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Enel investe US$ 40 milhões em expansão de parque eólico na Bahia

A Enel, por meio de sua subsidiária Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), iniciou a construção da expansão do parque eólico Delfina, em operação na Bahia, com investimentos previstos de US$ 40 milhões. Com a expansão serão acrescidos 29,4 megawatts (MW) de capacidade instalada ao parque, atualmente de 180 MW.

“Por meio deste projeto, seguimos ampliando nossa presença no mercado brasileiro, que possui grande potencial, aproveitando a riqueza de recursos renováveis da Bahia “, afirmou, em nota, Antonio Scala, responsável da Enel Green Power na América do Sul.

Segundo a Enel, a expansão deverá entrar em operação em 2019, quatro anos antes do prazo estipulado em contrato. Entre o próximo ano e 2022, a energia gerada pela expansão será vendida no mercado livre. A partir de 2023, a usina eólica será apoiada por contratos de fornecimento de energia de 20 anos, que preveem a venda de volumes específicos da energia gerada pela usina para um pool de empresas de distribuição que operam no mercado regulado brasileiro.

No Brasil, o Grupo Enel, por meio de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, possui capacidade instalada total de renováveis de mais de 2,9 GW, dos quais 842 MW de energia eólica, 819 MW de energia solar fotovoltaica e 1.270 MW de energia hídrica. Além disso, a EGPB tem mais de 1 GW em execução no Brasil, conquistados nos leilões de 2017.

Fonte: Rodrigo Polito | Valor Econômico

Iberdrola investe 1 bilhão de euros em complexo eólico na Paraíba

Complexo será o maior da América Latina e contará com uma potência de 565 megawatts (MW), 471 novos e 94,5 que já estão operacionais

A empresa Neoenergia, filial da companhia elétrica espanhola Iberdrola, construirá no Brasil um complexo eólico no valor de 1 bilhão de euros, que contará com uma potência de 565 megawatts (MW), 471 novos e 94,5 que já estão operacionais, e será o maior da América Latina.

Segundo informou nesta quarta-feira a Iberdrola em Madri, o complexo, formado por 18 parques, estará situado próximo da cidade de Santa Luzia, no estado da Paraíba, uma das áreas com maior potencial eólico das Américas.

Fontes do mercado consultadas pela Agência Efe indicaram que o projeto representará um investimento de perto de 1 bilhão de euros, cerca de US$ 1,165 bilhão no câmbio atual.

Os aerogeradores – 136 turbinas de 3,4 MW de potência – serão fornecidos pela companhia hispano-alemã Siemens Gamesa, e será o maior contrato da história desta empresa no Brasil.

A Siemens Gamesa instalará aerogeradores do modelo SG132, um dos mais novos e eficientes do mercado, com pás de 65 metros de comprimento, com compromisso de fornecer energia para 2023.

“Estamos muito orgulhosos que a Iberdrola confie em nós para este projeto tão importante. Trata-se de um marco na história da energia eólica brasileira, já que representa um dos maiores acordos de fornecimento de aerogeradores no país”, destacou em uma nota o executivo-chefe da Siemens Gamesa para as Américas, José Antonio Miranda.

O projeto contribuirá para fomentar a geração de emprego em nível local, com mais de 1.200 contratações previstas durante a fase de construção, segundo a Iberdrola.

Além disso, as turbinas serão fabricadas na unidade que a Siemens Gamesa tem em Camaçari, na Bahia.

Com esse projeto, a Neoenergia, na qual também foi integrada a companhia Elektro, dispõe de cerca de 1.000 MW entre parques em operação e em construção no Brasil e de aproximadamente 13,6 milhões de pontos de fornecimento.

A Siemens Gamesa, por sua vez, está presente no Brasil há oito anos e tem se consolidado como a segunda maior fabricante do país, com uma quota de mercado de 24% e a instalação de mais de 1.500 turbinas com uma potência total de 3 gigawatts (GW).

