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CERNE oferece capacitação em energia solar fotovoltaica

O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), em parceria com a Universidade Potiguar (UnP), está com inscrições abertas até o dia 14 de setembro para o Curso de Capacitação em Energia Solar Fotovoltaica – Tecnologia, Projetos e Aplicações. As aulas terão início no dia 15 de setembro, na UnP Unidade Nascimento de Castro.

O curso tem carga horária total de 20 horas acontecerá durante três sábados (15/09, 22/09 e 29/09). Os conteúdos vão abordar a introdução à energia solar, características da fonte, fundamentos e tecnologias, componentes dos sistemas fotovoltaicos, conexões à rede elétrica e eficiência energética, dentre outros temas.

As inscrições podem ser feitas pela plataforma e-Labora, clique aqui. Outras informações podem ser obtidas diretamente pelo telefone (84) 4009-1440 ou (84) 2010-0340.

Fonte: CERNE Press

Ventos que trazem empregos

Energia eólica deve gerar mais de 200 mil empregos no Brasil até 2026. Estudo inédito da ABDI lista 52 carreiras que compõem o setor.

O Brasil desponta como um dos países com maior matriz enérgica limpa do planeta. Enquanto no mundo apenas 33% da matriz é renovável, aqui o índice passa de 80%. Mesmo com o número já elevado, o potencial de crescimento no país salta aos olhos. Segundo um estudo da International Energy Agency, o Brasil foi o quinto país com maior incremento de gigawatts (GW) gerados pelo vento em 2016. No ano passado, foram instalados mais 2,02 GW (dados da Associação Brasileira de Energia Eólica — ABEEólica). Atualmente, os ventos respondem por 8,2% de toda a energia gerada. A capacidade instalada chegou a 13 GW no início de 2018. Isso abastece, por exemplo, seis de cada dez casas da região Nordeste. O Ministério de Minas e Energia prevê uma expansão de 125% até 2026, quando praticamente um terço da energia brasileira virá dos ventos (28,6%).

Além de garantir luz acesa, os ventos também representam renda às famílias de muitos estados. Em 2016, o número de empregos diretos no setor passava de 150 mil. A ABEEólica estima que para cada novo megawatt instalado, 15 empregos diretos e indiretos sejam criados. A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estima que até 2026 a cadeia eólica possa gerar aproximadamente 200 mil novos empregos diretos e indiretos. É como se metade da população de Florianópolis, capital de Santa Catarina, estivesse trabalhando no setor.

A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) aponta que o setor tem espaço para crescer. Segundo o diretor técnico da Abeeólica, Sandro Yamamoto, o país tem um dos melhores ventos do mundo. Apenas o potencial eólico da Bahia teria condições de suprir a necessidade de energia do Brasil inteiro. “O vento é constante o que não estressa a máquina, caindo o custo de manutenção. Por isso, as maiores fabricantes do setor estão no Brasil”.

Outro ponto positivo é a o espaço de crescimento. O Brasil tem apenas 13 gigawatts instalados, isso ainda é pouco. “Se pensarmos em instalar de dois a três GW por ano, ainda instalaremos parques por mais quatro décadas”. O diretor da Abeeólica ainda aponta que muitos empregos são gerados na fase de construção. “Depois que o parque está pronto o número de trabalhadores diminui. Isso é normal, porque para a manutenção e operação a demanda de pessoal é menor”, relata. Mas o setor não se resume a estás áreas.

Um estudo inédito da ABDI mapeou 52 profissões/ocupações distribuídas nos cinco grupos de atividades que compõem a cadeia: construção e montagem (10 diferentes profissões); desenvolvimento de projetos (11 profissões); ensino e pesquisa (6 profissões); manufatura (15 profissões); operação e manutenção do parque eólico (9 profissões).

O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Guto Ferreira, explica que o potencial de criação de empregos é grande porque a cadeia eólica é longa, além do potencial de crescimento do mercado. “São cinco etapas envolvidas na cadeia, desde o desenvolvimento do projeto, a fabricação, a montagem e operação de um parque eólico. Para cada fase é preciso uma ampla gama de profissionais. Na fase de projeto, por exemplo, são necessários pelo menos 11 tipos de profissionais. Entre manufatura, construção e operação são mais 34 especializações diferentes”, destaca.

