aproxima de alcançar o seu primeiro gigawatt eólico. O Estado está com cerca de 919 MW em potência instalada e operação comercial em 34 parques eólicos, segundo levantamento do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE).

A perspectiva é que a marca seja alcançada antes mesmo que a Bahia ou Ceará cheguem aos seus 2 GW, respectivamente com 1,7 GW  e 1,5 GW em potência instalada.

Nesse aspecto, o Rio Grande do Norte é líder disparado no Brasil. Em 2014 o estado alcançou o seu primeiro gigawatt e desde então vem apresentando crescimento exponencial no setor. No ano seguinte, atingiu a marca dos 2 GW e em 2016 o estado quebrou a barreira dos 3 GW em potência instalada.

Fonte: CERNE Press

Aneel autoriza operação em teste de duas novas usinas eólicas no Piauí

Em publicação no Diário Oficial da União, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a liberação da operação em fase de teste de duas usinas no Piauí. O indicativo abarca a EOL Ventos de Santo Augusto I e EOL Ventos de São Virgílio 02, localizadas no município de Simões. Com a decisão do órgão vinculado ao Governo Federal, o setor de energias renováveis ganha um novo fôlego no Piauí e se consolida como grande aposta para o desenvolvimento socioeconômico local. Para se ter uma ideia da magnitude das usinas, apenas a Ventos de São Virgílio 02, demandou recursos na ordem de R$ 108 milhões.

No que tange a Ventos de São Augusto I, o investimento previsto foi de R$ 54,8 milhões; na liberação dessa usina eólica foram abarcadas 13,8 MW de potencial instalado. Cabe indicar que na região, ainda há a previsão da implantação da EOL Ventos de São Virgílio 3, já que o Ministério de Minas e Energia aprovou o projeto de nove usinas geradoras de 2.000 KW, com período de execução até outubro deste ano , tendo como localidade da ação o município de Curral Novo.

Vale apontar que levantamento realizado pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), revela que o Piauí já possui 29 parques eólicos instalados e em operação e tem mais 23 em construção. Os dados destacam que o potencial de produção chega atualmente a 808,4 Megawatts (MW) e chegará a 1445,8 MW assim que os empreendimentos forem concluídos no Estado. No número de parques eólicos em construção, o Estado fica atrás apenas da Bahia (44) e Ceará (25). Os dados são ainda mais positivos quando embasados na capacidade total de potência prevista nestes empreendimentos, figurando na segunda posição do país, com 640,2 Megawatts (MW); apenas a Bahia aparece com uma capacidade maior prospectada (859,45 MW).

Fonte: Jornal Meio Norte | Francy Teixeira

Piauí construirá primeira fábrica de equipamentos para energia eólica

O Piauí deverá receber um investimento de mais de R$ 3 milhões e, com isso, a construção de uma indústria para a produção de equipamentos voltados à produção de energia eólica, a primeira do Estado. O projeto faz parte da implantação do Complexo Lagoa do Barro, ao sul do Piauí, que contará também com a instalação de torres para produção de energia.

Durante reunião com o governador Wellington Dias (PT) nesta sexta-feira (20), o CEO da Atlantic Energias Renováveis, José Roberto, e o diretor da Acciona Wind Power, David Lobo, discutiram a implantação de aerogeradores, com torres de 120 metros e tecnologia de ponta.

Além de estabelecer o Piauí como um dos grandes produtores de energia limpa do país, a parceria tem como objetivo a geração de pelo menos 500 empregos na região.

A implantação tem previsão de início para o primeiro trimestre deste ano. A pretensão é que produção de energia comece em meados de 2018. “Vamos realizar um workshop com empresários piauienses na tentativa de buscar oportunidades para inseri-los em nosso projeto também”, destaca o CEO José Roberto.

Os primeiros geradores a serem implantados no Piauí foi em Parnaíba, com a produção de 0,9 megas de energia.  “Para você ter uma ideia, começamos aqui com torres de 60 metros, depois comemoramos quando chegamos a 80 metros, e agora chegamos aos 120.  O que isso significa? Geradores mais potentes, geradores de 3,5 megas”, lembrou o governador.

Por: Portal do Dia | Ithyara Borges

Chesf vai investir em energia eólica no PI para recuperar nível de barragem

Após a barragem de Boa Esperança atingir nível mais baixo da história no ano passado (5,8%), a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) prevê para 2017 um investimento ainda maior nas fontes alternativas para recuperar os níveis dos reservatórios. No Piauí, a expectativa é que 50% da produção no estado venha da energia eólica.

