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‘Nova’ Aneel tenta tenta cortar subsídios a fontes eólica e solar

Daniel Rittner | Valor Econômico

O novo diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone da Nóbrega, aponta um desafio para o mandato de quatro anos que assume hoje à frente do órgão regulador: conter a escalada de subsídios jogados nas costas dos consumidores e responsável, em boa parte, pelo aumento de tarifas nos últimos anos.

E o principal alvo na mira de Pepitone já foi escolhido: as subvenções dadas para geradores e consumidores de fontes incentivadas de energia (basicamente eólica e solar). Esses incentivos já representam praticamente metade de todas as despesas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), o “superfundo” que banca subsídios do setor, cujo orçamento para este ano foi revisado na semana passada e chega a estratosféricos R$ 19,7 bilhões.

Os recursos da CDE para dar mais competitividade à energia eólica e solar deram um salto em pouco tempo. Eram R$ 4 bilhões em 2013 e vão atingir R$ 8,7 bilhões neste ano. Sem nenhuma perspectiva de controle e com tudo indo parar nas contas de luz.

Grosso modo, cada bilhão adicional de despesa da CDE se reflete em aumento perto de um ponto percentual para os consumidores finais, numa dinâmica perversa que fez as tarifas subirem.

O novo chefe da Aneel, que toma posse hoje à tarde em cerimônia no Ministério de Minas e Energia (MME), adverte: a lei não estabelece prazo final para a concessão dos incentivos e o valor deve aumentar ainda mais com a tendência de ampliação do mercado livre. “Se não fizermos nada, [os subsídios] vão continuar crescendo”, disse Pepitone ao Valor.

Engenheiro civil de 44 anos, formado pela Universidade de Brasília (UnB), funcionário de carreira da Aneel e diretor por dois mandatos consecutivos, ele agora substitui Romeu Rufino no comando da agência e se torna o rosto mais visível de um novo grupo de reguladores. “O maior desafio para a nova composição da diretoria colegiada são as tarifas cobradas dos consumidores.”

Dois diretores assumiram no fim de maio. Outros dois, incluindo Pepitone, iniciam seus mandatos hoje. Fica faltando uma troca na cúpula da agência – o que deve ocorrer neste ano.

Para ele, a questão dos subsídios é fundamental. “Estamos em um momento de fazer essa reflexão com a sociedade. O desconto [para fontes incentivadas] é uma política pública assegurada em lei. Será que não é o momento de discutir com o Congresso Nacional se esse subsídio ainda se faz necessário?”, questionou, na véspera de sua posse.

“Temos que pensar na justeza do subsídio. Em um momento inicial, ele pode se mostrar realmente necessário, mas será o caso para fontes que já estão consagradas na matriz?”, acrescenta o novo diretor-geral. Em sua análise, propostas de solução como repassar a conta para o Tesouro Nacional são falsas, porque no fim “sai tudo do mesmo bolso”.

Parece redundância, mas trata-se de uma alusão à MP 579, a polêmica medida provisória assinada pela ex-presidente Dilma Rousseff em 11 de setembro de 2012 – dia que é chamado ironicamente de “11 de setembro do setor elétrico” pelos investidores devido à extensão dos desajustes causados. O ônus de pagar os subsídios saiu das tarifas e foi direto para o colo dos contribuintes. Outro ponto que ele diz não aceitar é rever os incentivos pactuados para contratos do passado. “Um pilar básico para a gente é a estabilidade regulatória e a segurança jurídica.”

Pepitone acha urgente, no entanto, uma discussão em torno do futuro dos subsídios. Até porque o mercado livre – aquele no qual grandes consumidores, como indústrias e shopping centers, podem buscar fornecimento em qualquer gerador e não ficam atados à distribuidora local de energia – tem crescido fortemente. O novo marco regulatório do setor elétrico, desenhado pelo MME e atualmente em tramitação como substitutivo na Câmara dos Deputados, prevê a ampliação gradual do mercado e sua abertura completa até 2026.

As subvenções para fontes incentivadas já alcançam valor 64% acima dos gastos de R$ 5,3 bilhões em 2018 com a compra de combustíveis para os sistemas isolados, na rubrica conhecida como CCC pelo setor elétrico, que vinham ocupando até agora o posto de vilão na conta dos subsídios.