FASES DA CADEIA

Construção e montagem — 10 profissões
Desenvolvimento de projetos — 11 profissões
Ensino e pesquisa — 6 profissões
Manufatura ­– 15 profissões
Operação e manutenção — 9 profissões

Segundo o estudo da ABDI, existem carreiras para todos os graus de formação. “A cadeia eólica precisa de profissionais que tenham apenas o ensino médio e fundamental, como é o caso de montadores e motoristas, mas contempla também os altos graus de formação, como engenheiros aeroespaciais, onde a pós-graduação e especialização são pré-requisitos para a contratação”, explica Ferreira.

O documento da ABDI mostra ainda as possibilidades de crescimento do profissional dentro do setor. Uma profissão que chama a atenção no estudo é o técnico em meteorologia, exigido em três das cinco fases da cadeia — montagem, desenvolvimento do projeto e operação. A formação dura em média três semestres (1200 horas) e o salário estimado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) é de R$ 2 mil. O técnico vai atuar no levantamento de dados sobre a velocidade e direção dos ventos, realizando a instalação e a manutenção das torres de medição (chamadas de anemométricas). Pelo estudo, esse tipo de profissional pode progredir no setor e se tornar Técnico em Operações e Manutenção de Parques, aumentando, assim, seu rendimento.

Já para os salários mais altos são necessários diferentes profissionais do ramo da engenharia. Os ganhos médios mensais dos engenheiros aeroespaciais passam de R$ 8 mil. Para o engenheiro de vendas, o mercado oferece vencimentos próximos a R$ 15 mil. Somente para a fase de manutenção, permanente depois que o parque eólico está instalado, são contratados profissionais com formação em sete engenharias diferentes (engenheiro de produção, industrial, de qualidade, de vendas, eletricista e projetista). Os salários giram entre R$ 5 e R$ 15 mil. Na mesma faixa também existem vagas para advogados, administradores e biólogos.

O engenheiro Edson Zaparoli trabalha com a prospecção de novas áreas e é considerado um dos profissionais mais experientes do Brasil no tema. Ele coordena a área de projetos da Casa dos Ventos — empresa especializada na energia vinda dos ventos. “É difícil encontrar engenheiros prontos para comandar grandes projetos. Aqui na empresa nós formamos os profissionais. Para a contratação temos a preocupação com a grade curricular da escola de formação do candidato”. A preferência é por engenheiros que estudaram em instituições que deem maior peso as matérias relativas a escoamento de fluídos. “Depois de aproximadamente dois anos na empresa, o engenheiro já tem condições de coordenar um projeto”, explica Zaparoli.

O engenheiro aeronáutico, Leonardo Soares, de 31 anos, entrou na Casa dos Ventos há seis anos. Atualmente, ele é gerente de operação e manutenção da empresa. “Eu me formei no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). Comecei trabalhando com manutenção de aeronaves, depois de dois anos recebi o convite para trabalhar com energia eólica”. Quando Soares começou, a energia vinda dos ventos ainda era um setor incipiente. “Tinha muitos colegas de faculdade trabalhando com a área de petróleo, que é um setor mais tradicional. A proposta salarial que recebi equivalia e tinha oportunidade de crescimento, porque a maioria dos empregados na área eram jovens. Hoje, percebo que realmente foi uma decisão acertada”, destaca.

Profissões do futuro

O relatório da ABDI chama a atenção para profissões do futuro, cada vez mais exigidas pelo mercado de trabalho eólico. O próprio técnico em meteorologia é um trabalhador que terá demanda crescente. “Com o maior número de parques de energia eólica e solar, existe um novo mercado que se abre”, diz o presidente da ABDI. O tecnólogo em meio ambiente, por exemplo, é uma profissão em alta. “Esse tipo de profissional tem um papel fundamental na expansão das energias renováveis. Nos parques eólicos, os técnicos de meio ambiente são responsáveis pelo monitoramento ambiental da fauna. É muito comum a morte de aves e morcegos por colisão com as pás das torres eólicas”.

O técnico em meio ambiente tem um salário médio de R$ 2,5 mil, segundo a FIPE. Para exercer a profissão, é preciso formação em engenharia ambiental ou curso técnico na área. Segundo o estudo da ABDI, esses profissionais podem progredir para a posição de engenheiro ambiental ou consultor ambiental, onde os salários beiram os R$ 7 mil.