Fonte: Agência EFE

Renova aceita proposta da Brookfield e vende parques eólicos

O conselho de administração da Renova Energia decidiu a favor da proposta vinculante da Brookfield Energia Renovável, em acordo que envolve um complexo eólico e projetos em desenvolvimento, segundo fato relevante nesta terça-feira.

A proposta prevê a venda do Complexo de Alto Sertão III, pelo valor de 650 milhões, a serem pagos na data de fechamento da transação, valor que pode ser acrescido de “earn-out” de até 150 milhões de reais vinculado à geração futura.

Além disso, o acordo envolve a aquisição pela Brookfield de projetos eólicos em desenvolvimento, com capacidade instalada estimada de 1,1 GW, ao preço de 187 mil reais por MW, a serem pagos como “earn-out”.

A Renova afirmou que os recursos oriundos da transação serão destinados prioritariamente ao pagamento dos fornecedores e credores do projeto Alto Sertão III.

A proposta da Brookfield substituiu a oferta de capitalização primária aceita em novembro, que previa um aporte primário de 1,4 bilhão de reais na endividada companhia de geração renovável.

A operação tornaria a Brookfield majoritária e diluiria fortemente a posição de Cemig e Light, controladores da Renova.

Fonte: Reuters | Roberto Samora

GE assina contrato para vender 360 MW em turbinas eólicas à Engie no Brasil

A GE Renewable Energy, braço de renováveis da norte-americana GE, anunciou a assinatura de contrato com a unidade brasileira da elétrica francesa Engie para o fornecimento de 144 turbinas eólicas, que serão utilizadas no complexo eólico Umburanas, que será construído na Bahia.

A companhia norte-americana fechou acordo também para fornecer serviços de operação e manutenção ao empreendimento por um prazo de dez anos.

A GE disse que a usina que receberá os 360 megawatts em turbinas já teve a construção iniciada e a entrega dos primeiros equipamentos está prevista para acontecer em 2018.

O complexo de Umburanas, destacou a GE, vai se somar ao parque eólico Campo Largo I, também da Engie Brasil Energia, de 326,7 megawatts, para o qual a GE está fornecendo equipamentos. Campo Largo 1 está em fase de comissionamento dos equipamentos e deverá começar a operação comercial em janeiro de 2019, segundo a GE.

Fonte: Reuters

Chesf analisa resultados do ano passado e estabelece metas para 2018

Empresa concluiu 24 obras em 2017, negocia a devolução de outras cinco e fala em entregar outras 37 neste ano

Aos poucos a Chesf vai conseguindo concluir um conjunto de obras atrasadas, mas que continuam importantes para a melhoria do sistema elétrico brasileiro. Em 2017, a estatal colocou em operação o maior número de empreendimentos entre as empresas do grupo Eletrobras, estabelecendo um novo recorde de entregas em um único ano.

Ao todo, foram 24 empreendimentos no Nordeste, um total de 433 km de linhas de transmissão, dois parques eólicos, cinco novas subestações, adicionando 61,1MW e 3.420 MVA ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O investimento de R$ 860,7 milhões vai garantir à empresa uma receita anual de R$ 77,8 milhões ao longo do período de vigência dos contratos de concessão.

O presidente da Chesf, Sinval Zaidan Gama, explicou em entrevista à Agência Canal Energia, que o desempenho alcançado é fruto do planejamento feito no início do ano. “Mostramos quais eram os desafios que tínhamos, as receitas que teríamos, e qual era a solução econômica”, afirmou.

A transferência de um conjunto de Sociedades de Propósito Específico (SPEs) para a holding Eletrobras deu um novo folego financeiro para a Chesf. “Os recursos que entraram foram para construir as obras. Colocamos como meta concluir 24 obras”, detalhou Gama. “Hoje foi um dia muito significativo porque o balanço mostra que atingimos 100% das metas propostas”, comemorou.