Apesar da preocupação com as tarifas, Pepitone sugere um olhar mais prolongado. Segundo ele, de 2001 a 2017, as contas de luz tiveram alta de 190%. O IGP-M, a inflação do aluguel, subiu 215%.

Nos últimos anos, além da explosão no orçamento da CDE, o diretor menciona a hidrologia desfavorável e a desvalorização do real como fatores que pressionam as tarifas. A energia da usina binacional de Itaipu é cotada em dólar e tem reflexo no “mix” de energia comprada pelas distribuidoras das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Já a escassez de chuvas e a queda no volume dos reservatórios fizeram o acionamento das térmicas, mais caras, ficar acima do normal. “Há uma conjunção de questões desfavoráveis.”

Pepitone não isenta, porém, a responsabilidade do poder público. A transferência do risco hidrológico para os consumidores, no caso das usinas que tiveram suas concessões renovadas em 2012 e hoje operam pelo regime de cotas, encareceu as tarifas em uma frente. Em outra, o atraso na venda de distribuidoras administradas pela Eletrobras onerou os consumidores em mais R$ 670 milhões apenas com o adiamento da privatização do primeiro para o segundo semestre do ano.

Ele defende o leilão. “Historicamente as empresas estatais têm demonstrado dificuldade em entregar o dinamismo exigido pelo segmento de distribuição”, opina, com a convicção de que o controle das empresas pela iniciativa privada permitiria melhorar índices de qualidade do serviço e até queda nas tarifas.

Como fator de pressão positivo nas contas de luz, a partir do próximo ano, Pepitone lembra que finalmente estará amortizado um empréstimo de R$ 14 bilhões (em valores corrigidos) tomado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para resolver os problemas financeiros das distribuidoras em 2013. Os consumidores pagavam R$ 3,7 bilhões por ano nas suas tarifas para quitar a dívida. Sem isso, os reajustes de cada empresa poderão ser atenuados.

Presidente indica André Pepitone para diretor geral da Aneel

Despacho no Diário Oficial encaminha Efrain Pereira da Cruz para ocupar a vaga de Tiago Correia

O presidente da República, Michel Temer, enviou ao Senado Federal, o nome de André Pepitone da Nóbrega, para ser reconduzido ao cargo de diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica. Como essa é a segunda recondução, ele só pode assumir  a diretoria geral da agência reguladora no lugar de Romeu Rufino, cujo mandato encerra-se em agosto. Alagoano, formado em Engenharia Civil pela Universidade de Brasília, iniciou sua vida profissional na Themag Engenharia e atua na Agência Nacional de Energia Elétrica desde 2000, onde exerceu o cargo de Assessor de Diretoria da Agência. Em agosto de 2010, foi nomeado para exercer, por quatro anos, o cargo de Diretor tornando-se o primeiro servidor efetivo da carreira de Regulação a compor o quadro dirigente da Agência.

Já Tiago de Barros Correia não será reconduzido, ele assumiu o cargo de diretor em agosto de 2014 e em seu lugar o presidente enviou o nome de Efrain Pereira da Cruz. As indicações foram publicadas na edição desta terça-feira, 3 de julho, do Diário Oficial da União. Com essas indicações ainda fica uma vaga em aberto, a que é ocupada pelo atual diretor geral da Aneel, Romeu Rufino, cujo mandato também termina em agosto.

Fonte: Canal de Energia

Brasil enfim aprova serviço de recarga de carros elétricos

Regramento aprovado pela agência reduzirá incertezas e favorecerá investimentos do setor privado na infraestrutura de recarga de veículos

Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou hoje (19) a regulamentação sobre a recarga de veículos elétricos. Com isso, os empreendimentos interessados em prestar esse tipo de serviço, sejam eles distribuidoras, postos de combustíveis ou shopping centers, por exemplo, têm agora uma regulamentação básica, de forma a evitar interferências da atividade nos processos tarifários dos consumidores de energia elétrica.

A produção e comercialização de recarga já é feita em diversas partes do mundo para atender a demanda de carros elétricos. Segundo o diretor relator do processo, Tiago Correia, a regulamentação aprovada pela Aneel reduzirá incertezas e, com isso, favorecerá investimentos do setor privado na infraestrutura de recarga de veículos elétricos.