Onde estão os empregos

A maioria dos parques eólicos do Brasil está no Nordeste. O Rio Grande do Norte e a Bahia lideram o ranking com 135 e 93 parques, respectivamente. Outros sete estados da região concentram 184 parques de torres eólicas. O Sul também apresenta parte considerável da geração. Na região estão 95 parques, sendo a maioria no Rio Grande do Sul (80).

Isso não significa que os empregos estejam somente nessas regiões. “Uma torre instalada no Rio Grande do Norte gera empregos mais perenes para a população local, na fase de operação e manutenção. Entretanto, o desenvolvimento do projeto pode ocorrer em um escritório em São Paulo, e os componentes das torres são construídos em Pernambuco, Minas Gerais e Santa Catarina”. Guto Ferreira também explica que durante a construção são geradas muitas vagas temporárias, empregando locais e pessoas de outras regiões.

A cadeia eólica não para por aí. A ABDI mapeou mais de 400 empresas envolvidas, entre fabricantes, fornecedoras de peças e prestadoras de serviço. Os construtores de pás exemplificam a capilaridade das indústrias que trabalham com vento. São apenas quatro no Brasil, mas em estados diferentes — Ceará, Pernambuco, Bahia e São Paulo.

Fonte: Fernando Rotta

Empresas podem contratar estudantes do IFRN pelo Programa Jovem Aprendiz

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), através da Assessoria de Relações com o Mundo do Trabalho, desenvolve desde o ano passado uma parceria voltada ao mercado profissional. Os alunos dos cursos técnicos de nível médio da Instituição tem a oportunidade de participar do Programa Jovem Aprendiz.

Podem ser contratados pelo programa os estudantes que estão no 3º ou 4º ano do técnico integrado ao ensino médio ou no 1º, 2º ou 3º semestre dos cursos técnicos subsequentes, que são aqueles realizados por quem já concluiu o ensino médio.

Umas das vantagens do Programa para o estudante, comparando-se ao estágio, é o registro em carteira profissional de trabalho. Para os empresários, um dos pontos positivos é o cumprimento da exigência legal de ter no seu quadro de funcionários jovens aprendizes, além de profissionais que estão recebendo formação especializada para a função que vão desempenhar no mercado de trabalho.

As empresas já cadastradas no programa devem procurar um dos 21 campi do IFRN espalhados pelo estado, ou ligar para a Proex (84 4005-0891) para solicitar indicações de possíveis aprendizes.

Para acessar todos os cursos ofertados pelo IFRN, acesse o link: http://portal.ifrn.edu.br/ensino/cursos

As modalidades disponíveis pelo programa Jovem Aprendiz podem ser consultadas pelo link: http://portal.ifrn.edu.br/extensao/estagios-e-egressos/aprendizagem/orientacoes-aprendizagem

Fonte: CERNE Press

CERNE e IFRN discutem parceria para oferta de cursos no setor de energia

O presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), Jean Paul Prates, esteve na última quinta-feira (01) no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), onde se reuniu com o reitor da instituição, Wyllys Farkatt, para discutir a oferta de capacitação na área de energia renovável no Estado.

De acordo com Prates, o CERNE é uma entidade multisetorial que tem o objetivo de manter o Nordeste Setentrional como referência na área de energias renováveis. “Não somos centro de pesquisa nem instituição de ensino. Por isso buscamos o apoio para a capacitação no setor”, comentou.

“O IFRN se insere diretamente nas discussões para o desenvolvimento tecnológico do setor. Além disso, o projeto IFRN Solar gera energia elétrica em todos os nossos 21 campi e na Reitoria e é o maior do país no setor público”, destacou o reitor da instituição.

Nessa perspectiva, a proposta é estabelecer núcleos de troca de conhecimentos entre pesquisadores do RN e de outros estados e capacitar também os gestores ou possíveis gestores de empresas da área. “O Rio Grande do Norte é o maior produtor de energia eólica do país. Precisa ser também um polo de estudo em energia eólica”, acrescentou Jean Paul Prates.

Na reunião, também foi acordada uma parceria para o desenvolvimento de um projeto piloto de site colaborativo para as empresas do setor. A intenção é que seja um espaço em que empreendedores, gestores, prestadores de serviço e funcionários possam oferecer seu serviço, com a opção de avaliação e de contratação por meio do portal.