“Este ano estamos com nível de 24% em janeiro, o que mostra 2017 mais favorável  na barragem de Boa Esperança. Apesar disso, vamos manter somente a geração de energia de 90 megawalts, 140 a menos da capacidade total. A intenção é apostar na geração eólica e térmica durante o ano para recuperar os níveis dos reservatórios do Nordeste. É uma tendência depender menos da hidroelétrica para superar estes momentos de crise”, declarou o diretor de operação da Chesf, João Henrique Franklin,.

De acordo com o diretor, o Nordeste vive um período adverso em termo de bacia hidrográfica. A situação mais crítica é na bacia do Rio São Francisco, considerada a maior da região, que desde 2013 vem registrado queda no nível de capacidade e por consequência na geração de energia. A bacia do Parnaíba também segue em baixa.

“A falta de chuvas tem feito com que o Nordeste tenha essa dependência energética de hidroelétrica, que sempre foi muito forte no país. Ano passado tívemos uma situação crítica, o nível do reservatório do Piauí atingiu 5.8% no início de 2016. Por conta disso, nós temos procurado utilizar menos energia hidrelétrica e mais de outras fontes, a exemplo da eólica”, explicou o diretor.

O Piauí iniciou o ano com 130 cidades piauienses em situação de emergência por causa da seca. O último município a ser reconhecida pelo Ministério da Integração foi Coivaras, localizada ao Norte do estado, onde as chuvas irregulares prejudicou a produção agrícola e falta água para os animais.

Para João Henrique Franklin, apesar da previsão de poucas chuvas, a estimativa do nível da barragem de Boa Esperança deve ser melhor do que 2016, quando o reservatório fechou o ano com 30% da capacidade. Segundo ele, os meses de março e abril devem recuperar o nível da barragem e o mínimo previsto é de 15%.

Produção no Litoral
Ainda tímida, a produção de energia eólica é responsável por apenas 7% da matriz elétrica no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica. O Piauí tem ampliado a sua participação nas energias renováveis. Um exemplo disso é a cidade de Parnaíba, cuja capacidade instalada atualmente atenderia seus mais de 140 mil habitantes, a tornando autossuficiente, caso funcionasse apenas como uma rede local. A produção dos dois parques instalados no município é de 88 megawaltts.

O Parque Eólico Complexo Delta da Ômega Energia, localizado no litoral do estado, está em processo de ampliação. Com o aumento do Delta 1 e Delta 2, os parques, que hoje têm uma capacidade instalada de 70 MW, passam a produzir mais 40 MW.

Atualmente, o complexo possui 36 turbinas eólicas, sendo que cada uma possui 90 metros de altura e gera 2 MW de energia. Para a circulação dos 110 MW, serão implantados de 20 a 25 geradores, que devem entrar em operação até o segundo semestre deste ano.

Fonte: Catarina Costa | G1 Piauí

Piauí fornecerá minérios e produzirá energia limpa com Ceará

O secretário Estadual de Mineração, Petróleo e Energias Renováveis, Luís Coelho, esteve presente em audiência com o secretário de Relações Internacionais do Governo do Estado do Ceará, Antônio Balmahm, e o Presidente da Zona de Processamento e Exportação (ZPE) do Ceará Mário Lima. O objetivo do encontro entre gestores interestaduais, realizado no Palácio do Governo do Ceará, visa o intercâmbio entre os dois estados para o fortalecimento institucional e o melhor aproveitamento das energias renováveis e minerais entre os territórios vizinhos.

“Queremos mostrar para a ZPE e para o governo do Ceará o que nós temos e o que podemos fornecer para o estado”, explicou o secretário do Piauí.

Entre os principais pontos acordados na audiência estiveram a produção de energia eólica na Serra da Ibiapaba, a logística de câmbio de mercadorias com a TransNordestina – que ligará o Piauí ao porto cearense de Pecém -, e o fornecimento, por parte do Piauí, de matérias primas para indústrias siderúrgicas e de materiais químicos.

“Trata-se de um contato para se abrir fronteiras, abrir diálogos e negócios casados com os interesses empresariais. Eu acho de grande valia porque estamos num momento de muitos acontecimentos. No Piauí já estamos no nível de Plano de Avaliação Econômica (PAE). Já sabemos os minérios que temos e como extraí-los, agora vamos abrir as portas para saber quais serão os objetivos da nossa produção interna. Estamos mostrando e buscando nos empresários e Estados vizinhos o que necessitam para que forneçamos minérios e outras matérias”, destaca Luiz Coelho.