Para este ano de 2018, a Chesf pretende entregar mais 37 obras e iniciar outras para que até o final do primeiro semestre de 2019 a empresa elimine todas as pendências e volte a ficar em dia com o setor elétrico.

Caducidade

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pediu a caducidade de cinco empreendimentos de transmissão outorgados em favor da Chesf, localizados no Nordeste, conforme publicamos em reportagem na semana passada. Algumas deveriam estar em operação desde 2008.

O presidente da Chesf explicou que esses projetos são “impossíveis” de serem concluídos, e que foi a própria empresa que procurou à Aneel para devolver as obras. “Nós tínhamos mais de 100 empreendimentos atrasados e fizemos uma estratégia para concluir todos. Contudo, nos deparamos com cinco projetos que não temos possibilidade de concluí-los, ou porque a licença ambiental é impossível, ou por questões fundiárias insolúveis.”

De acordo com Gama, como o compromisso assumido pela sua administração é de não deixar nenhuma obra atrasada, a solução foi tentar devolver as obras, para que a Aneel pudesse redefinir esses projetos. Porém, a Aneel não aceitou a devolução e instaurou um processo de caducidade. “Como esse é um processo legal, regulamentar, nós temos que tomar providências para que tanto o sistema, como agência, quanto a Chesf não tenham prejuízos com esse desdobramento.”

Capacidade ampliada

Com essas entregas, a Chesf conectou parques eólicos ao SIN, garantiu maior capacidade de transformação e com melhorou a qualidade do fornecimento de energia para consumidores residenciais, comerciais e industriais no Nordeste. Entre os destaques estão o reforço no atendimento às regiões metropolitanas de Fortaleza, Teresina, Aracaju e Salvador, além da melhoria na confiabilidade de todo o sistema da Região.

“Estamos cumprindo nosso objetivo de garantir a conclusão das obras, gerar receita e, dessa forma, nosso planejamento é entregar todos os empreendimentos da nossa carteira de investimentos até 2019. A Chesf está empenhada nas realizações que garantam energia para o desenvolvimento do Nordeste e de todo o país”, afirmou Gama.

Entre os estados com maior número de obras, estão Bahia, Rio Grande do Norte, Sergipe e Ceará. Na Bahia, estão localizados os parques eólicos de Casa Nova II e III, além das subestações de Igaporã III, Casa Nova II e linhas de transmissão respectivas.

No Rio Grande do Norte, entraram em operação a subestação de Touros e as linhas Touros/Ceará-mirim II e Mossoró IV / Mossoró II. As subestações de Jardim, na região metropolinada de Aracaju, e Itabaianinha são de grande relevância para o estado de Sergipe.

As obras realizadas nas Subestações de Fortaleza II e Pici II, no Ceará, foram fundamentais para reforçar a disponibilidade de energia na região metropolitana da capital cearense. Em Salvador, foi concluída a Subestação Cotegipe. Já na região metropolitana de Teresina, houve a entrega da nova subestação Teresina III.

Parques eólicos

Foram concluídos os parques eólicos Casa Nova II e III, localizados no município de Casa Nova, na Bahia. Com investimentos de R$ 275 milhões, os empreendimentos têm capacidade instalada total de 61,1 MW, com potencial para fornecer energia para cerca de 57 mil residências. Os últimos projetos de geração concluídos pela Chesf foram há 20 anos.

Na última sexta-feira, 29 de dezembro, foi realizada solenidade, na Sede da Chesf, no Recife, para marcar a conclusão desses empreendimentos. O evento contou com a presença do diretor de Geração da Eletrobras, Antônio Varejão (ex-diretor de Engenharia da Chesf), e do presidente da Wobben, Fernando Real, empresa responsável pelo fornecimento dos aerogeradores, e de parte da equipe que viabilizou a obra.

A finalização dessas obras faz parte da agenda de entregas da diretoria de Engenharia e Construção da Chesf, que intensificou, nos últimos dois anos, o ritmo na implantação dos empreendimentos de transmissão e geração.