Fonte: CERNE Press com informações do IFRN

Alunos do curso em gestão eólica realizam visita técnica em Guamaré

A turma do Curso de Capacitação em Gestão da Energia Eólica, oferecido pelo CERNE em parceria com a Universidade Potiguar (UnP), realizou neste sábado (10) uma visita técnica ao Parque Eólico Alegria, situado no município de Guamaré/RN. A atividade encerrou oficialmente o período letivo do curso.

Os alunos puderam conhecer de perto as instalações, tecnologias e modo de operação da usina. O parque ocupa uma área total de cerca de 1.900 hectares, na Praia do Minhoto, a aproximadamente 170Km de Natal.

Foto: CERNE

Foto: CERNE

O parque é composto por duas unidades, Alegria I e Alegria II. A unidade Alegria I é composta por 31 aerogeradores com potência total de 51,15 MW, enquanto que na unidade Alegria II agrupa 61 aerogeradores instalados com potência total de 100,65 MW.

Os 92 aerogeradores do complexo foram fabricados pela empresa dinamarquesa Vestas, líder mundial na fabricação deste tipo de equipamento.

Fonte: CERNE Press

Alunos do Curso de Gestão Ambiental no Setor Elétrico fazem visita técnica a parque em São Miguel do Gostoso

São Miguel do Gostoso foi o destino final dos alunos do curso de Gestão Ambiental no Setor Elétrico, promovido pelo e-Labora UnP, em parceria com o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE). A visita técnica marcou o encerramento da capacitação e foi realizada no dia 1º de outubro.

Foto: CERNE/divulgação

Foto: CERNE/divulgação

Na ocasião, os alunos puderam conhecer de perto o monitoramento e controle ambiental realizado durante a operação de um parque eólico. Com a conclusão, os profissionais foram capacitados para atender às demandas dos órgãos licenciadores, as necessidades de conservação e sustentabilidade, sem comprometer a viabilidade técnico-econômica dos empreendimentos.

Fonte: UnP

CERNE e faculdade Ari de Sá firmam parceria para cursos de capacitação no Ceará

O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne) e a Faculdade Ari de Sá assinaram convênio de cooperação entre as duas instituições para a implantação de cursos de capacitação profissional na área de energia. A parceria foi celebrada em evento realizado nesta quinta-feira, 29 de setembro, na sede da instituição de ensino em Fortaleza, no Ceará.

Diretor Setorial de Meio Ambiente e Sustentabilidade do CERNE e coordenador dos cursos RN/CE, Hugo Fonseca. (Foto: CERNE Press)

Diretor Setorial de Meio Ambiente e Sustentabilidade do CERNE e coordenador dos cursos RN/CE, Hugo Fonseca. (Foto: CERNE Press)

Com o novo convênio, o CERNE amplia a oferta de cursos de capacitação profissional para além das fronteiras do Rio Grande do Norte, buscando atender a demanda do mercado de trabalho e abrindo novas oportunidades de qualificação para quem deseja ingressar no setor energético.

Participaram da solenidade o Diretor-Presidente do CERNE, Jean-Paul Prates, o Diretor Setorial de Meio Ambiente e Sustentabilidade e coordenador dos cursos RN/CE, Hugo Fonseca, e representantes da Faculdade Ari de Sá.

Fonte: CERNE Press

 

 

Capacitação em Energia Eólica do CERNE está com inscrições abertas

Após o sucesso da primeira turma, curso inicia inscrições para 2016. Disciplinas vão abordar as tecnologias para geração de energia eólica, licenciamento e gestão ambiental, construção, operação e manutenção de parque, dentre outras.

O Rio Grande do Norte atualmente protagonizou mais um salto no cenário da energia eólica.  O Estado ultrapassou em setembro a marca dos 3GW de potência eólica instalada. Este feito histórico reflete positivamente na geração de emprego e de novas oportunidades para capacitação profissional.

Repetindo o sucesso alcançado na primeira turma de 2015, o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), em parceria com a Universidade Potiguar (UnP), abre inscrições até sexta-feira, 6/10​, para a turma de 2016 do c​urso de Capacitação em Gestão da Energia Eólica. As aulas terão início no sábado, dia 07/10,  na UnP da avenida Engenheiro Roberto Freire.