Com o PAE foi possível concluir que o Piauí possui duas grandes reservas de minério de ferro que abrigam uma faixa de um bilhão de toneladas cada. O Ceará possui indústrias de siderurgia, mas não possui reservas de ferro. O objetivo é abrir um leque de conversar entre o estados e fazer do Piauí um fornecedor próximo de matérias primas. Municípios piauienses como Curral Novo, Simões e outras na região de São Raimundo Nonato, como Fartura, São Lourenço e Dirceu Arcoverde podem fornecer ferro e atrair empresas siderúrgicas para o estado.

Outro ponto estratégico entre os dois estados é a ferrovia que vai ligar o Sul do Piauí ao Porto de Pecém, a Transnordestina.  A obra, com mai de 1.700 km de ferrovia liga o município de Eliseu Martins, no cerrado piauiense, aos portos de Pecém, no Ceará, e Suape, no Pernambuco.

“Essa foi só uma prévia e no final deste mês, início de fevereiro, outra conversa está agendada. Nela serão apresentadas as necessidades empresariais específicas do Estado do Ceará com o calcário, fosfato, minério de ferro e outros minerais que eles assim desejam. Não se trata só de minério de ferro, outras empresas que estão na ZPE cearense tem interesses em adquirir matérias primas que estejam mais próximas da zona de processamento. Estamos abrindo um leque de conversas no sentido de unir interesses, para saber o que pode ser feito para alinhar as classes empresariais dos dois estados”, relatou o secretário de mineração.

A energia renovável também se configura como uma importante área de convergência de interesses. O Piauí, que já é uma fronteira de produção de energia eólica pode estender sua produção com a potência da região da Serra da Ibiapaba, que faz fronteira com o estado do Ceará. Para o governo do Piauí, a serra tem potência para se tornar uma grande fonte de produção de energia eólica e um divisor das águas nas energias renováveis dos dois estados.

“No lado de cá do nosso estado nós temos um trabalho de pesquisa em fase terminal que apontam para a possibilidade de implantação de mais de 2 mil torres, algo em torno de 4 Gigas. É uma previsão para a Serra da Ibiapaba que envolve os municípios de São Miguel do Tapuio, Assunção, Buriti dos Montes e outros municípios da divisa com o Ceará”, adiantou Coelho.

Ainda de acordo com o secretário de Mineração, Petróleo e Energias Renováveis do Piauí, 2017 continua com boas notícias na área de energia eólica e solar. “Acredito que este ano será de grande avanços nesses dois setores renováveis. As empresas estão determinadas para investir no estado. Outro ponto é que estamos vendo no início do ano uma aumento na taxa de energia elétrica para o consumidor, com ao aumento das temperaturas e diminuição das chuvas. A opção é fazer que as energias renováveis sejam fundamentais para a geração de energia elétrica. Por isso devemos investir cada vez mais em energias limpas como a eólica e a solar”, concluiu o secretário.

A audiência interestadual deve ser proposta também para conciliar interesses econômicos com os estados do Maranhão e da Bahia.

Fonte: Valmir Macêdo | Governo do Piauí

Piauí chegará a 52 parques eólicos instalados nos próximos anos

O avanço no setor de energias renováveis no Estado, vislumbrado pela atual gestão do governador Wellington Dias (PT), deve ser propagado ao decorrer dos próximos anos; ao menos é o que aponta o levantamento realizado pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), revelando que o Piauí já possui 29 parques eólicos instalados e em operação e tem mais 23 em construção. Os dados foram atualizados no fim de outubro e destacam que o potencial de produção chega atualmente a 808,4 Megawatts (MW) e chegará a 1445,8 MW assim que os empreendimentos forem concluídos no Estado.

No número de parques eólicos em construção, o Estado fica atrás apenas da Bahia (44) e Ceará (25). Os dados são ainda mais positivos quando embasados na capacidade total de potência prevista nestes empreendimentos, figurando na segunda posição do país, com 640,2 Megawatts (MW); apenas a Bahia aparece com uma capacidade maior prospectada (859,45 MW).

