Financiamento e linhas de crédito são destaques no 11º Fórum Nacional Eólico

A energia eólica é um setor econômico que movimenta grandes cifras em investimentos no Brasil. Perspectivas de mercado e condições de financiamentos para empreendedores foram os assuntos de último dia do 11º Fórum Nacional Eólico, realizado na Escola de Governo, em Natal. Representantes das principais instituições financeiras do país apresentaram um panorama acerca das alternativas de financiamento na indústria eólica.

O Gerente de Estudos Setoriais da Área de Energia do BNDES, Guilherme Arantes, falou sobre os impactos dos investimentos do banco na cadeia de fornecimento nacional. São mais de 53 novos investimentos em energia mapeados em todo o país, incluindo novas fábricas, sendo 21 deles no nordeste.

“Somente aqui (no Nordeste) investimos cerca de R$ 628 milhões na cadeia de fornecimento, incluindo fábricas de pás, torres e naceles. Isso representa mais de 3.200 empregos industriais diretos”, disse Arantes. Ano passado o BNDES anunciou uma linha de crédito de R$ 2 bilhões para apoiar energias renováveis. “A linha financia equipamentos como sistemas de geração de energia solar e energia eólica, além de aquecimento de água via placas solares”, concluiu.

No Rio Grande do Norte, o BNDES aprovou cerca R$ 619 milhões para 13 parques eólicos no estado nos municípios de Pedra Grande e São Bento do Norte, além do sistema de transmissão. Os parques terão capacidade de geração instalada de 312,9 MW, energia suficiente para abastecer cerca de 570 mil residências. Investimento gerará 710 empregos diretos durante as obras.

Já o financiamento para desenvolvimento de projetos eólicos são um dos focos do Banco do Nordeste. O gerente do BNB, Lívio Barreto da Silva, apresentou o FNE Infraestrutura, principal linha de crédito da instituição voltada para geração centralizada em projetos de grande porte na área de energia. “Quando o contrato é de produção concentrada, os projetos são de, no mínimo, R$ 150 milhões. Nesse caso, o Banco financia até 60% do valor total do projeto”, explicou.

Para Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão ligado ao Governo Federal, o programa Inova Energia é um dos braços oferecidos pela instituição que dispõe de uma linha de financiamento para projetos de inovação tecnológica no setor elétrico.

“As empresas selecionadas tem acesso a crédito em condições diferenciadas, subvenção econômica e financiamento não reembolsável a pesquisas realizadas em ICTs, dentre vários outros instrumentos”, explicou Paulo Resende, Gerente do Departamento Regional Nordeste da FINEP.

O público-alvo do programa são grandes e médios fabricantes de equipamentos. Mas as empresas de menor porte também podem participar, desde que estejam associadas a grupos maiores.

Fonte: CERNE Press

Patrimônio e arqueologia na pauta do 11° Fórum Nacional Eólico

Meio ambiente, preservação do patrimônio e arqueologia no âmbito da energia eólica estiveram entre os temas que pautaram as discussões no segundo dia da 11ª edição do Fórum Nacional Eólico – Carta dos Ventos. Órgãos ambientais, reguladores e empresas apresentaram suas experiências de atuação no processo de licenciamento ambiental e trouxeram reflexões referentes ao trabalho da arqueologia.

Lembrando a importância da proteção do patrimônio cultural, o Chefe Nacional de Licenciamento Ambiental do IPHAN, Carlucio Baima, esclareceu que o órgão não emite licenças e ressaltou sua principal missão: “O instituto simplesmente resguarda o patrimônio cultural, para que os empreendimentos eólicos não causem algum tipo de impacto a esses locais”.

Baima fez uma explanação sobre a missão institucional do Iphan para facilitar e explicou como funciona a avaliação de impacto sobre os bens culturais acautelados em âmbito federal nos processos de licenciamento ambiental federal, estadual e municipal, conforme a Instrução Normativa IPHAN n° 001/2015.

O licenciamento ambiental foi o ponto abordado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema). A diretor geral do instituto, Leonlene Aguiar, falou sobre o trabalho do órgão no âmbito das energias renováveis, e ressaltou que o IDEMA prioriza o diálogo com o empreendedor e a responsabilidade ambiental. “Não há desenvolvimento se não for feito de forma sustentável e com segurança jurídica”, afirmou.

Dentre os novos parques previstos estão alguns que foram licenciados pelo órgão em uma força-tarefa montada no 1º semestre deste ano. “Nós estamos trabalhando com um Idema ágil e uma política de incentivos inteligente”, destacou o diretor do Idema.

Já o diretor de arqueologia e patrimônio da empresa de consultoria ambiental CRN-Bio, Felipe Sales, falou sobre os desafios ao conciliar a mitigação de riscos e os estudos sócio-ambientais com as obras de parques eólicos.