O diretor de engenharia, Roberto Pordeus, reforçou a importância da companhia voltar a inaugurar empreendimentos próprios de geração. “Os parques Casa Nova II e III fazem parte do quadro de grandes realizações da empresa”, disse.

Varejão destacou a união e integração entre as várias áreas da Chesf, a dedicação, competência e sinergia no trabalho das equipes das áreas de engenharia, operação, jurídica e outras. “Esse trabalho conjunto fez a diferença no sucesso do empreendimento, pois buscaram a conclusão, com muito foco e objetivos comuns”.

Modernização

O ano de 2017 também marcou o retorno de grandes investimentos em modernização dos sistemas em operação. A Chesf investiu R$ 95,5 milhões em obras de melhoria do seu sistema de geração e transmissão de energia. Foram 62 intervenções, sendo 25 delas na área de Proteção e Automação. Esses investimentos representam mais confiabilidade no sistema Chesf, modernização de equipamentos e segurança.

O diretor de Operação João Henrique Franklin afirmou que os índices operacionais foram os melhores dos últimos anos, superando as metas estabelecidas no Contrato de Metas e Desempenho das Empresas Eletrobras.

Fonte: WAGNER FREIRE, DA AGÊNCIA CANALENERGIA, DE SÃO PAULO (SP)

Brasil ultrapassa marca de 500 parques eólicos instalados

O Brasil ultrapassou, no início de dezembro, a marca de 500 parques eólicos instalados, somando, atualmente, 503 usinas do tipo, com um total de 12,64 gigawatts (GW) de capacidade instalada, informou, nesta terça-feira (12), a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

Segundo a presidente executiva da entidade, Elbia Gannoum, até 2020, o Brasil terá pelo menos 17 GW instalados, considerando apenas os contratos que já foram firmados em leilões já realizados e também no mercado livre.

“O ano de 2016 foi muito difícil para a fonte eólica, porque não houve leilão e nenhuma nova contratação. Precisamos reverter a situação agora, nos dois leilões de dezembro, que serão fundamentais para o futuro da fonte no Brasil”, disse a executiva, em nota.

Segundo a Abeeólica, outro dado relevante é que o Brasil subiu mais uma posição e assumiu o sétimo lugar entre os países com maior geração de energia eólica no mundo, ultrapassando o Canadá, que caiu para a oitava posição. Os dados são do Ministério de Minas e Energia.

Fonte: Rodrigo Polito | Valor Econômico

Geração eólica bate novo recorde no Nordeste

A geração de energia proveniente de parques eólicos instalados no Nordeste bateu mais um recorde na última terça-feira, 22 de agosto, com a produção de 5,873 GW médios, acima dos 5,367 GW médios registrados em 30 de julho. O montante correspondeu a 58% da carga da região e contribuiu para que o Nordeste exportasse energia para outras regiões durante todo o dia, apesar da forte seca que atravessa e da baixa geração hidrelétrica decorrente dessa situação.

Ventos favoráveis
O Nordeste vem registrando fortes ventos desde julho. Sazonalmente, o segundo semestre responde pelo período de maior intensidade de ventos. Por isso o segmento considera que, neste momento, está no período de “safra”. Tal intensidade contribuiu para que o fator de capacidade dos parques alcançasse os 68% na última terça-feira, acima dos 66% de dia 30 de julho, quando houve o recorde anterior de geração.

Fonte: Luciana Collet | Estadão

Eólicas no Maranhão recebem aval para iniciar operação comercial

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou na última quinta-feira, 20 de julho, o começo da operação comercial das unidades geradoras UG 7 a UG 12 da usina eólica Delta 3 II e das unidades UG2 a UG7 da usina Delta 3 V. Cada eólica teve liberados 13,8 MW de potência. Os parques estão localizados na cidade de Barreirinhas, no Maranhão. E no Estado também foram liberados para testes 4,6 MW do empreendimento Delta 3 III, que corresponde as unidades UG11 e UG12.