Os resultados observados com o setor no Piauí serão amplificados com a expectativa da implantação da primeira fábrica de torres de energia eólica no Piauí, a empresa Acciona apresentou no início deste mês o projeto ao Governo. A iniciativa tem como objetivo a fabricação e comercialização de torres eólicas, que dará suporte a outras empresas que já comercializam energia renovável gerada pelo vento. O planejamento é que a instalação abarque os municípios de Lagoa do Barro e Queimada Nova.

Fonte: Francy Teixeira | Jornal Meio Norte

Piauí terá maior usina de energia solar da América Latina

A empresa italiana de geração de energia, Enel S.p.A, por meio de sua subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda, anunciou o início das obras de construção da maior usina solar do Brasil, a Nova Olinda, localizada no Piauí. Quando concluída, será a maior da América Latina, com 292 megawatts em capacidade. O investimento total será de US$ 300 milhões (quase 1 bilhão de reais no câmbio atual), como informou a companhia em comunicado nessa terça-feira (5).

A usina será instalada no município de Ribeira do Piauí, localizado a 377 quilômetros de Teresina, na microrregião do Alto Médio Canindé. Depois de construída, a Nova Olinda ocupará uma área de 690 hectares e terá capacidade instalada total de 292 MW. O empreendimento será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender as necessidades de consumo de energia anual de cerca de 300.000 lares brasileiros, evitando a emissão de cerca de 350.000 toneladas de gás carbônico (CO2) para a atmosfera. A unidade de produção será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá para atender a crescente demanda do país por energia.

A Enel ganhou o leilão da energia eólica realizado em agosto de 2015. O governador Wellington Dias, antes mesmo do leilão, acompanhou os investimentos em energia no Piauí e realizou viagens à Itália e Alemanha para conhecer projetos e conversar com o empresariado local do setor.  “Essa iniciativa faz parte do nosso projeto de trabalhar muito e produzir o que o Brasil precisa: energia, alimentos, bons serviços e gerar emprego e renda fazendo a economia crescer. O Piauí está pronto para esta tarefa e estamos trabalhando para ampliar investimentos e gerar emprego e renda para a população”, afirma o chefe do executivo estadual.

O gerente da Enel para o Brasil, Carlo Zorzoli, destacou, por meio de nota, que a companhia pretende continuar investindo para crescer de maneira sólida no setor de energia no país. “O governo brasileiro tem desenvolvido um processo atrativo e bem estruturado de leilões e temos construído o nosso sucesso com base na tecnologia líder de mercado, excelência em financiamento e reputação”, declarou o gerente.

Wellington Dias destacou os demais investimentos realizados no Piauí. “Somando os investimentos como esse da Enel, em energia solar; do Grupo Votorantin em energia eólica – com cerca de 3,6 bilhões de reais também em andamento; do Grupo Tomazini, da Terracal, do Ouro Branco e da Portugal Gás e Petróleo, teremos bilhões de investimentos e mais empregos”, ressalta o governador, ao destacar que também já está acertada a instalação do grupo Aurora, Alfa e Minasmel (os três na produção de alimentos), Budny (tratores e implementos) e uma nova base da Vickstar em Parnaíba.

Fonte: Portal Cidade Verde

Piauí será contemplado com novas linhas de financiamento em energia

O governador Wellington Dias recebeu comunicado do diretor de Ativos de Terceiros do Banco do Nordeste, Luiz Carlos Everton de Farias, destacando a luta e o empenho do gestor piauiense pela aprovação, por parte do Ministério da Integração Nacional, de nova regulamentação que permite aos Fundos de Investimentos Regionais financiarem, até o limite de 60% total de projeto de geração de energia por aproveitamento das fontes de biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, parques eólicos e centrais fotovoltaicas (energia solar).

De acordo com o Ministério da Integração nacional, os Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento para as Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste ampliarão suas linhas de financiamento para o setor energético. A medida, publicada nesta segunda-feira (25), no Diário Oficial da União, garantirá investimentos no setor para diversificar a matriz energética com fontes limpas e renováveis.

Conforme nota do Ministério, os Conselhos Deliberativos dos Fundos regulamentarão as prioridades de crédito e os limites das operações. “Estima-se que as contratações do setor energético junto aos bancos operadores tenham um incremento de R$ 1,5 bilhão, da previsão de R$ 26,3 bilhões destinados pelos fundos regionais para investimentos em todos os setores econômicos.”