Fonte: CERNE Press

CERNE e Incra-RN assinam acordo de cooperação

O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do Rio Grande do Norte assinaram acordo de cooperação, nesta quinta-feira (15), firmando oficialmente compromisso entre as duas instituições para continuidade de projeto pioneiro que pretende disponibilizar terras dos assentamentos da reforma agrária para geração de energia eólica. O acordo ocorreu durante o 11º Fórum Nacional Eólico, que acontece até esta sexta-feira (16) na Escola de Governo, em Natal.

O trabalho prevê o uso de áreas de assentamento no desenvolvimento de projetos eólicos em troca de obras de infraestrutura e possível retorno financeiro para os assentados no Rio Grande do Norte. O estado é pioneiro na implantação deste tipo de energia e líder nacional com 4GW de capacidade instalada.

O Incra tem 289 assentamentos no Rio Grande do Norte, ou 10% da área do Estado. Desse total, 112 teriam condições de ter as terras oferecidas à iniciativa privada, que concorreria com outros empreendimentos nos leilões de energia do governo. Como não possui experiência no setor eólico, a Superintendente Regional do Incra no RN, Leiliane Gurgel, e o Diretor-Presidente do CERNE, Darlan Santos fecharam oficialmente o acordo para dar continuidade aos estudos de viabilidade.

“A energia eólica é a única forma de produção de energia que não anula as demais atividades econômicas. É uma atividade complementar, não concorrente com outra”, afirmou do presidente do CERNE.

O assunto foi discutido em painel durante o evento e também contou com a presença do Presidente do Movimento de Libertação dos Sem Terra, Edmilson Lima.

Fonte: CERNE Press

Usinas offshore: regulamentação da atividade é debatida no Fórum Nacional Eólico

As perspectivas e desafios do cenário offshore para o mercado brasileiro foi um dos temas abordados durante o 11° Fórum Nacional Eólico nesta quinta-feira (15) em Natal. Especialistas destacaram que o Brasil possui grande potencial offshore, mas esbarra na questão da regulamentação da atividade.

O secretário geral do CERNE e advogado da área de energia, Diogo Pignataro, apresentou sob a ótica jurídica, a questão da regulamentação da atividade. Para ele, a PL 11.247/2018, que prevê a autorização para instalação de usinas offshore abaixo dos 5MW, apresenta alguns traços que merecem atenção. O projeto está em tramitação na Câmara dos Deputados.

Dentre eles, o critério de julgamento em caso de competição dos projetos, que estabelece maior valor ofertado a título de taxa de ocupação e uso do bem publico, dentre outros pontos que merecem observação e estão previstos no projeto de lei.

 

 

 

 

A assessora técnica da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica), Francine Pisni, destacou que ainda não se tem clareza sobre a regulamentação para implementação de empreendimentos offshore no país. “É necessário um estudo detalhado e discussões para aprimoramento regulatório quanto a essa questão”, pondera.

Apesar dos atuais custos elevados, os últimos resultados de leilões offshore na Europa atingiram valores de R$ 180,20 por MW/h. “O preço da offshore tem reduzido gradativamente nos últimos anos, se comparado a eólica onshore. As quedas giram em média de 20% a 30%, isso vem tornando o segmento offshore cada vez mais competitivo no mundo”.

Licenciamento

Em relação aos estudos quanto ao licenciamento ambiental, o Ibama já vem promovendo ações de discussão sobre o tema. O Chefe da Divisão de Energia Nuclear, Térmicas, Eólicas e Outras Fontes Alternativas do IBAMA, Eduardo Wagner, salientou que o órgão realizou em julho um workshop de avaliação sobre impactos ambientais da atividade offshore no Brasil.

“Agora começa uma fase em que vai ser entendido e decidido como será o processo para as usinas offshore. A partir dela vamos definir o escopo mais adequado dos termos de referência para que os estudos ambientais sejam os mais apropriados possíveis para a avaliação de impacto ambiental dos empreendimentos”, afirmou o representante do Ibama.

Projeto piloto

Um projeto experimental de usina offshore já está em andamento no país. O consultor em energia eólica da Petrobras, Daniel Faro, disse que ideia é instalar torres ao lado de plataformas em campos rasos no Nordeste. “O potencial eólico offshore do Rio Grande do Norte e Ceará é de cerca de 140 GW (gigawatts). Isso equivale a mais de dez vezes a capacidade instalada hoje no Brasil”, explicou. O projeto será instalado no município de Guamaré, no Rio Grande do Norte.

