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Ambiente regulatório e política energética movimentam debates no Solar Invest 2017

Lideranças empresariais, autoridades e profissionais do setor energético estiveram reunidos em Natal/RN nesta quarta-feira (08) para discutir os rumos para o mercado de energia solar e os gargalos a serem vencidos para a geração centralizada, distribuída, autoprodução e microgeração, durante o 9º SolarInvest 2017.

O diretor-presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia, Jean-Paul Prates, apresentou um panorama geral sobre o setor de energia solar, em especial o mercado de geração centralizada e distribuída. Prates alertou para a questão da tributação dos equipamentos fotovoltaicos. “Os gastos brasileiros com a importação de células fotovoltaicas cresceram seis vezes em 2016. A geração distribuída tende a preferir equipamentos importados, que são mais baratos que os nacionais”, ressaltou.

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Apesar da expansão ainda tímida, a geração distribuída registrou um pico de crescimento no ano passado, segundo o presidente da Associação Brasileira de energia Solar (Absolar), Rodrigo Sauaia. “O segmento de geração distribuída apresentou um crescimento de 300% em 2016. Em relação à capacidade instalada, estamos prevendo um aumento de mais 150MW em operação no país em 2017”, afirmou o executivo.

Capacitação e desenvolvimento profissional também foram destaques na sessão de abertura do evento. Para o Secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte, Flávio Azevedo, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) são fundamentais para o crescimento do mercado energético, sobretudo no segmento solar. Ele citou o papel do CT-GAS ER e Senai-RN como pólos formadores de mão de obra especializada para o setor.

Azevedo afirmou que o estado vai assinar um protocolo de cooperação com uma grande empresa chinesa que irá fabricar painéis fotovoltaicos no Rio Grande do Norte.

Fonte: CERNE Press

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