Fonte: CERNE Press

Voltalia antecipa comissionamento em parque eólico no RN

Com 27,3 MW de capacidade total instalada, Vila Acre recebe liberação para operar comercialmente

A Voltalia anunciou o comissionamento antecipado dos 13 aerogeradores que compõem o parque eólico Vila Acre localizado no município de Serra do Mel (RN), cuja capacidade total instalada é de 27,3 MW.

Depois de vencer o leilão de energia de reserva de 2015, a Voltalia iniciou a construção de Vila Acre no quarto trimestre de 2016, planejando concluí-lo no terceiro trimestre de 2017. O contrato de venda de energia oriundo do leilão começa a vigorar em novembro de 2018, e a  entrada em operação do parque este mês permitirá o recebimento de receitas da venda de energia com mais de um ano de antecipação.

O parque de Vila Acre está situado no cluster de Serra Branca, que possui um potencial total de 1,2 GW e já inclui os seguintes complexos em operação: Areia Branca (90 MW), Vamcruz (93 MW) e Vila Pará (99 MW).

Fonte: Marco Sardenberg | Brasil Energia

Ventos de Santo Estevão I é liberada para operação em teste em Pernambuco

Usina localizada no Pernambuco tem 16.1MW de capacidade total instalada

A EOL Ventos de Santo Estevão I recebeu autorização para operação em teste das unidades UG1 e UG3 a UG8, de 2,3 MW cada, totalizando 16,1 MW de capacidade instalada, a partir de 27 de maio de 2017, segundo despacho publicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na última segunda-feira, 26 de maio. A usina fica localizada no município de Araripina, Estado do Pernambuco.

Ceará tem potencial para 6 usinas de dessalinização

O Ceará tem potencial para receber em sua costa seis usinas de dessalinização da água do mar. Esse foi um dos pontos citados pelo técnico de Projetos, Construções e Montagens de uma estatal, Roberto Viana Dantas, em sua apresentação realizada ontem, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), durante a 56ª reunião ordinária da Câmara Setorial de Energias Renováveis do Estado do Ceará (CSRenováveis-CE).

Segundo Dantas, essas usinas poderiam ser construídas nas regiões dos municípios de Acaraú, Trairi, Pecém, Fortaleza, Beberibe e Icapuí. O técnico ainda apontou que a água das usinas seria distribuída através da construção de uma malha de adutoras lançada na faixa de domínio das rodovias estaduais (CEs).

Dantas já enviou a sugestão ao gabinete do Governo do Estado, à Secretaria de Recursos Hídricos (SRH) e à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), juntamente com outra proposta, que aponta o potencial de geração de energia solar em áreas sujeitas à desertificação.

De acordo com o técnico, o Ceará possui aproximadamente 11% de seu território (cerca de 16 mil km²) de áreas propensas à desertificação, que poderiam ter o seu potencial avaliado para a instalação de plantas solares.

Edital

O governo do Estado já havia lançado no dia 13 de março um edital para Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) a fim de selecionar a empresa responsável por elaborar os estudos para uma usina de dessalinização na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

O Executivo estadual prevê que a planta comece a ser construída no segundo semestre do próximo ano e entre em operação apenas no ano de 2020, devendo custar, em média, R$ 500 milhões à empresa que vencer a licitação para o investimento.

Parque Eólico Offshore

Roberto Viana Dantas também destacou em sua apresentação na Fiec a potencialidade da costa de Paracuru para a recepção de investimentos em torres eólicas offshore (no oceano).

A ideia seria aproveitar a infraestrutura da plataforma de exploração de petróleo da Petrobras localizada na região – que engloba os ativos da estatal que já foram anunciados à venda para a iniciativa privada – como parte da infraestrutura necessária para a criação de um parque eólico no mar.