De acordo com a Aneel, esse tipo de veículo ajudará na redução das emissões de gás carbônico, além de aumentar a eficiência energética neste modal de transporte. A expectativa da agência é de que a propulsão elétrica alcance uma posição relevante no país nos próximos 10 anos.

Fonte: IstoÉ

Leilão de energia A-6 cadastra mais de 1 mil projetos em geração

Projetos somam juntos 59,1 gigawatts em capacidade instalada, informou a estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE) nesta segunda-feira, dia 21.

O leilão de energia A-6, agendado para 31 de agosto, que contratará novas usinas de geração para operação a partir de 2024, recebeu cadastramento de mais de 1 mil projetos, que somam 59,1 gigawatts em capacidade instalada, informou a estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE) nesta segunda-feira.

As termelétricas a gás natural lideram em termos de capacidade, com 28,65 gigawatts inscritos, divididos em 39 projetos. Já as usinas eólicas dominam o cadastro em número de empreendimentos — são 928 cadastrados, em um total de 27,1 gigawatts.

O leilão tem inscritos para a disputa, ainda, 333 megawatts em hidrelétricas de maior porte, com 7 projetos, e 941 megawatts em pequenas hidrelétricas, ou 66 projetos, além de cerca de 1 gigawatt em usinas à biomassa e 940 megawatts em térmicas a carvão.

Fonte: Reuters | Luciano Costa

Aneel aprova operação comercial de 31,5 MW eólicos no Ceará

Agência também liberou UFVs em Minas Gerais, além de testes em PCH e na EOL Campo Largo VII

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta sexta-feira, 18 de maio, a operação comercial das EOLs Bons Ventos Cacimbas 4 e 5. No primeiro caso foram liberadas 5 unidades de 2,1 MW cada, somando 10,5 MW de capacidade, enquanto a outra usina teve 10 aerogeradores de 2,1 MW contemplados, totalizando 21 MW. Ambos empreendimentos estão localizados no município de Ibiapina, no Ceará.

Outras usinas a receberem o parecer positivo da Aneel foram as UFVs Pirapora 2 e III. Localizadas em Pirapora, Minas Gerais, a primeira teve liberada oito unidades de 967,742 kW cada, num total de 7,74 MW, enquanto a outra contou com nove unidades que totalizam 9,67 MW.

A agência também autorizou uma turbina de 2,75 MW da CGH Palmeiras, que se encontra no município de Ponte Alta do Bom Jesus, no Tocantins.

Além das liberações comerciais, o órgão regulador também deu provimento à solicitação da Alcast do Brasil Ltda, que poderá operar em regime de testes duas unidades geradoras de 2,7 MW da PCH Jacaré, totalizando 5,6 MW liberados em Bom Sucesso do Sul, no Paraná.

Outra confirmada para testes é a EOL Campo Largo VII, que teve contemplados três aerogeradores de 2,7 MW, num total de 8,1 MW eólicos liberados na Bahia, no município de Sento Sé.

Fonte: Canal Energia

Linha de transmissão entre RN e CE deve receber investimento de R$ 1,2 bi

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que vai leiloar concessões para a construção, operação e manutenção de 543 quilômetros (km) de linhas de transmissão no Ceará e no Rio Grande do Norte, que. Segundo a Aneel, as obras vão gerar 2.726 empregos diretos nos dois estados.

Ao todo, a agência vai leiloar aproximadamente 2,6 mil km de linhas de transmissão em 16 estados. Em uma das linhas a serem leiloadas que está inserida em solos cearense e potiguar, o investimento previsto é de R$ 1,2 bilhão para 541 km de linha com potência de 3.300 megavolt-amperes (MVA) em um prazo de 60 meses, que gerará 2.434 empregos diretos.

Além disso, também será leiloada outra linha no Ceará com 2 km de extensão e potência de 450 MV, com previsão de investimento de R$ 102 milhões e geração de 24 empregos diretos.

Subestações

O edital do certame foi aprovado na última terça-feira (15) em reunião pública da diretoria da Aneel. Além das linhas de transmissão, o leilão contará com 12,2 mil MVA de capacidade de transformação em subestações. No certame são estimados cerca de R$ 6 bilhões em investimentos e geração de 13,6 mil empregos diretos.

De acordo com o informe da Aneel, o leilão deve acontecer dia 28 de junho, na sede da B3 em São Paulo, concessões para a construção, operação e manutenção de aproximadamente 2,6 mil km de linhas de transmissão em 16 estados.