Avaliam os técnicos do Ministério da Integração que a projeção é de um crescimento de 7,32% do PIB das três regiões, que poderá ultrapassar R$ 9,3 bilhões e a geração de 40 mil postos de trabalho no setor de energia. No total, a expectativa é de que os fundos vão gerar 580 mil postos de trabalho em 2016. Estimativas para os próximos quatro anos indicam investimentos de R$ 112 bilhões pelos Fundos Regionais.

O potencial piauiense

O governador Wellington Dias tem particular interesse nesses investimentos, considerando que o estado vem sendo apontado como um dos territórios de maior potência na exploração de energias renováveis. Parques de produção de energia limpa vêm se espalhando pelo litoral e por grande parte do sertão piauiense, com a perspectiva de transformar vidas de milhares de famílias que sofrem os efeitos da grande estiagem, uma vez que sobrevivem da plantação. Só a instalação das torres de geração de energia significa uma nova fonte de renda e até mais lucrativa, em muitos casos, para o agricultor que aluga um pedaço de chão para instalação dos equipamentos. Há especial destaque no aquecimento econômico dos mercados locais e o incentivo à formação profissional no setor.

O secretário de Estado da Mineração, Petróleo e Energias Renováveis do Piauí, Luís Coelho, comemora o que chama de “revolução” o que vai acontecer nos próximos anos, com a implantação de novos parques eólicos e painéis solares, para produzir mais energia, suficiente para abastecer todo o Piauí e parte do Nordeste. “O Piauí produz atualmente mais energia do que consome, cerca de 750 megawatts, com os parques do norte, que fornecem parte da energia que abastece a região de Piripiri, e da região do Araripe, responsável por fornecer parte da energia para abastecer a região de Picos. O restante da energia produzida hoje é vendido para outros estados”, explica.

Até o início do mês março passado, o Piauí possuía 15 parque eólicos, com capacidade de produção (em potência instalada) de 750 megawatts para atender a uma população de 4 milhões de habitantes. Os parques eólicos empregam cerca de 3 mil trabalhadores nos municípios. Se forem acrescentados os parques em construção ou sendo concluídos serão 42, viabilizando a produção 1,1 de gigawatt de energia.

Luis Coelho lembra que só o Grupo Votorantim está implantando no Sul do Piauí o maior parque eólico já instalado no estado, com 300 turbinas ou aerogeradores, espalhados em propriedades rurais nos municípios de Curral Novo, Betânia do Piauí e Paulistana. O parque tem capacidade de produção de 628 megawatts de energia, o que equivale a três barragens de Boa Esperança, hidroelétrica instalada em Guadalupe. A Votoratim investe R$ 3,3 bilhões no empreendimento.

Outro projeto em fase de implantação prevê a montagem de um megaparque eólico, na Serra da Ibiapaba, na fronteira com o Ceará, compreendendo a região de Assunção do Piauí, Buriti dos Montes e São Miguel do Tapuio, que deverá produzir 4,4 gigawatts (4 mil megawatts) de energia. Ou seja, vai multiplicar por quatro tudo que já foi implantado no Piauí em energia eólica.

O secretário informa que existem pelo menos três projetos relacionados ao ICMS da energia limpa tramitando no Congresso para beneficiar os estados produtores. “O assunto interessa não só ao Piauí, mas a todos os estados produtores de energia, principalmente nas regiões Norte e Nordeste”, acrescenta.

Empresas estão chegando

Uma das mais recentes empresas a se instalar no Piauí é a Contour Global, com sede em Nova York, que comprou participações acionárias em parques eólicos que estão sendo construídos no estado, um dos quais a Chapada do Piauí, inaugurado recentemente. Ao todo, os projetos vão consumir investimentos de R$ 1,8 bilhão (US$ 845 milhões). Segundo o governador Wellington Dias, esse último empreendimento abrange os parques Chapada do Piauí II e III, contemplando os municípios de Marcolândia, Simões, Padre Marcos e Caldeirão Grande. O parque possui uma capacidade para gerar 436 MW, o que representa um potencial para fornecer energia para mais de um milhão de residências.

“É um ganho significativo para o Piauí”, garante Wellington Dias, que recentemente esteve na Europa tratando de atrair mais investimento de empresas internacionais para o setor. “O Piauí quer produzir, ainda nesta década, tudo o que o Brasil produzia até o ano de 2014, algo em torno de 6 ou 7 gigawatts”, vislumbra o gestor.