O vice-presidente da CSRenováveis-CE, Adão Linhares, entretanto, contesta esse ponto, dentre outros motivos, por a estrutura já ser bastante antiga, com cerca de 35 anos de atividade. “Como não foi feito nenhuma avaliação técnica, eu não acho viável. A ideia é muito boa, no sentido de despertar essa avaliação”, destacou.

Vestas

A reunião da câmara também contou com a exposição do head of Public Affairs for South America da Vestas, Adriano Leite de Barros, que apresentou alguns números de balanço da unidade da produção de aerogeradores da empresa, situada em Aquiraz, inaugurada em janeiro de 2016. A fábrica encerrou o ano passado com mais de 130 funcionários diretos e produziu um total de 150 turbinas.

De acordo com Adão Linhares, a apresentação de ontem na Fiec fez parte das intenções da empresa de prospectar mais fornecedores locais. “Eles querem transformar o entorno da fábrica deles num grande espaço de fornecedores. A pretensão deles é que eles, de repente, não precisem mais importara nada”, salientou o vice-presidente da CSRenováveis-CE.

Fonte: Diário do Nordeste

Piauí atinge 1GW de energia eólica

Conforme previsão divulgada em fevereiro pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), o estado do Piauí atingiu esta semana a marca dos 1 gigawatts (GW) de capacidade instalada em energia eólica. O resultado foi alcançado com a instalação e início de operação em teste dos parques Ventos de Santo Augusto I, VI e VII,  somando 66,7 MW de potência.

Os empreendimentos estão localizados no município de Simões e foram comercializados no leilão A-5/2013 pela empresa Casa do Ventos. As usinas adiantaram a sua operação que em contrato estava prevista apenas para início em maio de 2018.

Com o resultado, o estado é o 5º a superar a marca no país.

Fonte: CERNE Press com informações da Abeeólica

Complexo Eólico Santo Agostinho vai gerar mais de mil empregos diretos no RN

Na manhã da terça-feira passada (14), na Prefeitura de Pedro Avelino, o secretário de Agricultura, Matheus Rodrigues; do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Joaldo Bezerra, e a chefe de gabinete Meireane Alves receberam o diretor institucional do Instituto Heráclito Projetos e Consultoria, Rogis Juarez Bernardy; Roque Sanchez, PHD em Geografia e diretor geral do Geo. Informação e Gestão Territorial.

Foram discutidas a implementação do Plano Diretor do Município de Pedro Avelino e constituição de núcleo gestor representativo da Engie, representada por suas executivas Gisele Mendes e Carolina Morais, com o objetivo de envolver o Poder Executivo e participação social; no intuito de captar recursos para implementar planos ambientais.

O Complexo Eólico Santo Agostinho será financiado pela Engie Brasil junto ao BNDES. Serão feitos investimentos na implantação do Plano Diretor, recursos serão disponibilizados para aquisição de equipamentos e melhoramento da Casa de Cultura Popular e investimentos em fundos de desenvolvimento municipal, como o da Criança e Adolescente, além da perfuração de poços profundos, que também poderão beneficiar as comunidade rurais.

A expectativa da Engie Brasil é a contratação de aproximadamente 1.200 empregos diretos, o que será um grande avanço na economia local. Além da garantia de empregos, será firmada uma parceria com o SENAI e o IFRN para qualificar nativos. Um dos grandes objetivos é priorizar a mão-de-obra local.

Os secretários reiteraram o que disse a prefeita Neide Suely, no primeiro encontro, que “toda estrutura da Prefeitura está à disposição, para ajudar no que for possível”.

Fonte: Agora RN

Mais de 100MW em eólicas devem entrar em operação comercial no RN até dezembro

Um levantamento realizado pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) revela que atualmente o Rio Grande do Norte tem quatro parques eólicos que se encontram em fase de testes.  Com o funcionamento efetivo desses empreendimentos, mais de 100 MW (113,4 MW) devem instalados no Estado até dezembro deste ano.