Fonte: CERNE Press

Abertura do 11° Fórum Nacional Eólico reúne lideranças políticas e empresariais

Natal está sendo o centro dos debates sobre o setor econômico que mais cresce no país: a energia eólica. A capital do Rio Grande do Norte sedia até sexta-feira, 16, o 11° Fórum Nacional Eólico – Carta dos Ventos. Com número recorde de inscritos, cerca de 1.500 participantes, o evento é considerado o maior encontro político-econômico do setor eólico nacional.

O primeiro dia marcou a chegada do evento com a solenidade de abertura que contou com a presença de altas hierarquias do governo, empresários do setor, integrantes da cadeia de fornecimento e especialistas do setor de energias renováveis.

O diretor-presidente do CERNE, Darlan Santos, abriu o encontro e destacou que o evento não acontece no Rio Grande do Norte por acaso. “Este é o maior estado produtor de energia eólica do país. Bateu a marca dos 4GW este ano e tem mais 1,4GW a serem instalados dentro dos próximos leilões. São novos projetos vencedores que trarão mais investimentos para o Rio Grande do Norte”, disse.

“Também temos um potencial grandioso para geração solar fotovoltaica, que deverá trilhar o mesmo caminho já consolidado atualmente pelas eólicas”, frisou o presidente do CERNE.

O Rio Grande do Norte é o estado que lidera a geração de energia eólica no Brasil, contando cerca de 30% do potencial instalado no país. O trabalho do Governo do RN para consolidar a posição no ranking e ampliar os investimentos foi o destaque do discurso da governadora Fátima Bezerra.

“A responsabilidade do Governo é manter o Rio Grande do Norte na frente. Por isso estamos imprimindo um trabalho sério e dedicado para emitir licenças ambientais mais rápidas, garantindo segurança jurídica sem descuidar da qualidade técnica”, destacou Fátima Bezerra.

O senador Jean Paul Prates (PT/RN) falou sobre o legado da chamada “indústria dos ventos”. Prates é um dos nomes mais conhecidos na defesa do setor de energias renováveis no Rio Grande do Norte. Durante a gestão da então governadora Wilma de Faria (2003-2010), o parlamentar atuou como secretário estadual de Energia e foram implantadas as primeiras ações de desenvolvimento para o setor energético potiguar.

O senador traçou um panorama da energia eólica no estado: “O primeiro leilão eólico aconteceu em 2009, com a chegada de 23 usinas. Isso abriu as portas para o setor que desde então despontou e revelou o pioneirismo do Rio Grande do Norte na geração deste tipo de energia renovável”, explicou.

Além do histórico das eólicas, o parlamentar também apresentou os novos cenários que despontam: o uso de terras de assentamento, e as eólicas offshore, onde os parques são instalados em alto mar ou na costa marítima.

O secretário Secretário Adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Helvio Neves, ressaltou em seu discurso que graças aos investimento em geração eólica, a receita municipal de alguns municipios foi multiplicada em quinze vezes.

“Isso mostra a importância de criarmos um ambiente de propício para atração de investimento nesse tipo de fonte, além de ampliarmos a diversificação da matriz energética do país”, disse o representante do Governo Federal.

Na esfera acadêmica, o Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), prof. Daniel Melo enfatizou a importância de se manter o olhar atento para os estudos no campo das energias. Ele afirmou que a universidade está honrando com o compromisso de produzir conhecimento como ferramenta para capacitação profissional e que promova avanços no setor de energia.

Mais de dois terços das operações do setor eólico nacional estão concentradas na região nordeste do Brasil. O consultor de energia da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Jurandir Picanço, trouxe a informação de que na última segunda-feira (12) foi registrado que 85% da energia consumida no nordeste veio das eólicas.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, também ressaltou a parceria do Governo com o meio acadêmico no desenvolvimento de novas estratégias para conquista de investimentos. “Estamos trabalhando na construção do novo atlas eólico e solar do Rio Grande do Norte, que vai abrir novas possibilidades de geração de energia e, consequentemente, facilitar os investimentos”, disse ele.

O atlas deverá contar com dados sobre o potencial eólico de geração de energia offshore, que é a instalação de aerogeradores no mar. A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a Petrobras jáconduzem um projeto-piloto para instalação do primeiro parque na costa de Guamaré dentro dos próximos anos. O potencial previsto de geração no trecho entre a Costa Branca potiguar e o Ceará é de 140 GW (gigawatts), que representa dez vezes mais do potencial instalado no país atualmente.

Fonte: CERNE Press

Fotos: Elisa Elsie/Governo RN

Fórum Nacional Eólico ultrapassa 1.200 inscrições

O maior evento político-econômico de setor eólico brasileiro ultrapassou a marca de 1.200 inscrições, superando as expectativas dos organizadores. O 11º Fórum Nacional Eólico acontece os dias 14, 15 e 16 de agosto na Escola do Governo do Rio Grande do Norte, em Natal.

