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CERNE, BNB e Engie discutem programa para expansão de energia renovável no Seridó

Nesta quinta-feira (08), o Diretor-Presidente do CERNE, Jean-Paul Prates, se reuniu com representantes do Banco do Nordeste e com o Coordenador de Área na Divisão de Geração Solar Distribuída da empresa Engie, Luis Carlos Cheracomo, para discutir a instalação do Programa Regional de Desenvolvimento das Fontes Renováveis de Energia do Seridó – “Seridó Solar”.

O Presidente do CERNE relatou o funcionamento do projeto, que visa a criar e organizar ambientes favoráveis ao investimento na geração de energia a partir das fontes renováveis na região do Seridó Potiguar. Prates também falou da importância da parceria com a Engie e com instituições como o Banco do Nordeste.  “Embora o crescimento do segmento solar seja extremamente positivo, é preciso cuidado para que esse crescimento seja feito de forma consolidada, criando mecanismos que ajudem a estruturar o setor com capacitação de mão de obra e programas de financiamento”, explicou Prates.

O gerente  da agência Natal-Centro do BNB, Thiago Dantas, elogiou a iniciativa e falou da seriedade do CERNE em todos os assuntos que se envolve. Na ocasião, ele apresentou o programa FNESol, linha de financiamento destinado a clientes que queiram produzir energia solar no Nordeste Brasileiro.

Seridó Solar

A iniciativa do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) em parceria com o Sindicato das Empresas do Setor Energético do Estado do Rio Grande do Norte (SEERN) e entidades parceiras nacionais e regionais foi a apresentada ontem (07) às lideranças governamentais, empresariais e rurais da região do Seridó em reunião ordinária da Associação dos Municípios do Seridó Oriental (AMSO) e da Associação dos Municípios do Seridó do RN (AMS).

Na região do Seridó, o potencial de geração de energia mais conhecido é o vento da Serra de Santana, na qual foram instaladas algumas dezenas de parques eólicos, com centenas de turbinas (aerogeradores).  Quanto à radiação solar, não chega a ser novidade para o seridoense de que se trata de um elemento abundante no seu dia a dia. No entanto, só recentemente é que o desenvolvimento tecnológico e a evolução do cenário energético global e nacional vêm fazendo do recurso solar uma fonte de energia cada vez mais competitiva.

Uma das iniciativas preliminares é o mapeamento das áreas com potencial energético, ou seja, áreas cujos proprietários desejam saber se serviriam ou não para a instalação de grande porte. O site www.cadastresuaterra.com.br já permite submeter terrenos e propriedades que ficam diretamente disponíveis à consulta por parte das mais importantes empresas do setor.

 

Fonte: CERNE Press

 

GE assina contrato para vender 360 MW em turbinas eólicas à Engie no Brasil

A GE Renewable Energy, braço de renováveis da norte-americana GE, anunciou a assinatura de contrato com a unidade brasileira da elétrica francesa Engie para o fornecimento de 144 turbinas eólicas, que serão utilizadas no complexo eólico Umburanas, que será construído na Bahia.

A companhia norte-americana fechou acordo também para fornecer serviços de operação e manutenção ao empreendimento por um prazo de dez anos.

A GE disse que a usina que receberá os 360 megawatts em turbinas já teve a construção iniciada e a entrega dos primeiros equipamentos está prevista para acontecer em 2018.

O complexo de Umburanas, destacou a GE, vai se somar ao parque eólico Campo Largo I, também da Engie Brasil Energia, de 326,7 megawatts, para o qual a GE está fornecendo equipamentos. Campo Largo 1 está em fase de comissionamento dos equipamentos e deverá começar a operação comercial em janeiro de 2019, segundo a GE.

Fonte: Reuters

Engie Brasil compra por R$ 15 milhões complexo eólico da Renova na Bahia

Umburanas tem 605 MW de capacidade instalada. Renova já havia vendido complexo eólico Alto Sertão para AES Tietê

A Engie Brasil anunciou em comunicado ao mercado na noite da última quarta-feira, 23 de agosto, que comprou por R$ 15 milhões o complexo eólico Umburanas, da Renova Energia. O projeto tem capacidade de 605 MW e fica localizado no estado da Bahia. A Renova já havia vendido o complexo eólico Alto Sertão para a AES Tietê.

Em maio, a empresa já havia conseguido cancelar os contratos de Umburanas no âmbito do resultado preliminar de processos do Mecanismo de Sobras e Déficits A4+ da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. Na ocasião, ela alegou que a ação reduziria a necessidade de investimentos no médio prazo e os riscos de atraso em outros projetos.

Fonte: Canal Energia | Pedro Aurélio Teixeira