Desse total, cerca de 84 MW são provenientes dos parques eólicos Santana I (30 MW), Santana II (24 MW) e Calango 6 (30 MW), do grupo Força Eólica do Brasil e todos instalados nos municípios de Bodó e Lagoa Nova, no Rio Grande do Norte.

Já 16,8 MW são oriundos do parque Santa Mônica (capacidade total 29,4 MW), de propriedade do Grupo CPFL Renováveis, instalado no município de Touros.

O RN continua absoluto como líder nacional em quantidade de parques eólicos instalados e produção da energia proveniente da força dos ventos, detendo 3,2 GW em potência instalada.

Fonte: CERNE Press

Aneel libera 6,3MW em eólicas no Rio Grande do Norte

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou para entrada em operação comercial desde o dia 26 de novembro mais 6.300 KW em potência instalada no parque eólico Santa Úrsula, de propriedade da CPFL Renováveis.

O empreendimento agora passa a ter  25,2 MW em potência instalada e está localizado no município de Touros, no Rio Grande do Norte.

Fonte: CERNE Press

Aneel libera funcionamento de eólicas no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou a entrada em operação comercial de três turbinas de 2.100kW do parque eólico São Domingos, instalado no município de São Miguel do Gostoso. O parque é composto por 12 aerogeradores e a liberação para funcionamento somará 6.300 kW em potência instalada.

Também entrou em operação comercial um aerogerador de 2.100kW do parque  Ventos de São Benedito, instalado no mesmo município. Os dois empreendimentos são de propriedade da CPFL Renováveis.

Com estes novos aerogeradores em funcionamento, o Rio Grande do Norte fica cerca de 45MW para a quebra dos 3GW em potência eólica instalada.

 

Fonte: CERNE Press

Ceará tem 24 parques eólicos em construção

O Ceará detém 24 parques eólicos em construção atualmente, com uma potência de 563,13 megawatts (MW). O número de empreendimentos em obras representa um crescimento de quase 49% em relação aos 49 parques já existentes (somando 73 unidades), e um aumento de 41,6% frente ao potencial de 1,35 GW em operação hoje no Estado (somando 1,91 GW).

De acordo com o Centro de Estratégias em Recursos Naturais & Energia (Cerne), com 2,67 GW, o Ceará é o estado brasileiro com a terceira maior capacidade total de potência, contando com os parques em operação, construção, contratados e vencedores de leilão. Bahia e Rio Grande do Norte aparecem nas primeira e segunda colocações, com 5,39 GW e 4,93 GW, respectivamente.

Além dos 49 parques eólicos em operação e dos outros 24 em construção, o Ceará também conta com mais 34 empreendimentos contratados, capazes de gerar 739,20 MW. Há, ainda, um projeto vencedor de leilão mas que ainda não foi contratado, com capacidade de gerar 18,90 MW.

Atualmente, segundo o Cerne, o Rio Grande do Norte é o estado com a maior capacidade total de potência instalada em operação (2,90 GW), seguido da Bahia (1,75 GW) e do Ceará (1,35 GW).

A Bahia, porém, vem se destacando frente ao Rio Grande do Norte quando são levados em consideração a capacidade total de potência em construção (901,50 MW contra 800,20 MW) e contratada (2,74 GW contra 1,06 GW).

O Brasil está com uma capacidade eólica instalada acumulada em 9,04 GW neste ano. Em relação a 2015, que fechou em 7,67 GW, o número representa um salto de 17,7%.

Já a capacidade eólica adicionada no País, em 2016, está em 1,36 GW. Na comparação com os 2,65 GW observados no fim de 2015, o total significa uma retração de 48,5%. Conforme o Cerne, em 2015, o Brasil foi o quarto país com maior capacidade eólica instalada acumulada (MW), responsável por 5,8% do total. Os três primeiros colocados foram China (33,6%), Estados Unidos (17,2%) e Alemanha (10,4%).

