Foto: Revista O Setor Elétrico

Especialistas do setor elétrico se reúnem em Brasília para debater pesquisa e inovação em eólica

O Diretor-Presidente do CERNE, Jean-Paul Prates, participou, a convite do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), de uma reunião realizada na manhã desta terça-feira (31) em Brasília com empresários e especialistas do setor elétrico brasileiro para debater a prospecção de tecnologias no setor de energia.

O encontro integra o projeto “Prospecção Tecnológica em Energia Elétrica”, realizado pelo CGEE a pedido da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A iniciativa tem como proposta de elaborar metas estratégicas, otimizar a distribuição dos recursos do P&D da Aneel e direcionar o investimento das empresas para o setor elétrico.

O ciclo de reuniões com especialistas é distribuído entre cinco grandes grupos temáticos: geração, transmissão, distribuição, eficiência energética e economia de energia. Hoje foram tratados assuntos a respeito da energia eólica, uma das 48 macrotemáticas caracterizadas no projeto.

Nesta etapa, foi tratada a visão de futuro para as eólicas – planejamento estratégico dos objetivos a médio e longo prazo – a caracterização do nível de maturidade das rotas de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) associadas a macrotemática e, por fim, e a priorização dessas rotas.

O CERNE contribuiu para o debate propondo a utilização mais efetiva das ferramentas de regulação e legislação como elemento indutivo das políticas de incentivo ao PD&I no setor. “Também sugerimos que fossem incorporadas linhas de pesquisa no sentido de simplificar tecnologias para o uso e manutenção através de empresas locais, que estão mais próximas dos projetos de geração de energia”, disse Jean-Paul Prates.

CGEE

É uma associação privada sem fins lucrativos, fundada em setembro de 2001, no âmbito da 2ª Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia. No encontro, em que se elegeu a inovação como tema crucial para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, 273 pesquisadores e especialistas, vinculados a aproximadamente 100 instituições de 22 estados, endossaram a proposta do então Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) de criar um órgão que subsidiasse a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) e as decisões de longo prazo dos setores público e privado em temas relacionados. Em 2002, foi classificado como organização social, por meio do Decreto nº 4.078, de 9 de janeiro daquele ano.

Fonte: CERNE Press

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