“O leilão será dividido em 20 lotes. As instalações deverão entrar em operação comercial no prazo de 36 a 63 meses, a partir da data de assinatura dos contratos de concessão”, detalhou a Agência em nota publicada em seu portal na internet.

No certame, conforme a estimativa divulgada pela Aneel, são estimados cerca de R$ 6 bilhões em investimentos a partir da construção e manutenção das linhas de transmissão de energia, além da geração de 13,6 mil empregos diretos a partir destes empreendimentos.

Fonte: Diário do Nordeste

Aneel autoriza operação comercial de 14,7 MW eólicos no Ceará

Agência também autorizou testes de CGH, PCH e outra eólica

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou nesta quinta-feira, 10 de maio, a operação comercial de sete unidades de 2,1 MW cada, somando 14,7 MW de capacidade da usina de geração eólica EOL Bons Ventos Cacimbas 3, localizada no município de Ubajara, no Ceará.

Na mesma localidade, a Aneel aprovou para testes a operação dos aerogeradores UG1, UG2, UG3, UG6, UG7, UG10 e UG11, de 2,1 MW cada, totalizando 14,7 MW relativos a usina EOL Bons Ventos Cacimbas 2.

A Agência também autorizou a operação em regime de testes de uma turbina de 6 MW da PCH Senhora do Porto, localizada no município de Dores de Guanhães, em Minas Gerais, assim como uma unidade de 2,75 MW da CGH Palmeiras, situada em Ponte Alta do Bom Jesus, no Tocantins.

Fonte: Canal Energia

Sandoval Feitosa Neto é indicado para diretoria da Aneel

 O presidente da República, Michel Temer, encaminhou para aprovação do Senado o nome de Sandoval Feitosa Neto para a vaga de diretor na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Sandoval responde atualmente pela superintendência de fiscalização dos serviços de eletricidade da autarquia.

Sandoval, cuja indicação foi publicada nesta quarta-feira (18) no Diário Oficial da União (DOU), é o segundo nome sugerido pelo Planalto para a diretoria da agência elétrica. O outro nome é o de Rodrigo Limp Nascimento, consultor legislativo da Câmara dos Deputados, que já havia sido indicado no fim do ano passado.

O Senado ainda precisa sabatinar os dois indicados para depois votar a indicação no plenário da casa.

Hoje, a diretoria da Aneel está com apenas três das cinco vagas efetivamente ocupadas. Compõem a diretoria do órgão atualmente Romeu Rufino (diretor-geral), André Pepitone e Tiago Correia. Os três têm mandatos previstos para vencer em agosto de 2014. No caso de Tiago, cabe recondução.

Fonte: Rodrigo Polito | Valor

Aneel libera operação em teste de duas eólicas no Ceará

EOL Bons Ventos Cacimbas 2 e 7 tiveram dois aerogeradores de 2,1 MW liberados

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)  aprovou para operação em teste as unidades UG8 e UG 7, de 2.100 kW cada, as quais compõe as usinas de geração eólica denominadas EOL Bons Ventos Cacimbas 2 e 7, a partir de 20 de março, segundo publicação do Diário Oficial da União da mesma data da liberação. Os empreendimentos, de posse da Geradora Eólica Bons Ventos da Serra 2 S.A, estão localizados no município de Ubajara, no Ceará.

Fonte: Canal Energia

Eólicas entram em operação no Rio Grande do Norte

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou para operação comercial as unidades geradoras UG7 a UG10, de 2.100 kW cada, somando 8.400 kW de capacidade da usina União dos Ventos 12, a partir de 10 de fevereiro, segundo publicação do despacho do Diário Oficial da União de 15 de fevereiro.

Na segunda-feira (19) a usina recebeu autorização da Aneel para iniciar a operação comercial da unidade geradora número 11, segundo despacho publicado no DOU. A usina é de propriedade da empresa Ventos Fortes Geradora Eólica, integrante do Grupo Serveng.

Também foi liberada para operação comercial a usina “União dos Ventos 14”,  com 8 aerogadores, cada com capacidade instalada equivalente a 2.100kW no total, somando mais 18.800kW a matriz energética do Estado.