No que diz respeito à capacidade de energia eólica adicionada (MW) no ano passado, o Brasil também ficou com a quarta colocação do ranking mundial (4,4%), atrás da China (48,4%), Estados Unidos (13,6%) e Alemanha (9,5%).

Empregos

Conforme o Diário do Nordeste noticiou no último mês de junho, o setor de geração eólica deverá criar mais de 15 mil empregos no Ceará até 2019, tendo em vista contratos já assumidos.

O Estado oferece cerca de 23 mil postos de trabalho (diretos e indiretos). De acordo com dados de junho de 2016 da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), a expectativa é que, até 2019, cada MW de potência seja responsável por 15 empregos em toda a cadeia produtiva.

Brasil

Em todo o País, o setor gera hoje 145 mil empregos, dos quais 41 mil foram criados apenas no ano passado. E até 2019, a expectativa é de que a cadeia produtiva do setor eólico passe a gerar 277 mil empregos.Em 2015, segundo dados da Abeeólica, a energia eólica foi responsável por 39,3% da expansão da matriz elétrica brasileira, ficando à frente da energia hidrelétrica (35,1%), principal matriz do País, e da energia termelétrica (25,6%).

infoenergia

Fonte: Diário do Nordeste

Aneel libera funcionamento de 8,4MW em eólicas no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou, no último dia 04 de julho, a entrada em operação comercial de quatro turbinas do parque eólico Campo dos Ventos V,  de propriedade da CPFL Renováveis. As torres com capacidade de 2.100 kW e somam 8,4 MW de potência instalada. O empreendimento está localizado no município de Parazinho, no Rio Grande do Norte.

Eólicas na Bahia já começam operar em teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou na última sexta-feira, 8 de janeiro, o começo da operação em teste de unidades geradoras de sete parques eólicos. Na EOL Angical, foram contempladas sete unidades que somam 12,95 MW. Na EOL Corrupião, 15 turbinas já podem operar, agregando 27,75 MW. Na EOL Inhambu, o aval foi para 17 unidades que totalizam 31,45 MW. Já na EOL Tamanduá Mirim foram 16 turbinas com potência de 29,6 MW e na EOL Teiu a Aneel autorizou que nove unidades com total de 16,65 MW operem no modo teste.

No complexo Eólico Assuruá, a Aneel autorizou o começo da operação da operação em teste nas unidades UG1 e as UG5 à UG15, de 2 MW cada, da EOL Assuruá II. Na EOL Assuruá VII, as contempladas foram as turbinas UG 6 e UG9, que somam 4 MW.

Fonte: Da Agência CanalEnergia, Operação e Manutenção

Voltalia vai desenvolver parque eólico de 1,2 GW de capacidade no RN

A empresa francesa Voltalia, especializada em energias renováveis, anunciou nesta terça-feira (5) em comunicado que vai desenvolver uma série de parques eólicos no Brasil, dois meses depois de ganhar licitação pública. A companhia prevê “o desenvolvimento de um dos mais importantes clusters eólicos do Brasil, com uma capacidade potencial de 1,2 gigawatts a longo prazo”, equivalente a um reator nuclear.

Segundo a Voltalia, 183 megawatts (MW) dessa capacidade já estão em funcionamento, 99 MW estão em construção e 27 MW serão construídos. O projeto, chamado Serra Branca, está situado no Rio Grande do Norte. O parque vai incluir as usinas em operação Areia Branca (90 MW) e Vamcruz (93MW), que entrou em funcionamento em 22 de dezembro de 2015 com 31 turbinas de vento.

“Para conectar esse cluster à rede, a Voltalia construiu a partir de 2014 sua própria linha de distribuição (de eletricidade) de 52 quilômetros”, explicou a empresa em comunicado, segundo a agência.

Em novembro, a empresa francesa ganhou a licitação nacional para realizar o projeto da usina Vila Acre. Atualmente, a capacidade total da Voltalia instalada no Brasil é de 303 MW.

Fonte: O Globo