O conteúdo das disciplinas compreenderá as tecnologias para geração de energia eólica, licenciamento e gestão ambiental, construção, operação e manutenção de parques, além de temas voltados à administração dos empreendimentos, estudos de viabilidade econômica, obtenção de financiamentos, aspectos jurídicos e tributação relativa à atividade. Ao final do curso, será realizada uma visita técnica onde os alunos poderão conhecer de perto a estrutura e operação de um parque eólico.

As aulas serão ministradas por diretores setoriais do CERNE nas áreas de tecnologia, infraestrutura e meio ambiente e por profissionais de empresas parceiras com vasta experiência no mercado eólico.

Com carga horária de 64 horas dividida em oito módulos, a capacitação é destinada a quem já atua ou deseja ingressar profissionalmente no mercado de energia eólica.  Podem se inscrever alunos de graduação e profissionais interessados no setor.

As inscrições podem ser feitas pelo endereço da plataforma e-Labora: https://sistemas.unp.br/hub/unp/sicoe/site/elabora. A ementa com as informações completas do curso está disponível pelo link: www.cerne.org.br/cursos. Outras informações podem ser obtidas diretamente no e-Labora, pelo telefone (84) 4009-1440 ou ​pelo email cursos@cerne.org.br.

Fonte: CERNE Press

CERNE inicia capacitação em Gestão Ambiental para o Setor Elétrico

O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) iniciou no sábado, 17 de setembro, a primeira aula do Curso de Capacitação em Gestão Ambiental para o Setor Elétrico. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o CERNE e a Universidade Potiguar (UnP).

Durante a aula, ministrada pelo Diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do CERNE, Hugo Fonseca, foi aplicado o primeiro módulo que abordou o sistema elétrico brasileiro e o mapeamento organizacional das instituições do setor. O segundo módulo do curso tratou a respeito dos tipos de licenciamento, as políticas e planos que envolvem a gestão ambiental no Brasil.

Os alunos também tiveram a oportunidade de participar de uma dinâmica pedagógica com o objetivo de compreender os processos do sistema de licenciamento ambiental.

Ao final do curso, previsto para o dia 01 de outubro, será realizada uma visita técnica onde os alunos poderão conhecer de perto o monitoramento e controle ambiental realizado ​durante a operação de um parque eólico.

Fonte: CERNE Press

Capacitação em Gestão Ambiental Para o Setor Elétrico está com inscrições abertas

O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) em parceria com a Universidade Potiguar (UnP) abriu inscrições para mais um curso de capacitação​.  Dessa vez, o foco é a Gestão Ambiental para o Setor Elétrico. As aulas ​começam no dia 20 de agosto​. ​Pode​m​ se inscrever estudantes de graduação e profissionais interessados no setor.

Ao concluir o curso, os participantes devem estar capacitados para analisar e dimensionar a compensação socioambiental dos empreendimentos geradores e transmissores de energia, estando aptos para atender, segundo os critérios de conservação e sustentabilidade, às demandas oriundas de órgãos licenciadores e da sociedade, sem comprometer a viabilidade técnico-econômica dos empreendimentos.

Com carga horária total de 20 horas, as aulas serão divididas em seis módulos. Os conteúdos vão abordar aspectos como a contextualização do planejamento ambiental no Brasil, o sistema elétrico brasileiro, licenciamento ambiental, conservação e sustentabilidade na implantação de usinas elétricas, gestão ambiental no processo construtivo, planos e ações para construção sustentável, monitoramento e controle ambiental, entre outros assuntos.

Ao final do curso, será realizada uma visita técnica onde os alunos poderão conhecer de perto o monitoramento e controle ambiental realizado ​durante a operação de um parque eólico.

As inscrições podem ser feitas pelo endereço da plataforma e-Labora: https://sistemas.unp.br/hub/unp/sicoe/site/elabora. A ementa com as informações completas do curso está disponível ​ no site do CERNE pelo link: www.cerne.org.br/cursos. Outras informações podem ser obtidas diretamente no e-Labora, pelo telefone (84) 4009-1438 ou ​pelo email cursos@cerne.org.br.