Ambos os parques estão localizados no município de Pedra Grande, no Rio grande do Norte. No município já são gerados 164.400kW em energia eólica e com os outros 4 parques que estão em fase de construção, a produção total será de 234.600kW, tornando-se um dos grandes produtores do Estado.

Fonte: CERNE Press

Aneel libera fotovoltaicas no Piauí para operação comercial

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou para operação comercial, a partir de 9 de dezembro, as unidades geradoras UG1 a UG32, de 937,5 kW cada, totalizando 30 MW de capacidade instalada em cada uma das usinas de geração fotovoltaica denominadas Nova Olinda 8, 9, 10,11, 12, 13 e 14, segundo despacho publicado pela Aneel nesta segunda-feira, 11 de dezembro. As usinas da Enel Green Power, que somam 210 MW, estão situadas em Ribeira do Piauí (PI).

Outra usina a receber a autorização da Aneel foi a EOL Santo Inácio III, que compreende as unidades UG1 a UG14, de 2.350 kW cada, totalizando 32.900 kW de capacidade. O empreendimento está localizado no município de Casa Nova (BA).

Por outro lado, a Aneel liberou para operação em teste, a partir de 9 de dezembro, as unidades geradoras UG1 e UG2, de 2.500 kW cada, totalizando 5.000 kW de capacidade instalada da EOL Diamante II. A usina está localizada em Gentio do Ouro (BA). No mesmo município baiano temos outra aprovada junto a Aneel, EOL Laranjeiras V, que poderá testar as unidades UG1 e UG2, de 2.500 kW cada, somando 5.000 kW de capacidade.

Já no município de Casa Nova (BA), temos outra contemplada pela autorização do órgão regulador. Trata-se da EOL Casa Nova III, que compreende as unidades UG1 a UG12, de 2.350 kW cada, formando 28.200 kW de capacidade instalada.

Outra usina a receber a autorização da Aneel foi a EOL União dos Ventos 13, que poderá testar as unidades UG1 a UG3, de 2.100 kW cada, totalizando 6.300 kW. O empreendimento está localizado no município de Pedra Grande (RN). Por fim a PCH Pedra, localizada em Passos Maia (SC), também recebeu o parecer da Agência, e testará duas unidades: UG1 e UG2, de 2.800 kW cada, somando 5.600 kW de capacidade instalada.

Fonte: Canal Energia

Aneel libera eólicas do Rio Grande do Norte para operação comercial

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou para operação comercial as usinas eólicas Pedra Rajada I e II, que compreendem as unidades UG1 a UG10, de 2 MW cada, totalizando 20 MW de capacidade instalada em cada usina, localizada no município de Cerro Corá, Rio Grande do Norte.

Usinas entram em teste

No último dia 28 de novembro, a Aneel liberou para operação em testes, as unidades UG4 a UG9, de 2.100 kW cada, da Usina Eólica União dos Ventos 13, totalizando 12.600 kW de capacidade.

Outra usina a receber o provimento foi a União dos Ventos 14, que poderá testar as unidades UG1, UG7, UG8, UG9 e UG10, de 2.100 kW cada, somando 10.500 kW de capacidade. Ambos os empreendimentos estão situados na cidade de Pedra Grande.

Fonte: CERNE Press

Aneel libera eólicas no Ceará para operação comercial

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou para operação comercial as unidades geradoras UG1 a UG11, de 2.100 kW cada, somando 23.100 kW de capacidade instalada da usina de geração eólica Santo Inácio IV, segundo despacho publicado na terça-feira, 5 de dezembro.

Outra usina a receber a autorização da Aneel é a Santo Inácio III, que compreende as unidades UG1 a UG14, de 2.100 kW cada, formando 29.400 kW de capacidade. Os empreendimentos estão localizados em Icapuí, Ceará.

Fonte: Canal Energia

Aneel aprova edital de ‘Leilão A-4’ com preço-teto de R$ 329/MWh

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira (14), o edital do ‘Leilão A-4’ destinado à contratação de empreendimentos de geração de energia elétrica. O preço-teto da energia foi estipulado em R$ 329 por megawatt-hora (MWh). O certame será realizado no dia 18 de dezembro.

O valor máximo da energia estabelecido no edital varia de acordo com a fonte de geração. Os empreendimentos hidrelétricos, a serem contratados por quantidade, tiveram o preço-teto definido em R$ 281/MWh.