Fonte: Portal Cidade Verde

Piauí desponta para a energia eólica

A produção eólica do Piauí se destaca no cenário energético brasileiro e os bons números mostram um futuro promissor. Segundo dados do departamento de pesquisa do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), o Estado é o 5º colocado no ranking de capacidade em produção eólica em todo o país. São 24 parques eólicos em funcionamento com capacidade para gerar 676,20 MW de energia. Esse valor corresponde a 8,25% de toda potência instalada e em operação no território nacional.

Para 2016, o Piauí deverá atingir novos patamares entre os principais polos geradores de energia eólica. Mais 18 novas usinas entrarão em funcionamento até o final deste ano. Os empreendimentos, ainda fase de construção, deverão produzir 521,70 MW de energia. Além disso, o Estado conta com mais 394,7 MW de capacidade contratada em 16 projetos que venceram os leilões de energia do Governo Federal e serão construídos nos próximos 3 a 5 anos.

Atualmente, 377 turbinas eólicas estão instaladas e em operação comercial em todo o território piauiense. Desse total, 213 são da fabricante GE Wind, 144 da empresa espanhola Gamesa, e 20 da ENERCON.

Os investimentos em energia eólica impulsionam cada vez mais o desenvolvimento econômico da região. Um exemplo disso é Complexo Eólico Chapada do Piauí, inaugurado em janeiro deste ano na cidade de Simões, região Sudeste do Estado. O empreendimento tem uma capacidade instalada total de 437 MW e potencial para fornecer energia para mais de 1 milhão de residências. O complexo recebeu R$1,5 bilhões de reais em investimentos e, durante a construção, gerou três mil empregos diretos.

A atividade eólica também traz desenvolvimento econômico para as cidades onde os parques estão instalados. Pequenos proprietários são beneficiados com a regularização fundiária e lucram com a renda extra proporcionada via arrendamento de terras. E os setores do comércio e de serviços também ganham com o aumento da circulação de moeda gerado. De acordo com informações do Governo do Piauí, para cada geração de emprego direto, outros três indiretos são criados.

Fonte: CERNE Press

Complexo eólico de 436 MW é inaugurado no Piauí

O potencial energético do Piauí tem se destacado no Brasil e atraído investidores internacionais. Um exemplo disso é o Complexo Eólico Chapada do Piauí é inaugurado nesta quinta-feira (14), em Marcolândia, no Sudeste piauiense.

O governador Wellington Dias participará da solenidade de inauguração, que será realizada no Parque Eólico Chapada do Piauí I. Além desse, o complexo abrange os parques Chapada do Piauí II e III, contemplando os municípios de Marcolândia, Simões, Padre Marcos e Caldeirão Grande. O complexo tem capacidade de gerar 436 MW, energia suficiente para abastecer uma cidade com aproximadamente 1 milhão de habitantes.

De acordo com Rodrigo Errera, gerente de Planta do Parque Chapada Piauí, foi investido R$ 1,5 bilhão e três mil empregos foram gerados diretamente. “O impacto social do parque é muito grande, além dos três mil empregos gerados até agora, nós teremos, mensalmente, mais de R$ 300 mil que serão distribuídos aos proprietários dos royalties. Ou seja, esse é um recurso que circulará nesses municípios alavancando a economia”, disse o gerente.

A energia produzida nestes parques eólicos será conduzida para o Sistema Interligado Nacional (SIN) e, posteriormente, será distribuída por todo o país.

Com informações do Portal 180º graus

Aneel libera operação comercial de complexos eólicos no Piauí e em Pernambuco

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou nesta sexta-feira, 18 de dezembro, o início da operação comercial dos complexos eólicos Ventos de Santa Joana e Ventos de Santo Onofre, que ficam localizadas no Piauí. Nas EOLs Ventos de Santo Onofre I, II e III, a Aneel autorizou 15 aerogeradores em cada parque, que totalizam 90 MW.  Nas EOLs Ventos de Santa Joana II, VI, VIII e XIV o aval também foi para 15 unidades em cada parque que juntas somam 120 MW.

A Aneel também liberou a operação comercial no complexo eólico Serra das Vacas, em Pernambuco. As EOLs Serra das Vacas I, II, III e IV tiveram 53 unidades liberadas, que somam 90,7 MW. Já a PCH Cantú 2, que fica em Nova Cantú e Laranjal, no Paraná, já pode operar em teste as unidades UG1, UG2 e UG3, que tem potência de 6 MW cada uma.

Fonte: Canal Energia