Curso-Gestao-Ambiental

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: CERNE Press

Capacitação em Energia Solar do CERNE supera expectativas

O Curso de Capacitação em Energia Solar Fotovoltaica: Tecnologia, Projetos e Aplicações, super​ou​ as expectativas de alunos e professores. Realizado pelo CERNE em parceria com a Universidade Potiguar (UnP), as aulas ministradas aos sábados, seguem​ até o próximo dia 16, com uma atividade prática: ​uma visita técnica a uma usina de geração de energia solar fotovoltaica.

Atendendo a uma demanda oriunda das empresas associadas e mantenedoras do CERNE, o curso foi elaborado com o objetivo suprir a carência de profissionais capacitados na área de energia solar fotovoltaica, setor atualmente em expansão e com grande potencial de investimentos no Brasil.

Para Josenberg Rocha Jr., diretor da empresa In PLANTAR e um dos instrutores do curso, a iniciativa cumpre a proposta em capacitar os participantes, com informações em primeira mão, sobre a evolução e estabelecimento do mercado fotovoltaico no Brasil e no mundo. “A presença marcante dos alunos reflete o interesse da sociedade no tema. Todos eles buscam desenvolver aplicações da energia solar em sua realidade, seja no trabalho, em casa ou até mesmo investir para abrir sua própria empresa”, explica o empresário.

Já para os 40 alunos inscritos, o curso é a chance de entrada para o mercado de trabalho. A engenheira civil Ana Angélica Azevedo afirma que as expectativas são as melhores possíveis e vê a capacitação como uma oportunidade para melhor colocação profissional. “Quando a gente está começando nessa área, a qualificação profissional é a melhor forma de estamos sempre à frente no mercado”, explica. A aluna enxerga a área de renováveis como um caminho sem volta: “apesar da crise, há crescimento”, conclui Ana Angélica.

Foto: CERNE/Divulgação

Alunos atentos a aula ministrada no último sábado (09). (Foto: CERNE/Divulgação)

Durante as aulas, os participantes puderam compreender a evolução do mercado fotovoltaico e como é possível transformar a energia do sol em eletricidade, além de conhecer, através de exemplos teórico-práticos, os principais componentes dos sistemas fotovoltaicos isolados e de pequenas redes (mini-grids).

O consumo racional de energia também esteve presente no conteúdo ministrado em sala de aula. “Com exclusividade e a vanguarda que o assunto exige, introduzimos as concepções de planejamento e execução para edificações com baixo consumo de energia, focando sempre na tão desejada eficiência energética”, explica Josenberg Rocha Jr.

O último módulo, que encerra o ciclo do curso, será destinado a uma atividade extra-classe, onde os alunos farão uma visita técnica à sistema solar fotovoltaico instalado no campus central do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN). Os 825 painéis solares ocupam aproximadamente 1.290m² e estão instalados sobre o teto dos blocos das salas de aula e são capazes de gerar, mensalmente, 26.200kWh de energia.

Fonte: CERNE Press

Curso do CERNE capacita para mercado fotovoltaico

Aulas serão ministradas por instrutores qualificados e com experiência internacional no segmento fotovoltaico. As inscrições estão abertas até o dia 01 de julho.

A energia solar é um dos setores energéticos que mais cresce no Brasil e tem grande potencial de empregabilidade. Entretanto, esse segmento ainda se mostra escasso de profissionais capacitados. Pensando em quem já atua ou quer ingressar profissionalmente nesse mercado, o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), em parceria com a Universidade Potiguar (UnP), está com inscrições abertas até o dia 01 de julho para o Curso de Capacitação em Energia Solar Fotovoltaica: Tecnologia, Projetos e Aplicações.

As aulas serão ministradas por profissionais de empresas parceiras do CERNE com expertise no mercado fotovoltaico e qualificados internacionalmente pela Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit  (GIZ), instituição alemã que desenvolve estratégias na área de energia e sustentabilidade. O curso terá uma carga horária total de 20 horas, dividido em sete módulos, com início previsto para o dia 2 de julho, na UnP Unidade Roberto Freire.

Os módulos abordarão temas como a introdução à energia solar, características da fonte, fundamentos e tecnologias, componentes dos sistemas fotovoltaicos, dentre outros assuntos. Ao final do curso, será realizada uma visita técnica, no dia 16 de julho, em que os alunos poderão conhecer de perto o funcionamento de uma usina solar fotovoltaica.