Os empreendimentos de geração eólica tiveram o preço de referência, na contratação por disponibilidade, fixado em R$ 276/MWh. Também em contratos por disponibilidade, os projetos de geração solar e termoelétrica a biomassa tiveram o valor máximo fixado em R$ 329/MWh.

Os preços iniciais definidos para disputa com os empreendimentos já outorgados, com ou sem contrato, foram definidos em: R$ 211,81/MWh para hidrelétricas (PCH e CGH); R$ 173,76/MHh para parques eólicos, R$ 230,66/MWh para projetos a biomassa e R$ 310,25/MWh para a fonte solar.

O relator da proposta de edital, o diretor da Aneel Tiago Correia, informou que já foram cadastrados 1.676 projetos para o leilão. Eles reúnem capacidade instalada de 47 mil Megawatt (MW). Desse volume total de geração, 55% são de fonte eólica e 38% de fonte solar.

Os prazos contratuais de suprimento variam entre 20 anos e 30 anos, contados a partir de 1º de janeiro de 2021. O edital prevê restrição para empresas em recuperação judicial e extrajudicial ou com histórico de atraso superior a um ano no setor.

Foto: Rafael Bitencourt | Valor Econômico

Usinas eólicas entram em fase de teste no Piauí e Pernambuco

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou nesta quinta-feira, 14 de setembro, o início da operação em teste de usinas eólicas em Pernambuco e no Piauí.

Na usina Serra das Vacas V, em Paranatama (PE), o aval foi para as unidades UG7 e UG8, que somam 4,6 MW de capacidade.

Já o empreendimento eólico Ventos de São Casemiro, localizado em Curral Novo do Piauí (PI), foram autorizadas para testes as unidades UG13 e UG14, de 2,1 MW cada.

Fonte: CERNE Press com informações do Canal Energia

Aneel libera três eólicas do Piauí para operação comercial

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou a usina de geração eólica Ventos de São Vicente 14 para operação comercial das unidades UG8 a UG14, de 2.100 kW cada, totalizando 14.700 kW de capacidade instalada, segundo despacho publicado pela Aneel na última sexta-feira, 18 de agosto. O empreendimento está localizado no município de Curral Novo do Piauí (PI).

No mesmo despacho o órgão regulador autorizou comercialmente outras duas eólicas no Piauí, em Caldeirão Grande do Piauí: Ventos de Santa Regina, com as unidades UG3, UG4, UG5, UG6 e UG9, de 2.700 kW cada, totalizando 13.500 kW de capacidade e a Ventos de Santo Adriano, que compreende as unidades UG8 a UG11, de 2.700 kW, totalizando 10.800 kW de capacidade instalada.

A Aneel também liberou em regime de testes quatro usinas de geração fotovoltaica da Pirapora Energia Renováveis: Pirapora 6, 9 e 10, com as unidades UG1 a UG31, de 967,742 kW cada, totalizando 30.000 kW de capacidade instalada em cada uma das três usinas e a UFV Pirapora 7, com as unidades UG1 a UG30, de 967,742 kW cada, num total de 29.032 kW de capacidade. As usinas estão localizadas na cidade de Pirapora (MG).

Outra liberada para testes pela Agência foi a pequena central de geração hidrelétrica denominada Jardim, com as unidades UG1 e UG2, de 4.500 kW cada, num total de 9.000 kW de capacidade. A PCH está localizada nos municípios de André da Rocha e Muitos Capões.

Fonte: Canal Energia

Eólica Delta 3 VII é liberada para operação em teste no Maranhão

A usina eólica Delta 3 VII recebeu autorização para operação em teste das unidades UG1 a UG6 de 2,3 MW cada, totalizando 13,8 MW de capacidade instalada, a partir de 1º de junho, segundo despacho publicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta quinta-feira, 1º. A usina fica localizada no município de Paulino Neves, Estado do Maranhão.