A capacitação é voltada para estudantes de graduação e profissionais interessados no setor. As inscrições podem ser feitas diretamente pelo endereço: sistemas.unp.br/hub/unp/sicoe/site/elabora. A ementa com todos os detalhes está disponível na área de cursos do site do CERNE pelo link: www.cerne.org.br/cursos. Outras informações podem ser obtidas diretamente no e-Labora, pelo telefone (84) 4009-1438.

Fonte: CERNE Press

CERNE abre inscrições para curso em energia solar fotovoltaica

Atendendo a demanda de empresas associadas, mantenedores e mercado de trabalho, o CERNE lança curso de capacitação para os interessados em trabalhar na área de energia solar

O CERNE – Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia, em parceria com a Universidade Potiguar (UnP), lança mais uma opção de capacitação para quem já atua ou deseja ingressar profissionalmente no mercado de energia solar: o Curso de Capacitação em Energia Solar Fotovoltaica – Tecnologia, Projetos e Aplicações. As inscrições estão abertas e as aulas terão início no dia 02 de julho, na UnP Unidade Roberto Freire.

O Curso de Capacitação em Energia Solar Fotovoltaica será dividido em sete módulos, com carga horária total de 20h. Os conteúdos vão abordar a introdução à energia solar, características da fonte, fundamentos e tecnologias, componentes dos sistemas fotovoltaicos, conexões à rede elétrica e eficiência energética, dentre outros temas.

Flyer-Curso-Solar-CernePara o Diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do CERNE e coordenador do curso, Hugo Fonseca, a iniciativa atende uma demanda das empresas mantenedoras da instituição e do mercado de trabalho. “Precisamos de profissionais devidamente qualificados para atuar na área de energia solar, um segmento bastante promissor no Brasil, e que atenda satisfatoriamente as expectativas das empresas e do mercado”, afirmou.

Ao final do curso, será realizada uma visita técnica onde os alunos poderão conhecer de perto o funcionamento de uma usina solar fotovoltaica. Poderão se inscrever estudantes de graduação e profissionais interessados no setor.

As inscrições podem ser feitas pelo endereço da plataforma e-Labora: sistemas.unp.br/hub/unp/sicoe/site/elabora. A ementa com todos os detalhes está disponível na área de cursos do site do CERNE pelo link: www.cerne.org.br/cursos. Outras informações podem ser obtidas diretamente no e-Labora, pelo telefone (84) 4009-1438.

Fonte: CERNE Press

 

 

CERNE participa de capacitação de fiscais do CREA

Fonte: CERNE Press
O CERNE / SEERN participaram nesta terça-feira (01/12)  do XXV Seminário de Fiscalização, organizado pelo CREA-RN, com a participação de outros regionais.  Com o tema “Instalação de um parque eólico relacionada com as atividades de engenharia, desde a fundação até a geração”, o evento foi destinado aos agentes de fiscalização e demais setores do Conselho,  visando o aprimoramento do corpo de fiscais.
A demanda surgiu diante do crescimento do número de parques eólicos no RN e do grande número de profissionais e empresas de engenharia que são contratados para atuar nesse seguimento. A intenção é qualificar os agentes para que passem a desenvolver ações fiscalizatórias, com o objetivo de coibir o exercício ilegal da profissão e salvaguardar as modalidades envolvidas.
Diretor de tecnologia, pesquisa e inovação do CERNE, engenheiro Olavo Oliveira.

Diretor de tecnologia, pesquisa e inovação do CERNE, engenheiro Olavo Oliveira.

O Diretor de Tecnologia, Pesquisa e Inovação do CERNE, Olavo Oliveira, falou sobre a  história e a evolução do setor eólico, abordando também aspectos sobre a geração de energia. O Diretor de Sustentabilidade e Meio Ambiente do CERNE, Hugo Fonseca, falou sobre os aspectos ambientais dos empreendimentos. E o representante da empresa Cortez Engenharia, Lívio Sávio, abordou o cenário e personagens envolvidos na construção dos parques.

Representante da empresa Cortez Engenharia, Lívio Sávio.

Representante da empresa Cortez Engenharia, Lívio Sávio.

Fotos: Hugo Fonseca