Fonte: Canal Energia

Aneel libera operação em teste de 108MW em eólicas no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou desde a última sexta-feira, 20 de maio, a operação em fase de teste de quatro parques eólicos da empresa francesa Voltalia, no Rio Grande do Norte.
As usinas Carnaúbas, Reduto, Santo Cristo e São João, cada uma  com 27 MW em potência instalada devem entrar em operação comercial até o dia  30 de junho, de acordo com a Aneel. Os empreendimentos somam um total de 108 MW em potência instalada a partir de 9 aerogeradores de 3 MW cada.
Os parques estão localizados no município de São Miguel do Gostoso, exceto o parque de Santo Cristo, instalado no município de Touros.
Fonte: CERNE Press

Novas usinas eólicas entram em fase de testes no RN

A usina eólica Vila Acre I recebeu autorização para operação em teste das unidades geradoras UG1 e UG2,  segundo despacho publicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na última quarta-feira, 10 de maio.

As unidades correspondem a potência de 2,1 MW cada, totalizando 4,2 MW de capacidade instalada. O empreendimento está localizado no município de Serra do Mel, no Rio Grande do Norte.

Fonte: Canal Energia

Governo comemora resultado do leilão de transmissão

O leilão de transmissão no. 5/2016, realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica e operacionalizado na sede da B3 (antiga BM&FBovespa), na cidade de São Paulo, foi classificado pelo governo como bem sucedido ao licitar 97% dos lotes em disputa. Os integrantes da cúpula do governo destacaram o deságio médio de 36,5%, obtido por meio de uma participação média de sete participações por lote, investimentos de R$ 12,7 bilhões de um total de R$ 13,1 bilhões projetados pela agência reguladora. A RAP somada é de R$ 1,6 bilhão com o desconto ofertado pelos empreendedores.

Dos projetos que estavam no certame, foram negociados 7.068 quilômetros e linhas de transmissão, 96% do ofertado, e 100% dos 14.132 MVA de capacidade de transformação. De acordo com os números da Aneel, foram 50 agentes habilitados originados de 21 empresas que formaram consórcios ou que entraram na disputa de forma individual.

Esses números foram citados pelas autoridades como o reflexo do posicionamento do governo que procurou trazer maior previsibilidade regulatória, respeito aos contratos e justa remuneração aos investidores. Tanto que desde o leilão de outubro do ano passado é possível se ter essa percepção com o retorno do interesse da iniciativa privada no segmento de transmissão.

O Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que esteve presente durante o leilão, destacou que essa impressão é reforçada justamente pelo fato de que esse é o segundo certame que não conta com a presença estatal da Eletrobras, um agente de peso nos leilões passados. “Todos nós estávamos desafiados a manter o sucesso que tivemos no ano passado e melhorar. Essa melhoria foi capturada no deságio que tivermos, e sinceramente, não cabe ao planejamento, à Aneel e EPE acertar o preço do lance e sim abrir espaço para a competição. No passado tivermos lances que apresentaram altos deságios, mas tínhamos as estatais nos leilões e desde outubro do ano passado não. Isso mostra que a empresa privada volta a investir mais fortemente no Brasil”, comemorou.

O diretor geral da Aneel, Romeu Rufino, por sua vez, comentou que o aperfeiçoamento dos editais foram importantes para a atração desses players privados. Entre os pontos estão a gestão de contratos que foi implantada para essa oportunidade e que coloca a agência reguladora como uma gestora de contrato ao invés de apenas ser a fiscalizadora desses acordos com os agentes.

“Nós já faremos reunião com os investidores, como sempre, para o acompanhamento e para conhecer o plano de negócio. A meta é a de evitar o descolamento do cronograma do contrato com a sua execução e assegurar assim a efetiva execução do que foi  contratado”, comentou ele na entrevista coletiva concedida após o leilão.

Próximos leilões – Outro diretor da Aneel, Reive Barros destacou que o próximo certame começa justamente quando acaba o de hoje com a avaliação do que ocorreu das disputas dessa oportunidade. E André Pepitone apontou que ainda esse ano deverá ser realizado outra licitação, esta no segundo semestre do ano com cerca de R$ 4,4 bilhões em possíveis investimentos, incluindo os quatro lotes que não foram negociados nesta segunda-feira.

E ainda há a possibilidade de se colocar os ativos não operacionais da Abengoa em disputa e que somariam outros R$ 8,8 bilhões em aportes. Mas essa questão ainda é incerta em função da disputa judicial que se arrasta em relação a esses ativos. Para 2018, a agência reguladora ainda espera os relatórios técnicos da EPE que podem colocar de R$ 5,3 bilhões em projetos.

Fonte: Mauricio Godoi, da Agência CanalEnergia, de São Paulo, Planejamento e Expansão