Na edição deste ano serão abordados temas que tratam da perspectiva do mercado de energia para os próximos anos, incluindo regulação, projeção de investimentos, gestão socioambiental e financiamento, além de oferecer oportunidades de negócio e debater sobre eólica offshore (usinas eólicas instaladas no mar) e mercado livre.

O Rio Grande do Norte é o estado anfitrião do evento por ser considerado o pioneiro e, consequentemente, líder nacional em geração eólica. Em 2009, o Brasil fez o primeiro leilão de energia eólica. Naquela ocasião, o RN foi a unidade da federação que teve mais projetos contratados. Passados dez anos,  os investimentos no setor movimentaram aproximadamente R$15 bilhões.

Mais de dois terços das operações do setor eólico nacional estão concentradas na região nordeste do Brasil. Só no Rio Grande do Norte são 151 parques instalados e mais de 1,5 mil aerogeradores em operação.

O Fórum Nacional Eólico foi palco da assinatura da Carta dos Ventos, documento de compromisso  que iniciou a grande arrancada do setor eólico brasileiro. Participam do encontro autoridades do governo, líderes dos setores de geração e transmissão, integrantes da cadeia de fornecimento e especialistas do setor de energias renováveis.

O evento é uma realização do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) e a empresa VIEX Américas. A programação completa, lista de palestrantes e informações sobre a inscrição, gratuita, podem ser encontradas no site do evento, www.cartadosventos.com.br.

Serviço

  • Evento: Fórum Nacional Eólico
  • Data: 14 a 16 de agosto
  • Local: Escola de Governo do RN, em Natal-RN
  • Inscrições: cartadosventos.com.br

Texto: Daniel Turíbio | CERNE Press

CERNE e Governo do RN discutem energia eólica

O Diretor – Presidente do CERNE, Darlan Santos, e a Diretora de Relações Institucionais, Neli Terra, participaram na última sexta-feira, (9), de uma audiência com a governadora do Rio Grade do Norte, Fátima Bezerra e o presidente do grupo Serveng, Thadeu Luciano.

Atualmente, a Serveng é o quinto maior gerador eólico no Rio Grande do Norte e a única empresa de origem 100% nacional. O grupo detém três complexos em operação na região do Mato Grande, que atualmente representam cerca de R$ 1,5 bilhão em investimentos.

Com parques instalados nos municípios de Pedra Grande e São Miguel do Gostoso, um de seus principais projetos de ampliação é o Ventos Potiguares, um conjunto de dez parques eólicos com 106 aerogeradores e 170MW de potência, o complexo será um dos maiores do Brasil.

O diretor de negócios da empresa, Mario Silva, destacou que serão investidos mais R$1,7 bilhões no RN e presente entrar, a partir do ano que vem, no segmento da energia solar.

Na ocasião o diretor-presidente do CERNE, Darlan Santos, falou sobre as potencialidades do Rio Grande do Norte para os próximos anos e destacou que o avanço do estado no setor eólico proporcionou a realização de iniciativas como o Fórum Nacional Eólico, principal evento político-econômico do setor eólico e este ano vai celebrar sua 11ª edição. “O evento, que reúne anualmente mais de mil participantes, foi palco da assinatura da Carta dos Ventos, documento de compromisso que iniciou a arrancada do setor eólico brasileiro”, explicou.

Investimentos

A previsão é que 50 novos parques sejam instalados no estado até 2023, gerando investimentos de R$ 4 bilhões. Hoje o Rio Grande do Norte é o maior produtor de energia eólica do Brasil, com 151 parques e 1,5 mil aerogeradores em operação, com capacidade instalada de 4 gigawatts (três vez mais que a demanda do estado potiguar).

Texto e foto: CERNE Press | Daniel Turíbio

Setor eólico nacional é discutido em encontro político-econômico no Rio Grande do Norte

A 11ª edição do Fórum Nacional Eólico reúne líderes e especialistas para discutir o presente e o futuro do setor eólico.

Nos dias 14, 15 e 16 de agosto, Natal sediará a 11ª edição do Fórum Nacional Eólico, na Escola do Governo do Rio Grande do Norte. O evento, que reúne anualmente mais de mil participantes, foi palco da assinatura do documento de compromisso, a Carta dos Ventos, que iniciou a grande arrancada do setor eólico brasileiro, consolidando uma convergência de objetivos e definição de atribuições de cada agente.

Participam do Fórum Nacional Eólico altas hierarquias do governo, líderes dos setores de geração e transmissão, integrantes da cadeia de fornecimento e especialistas do setor de energias renováveis.

A edição 2019 tem o objetivo de tratar do mercado de energia, incluindo regulação, projeção de investimentos, gestão socioambiental e financiamento, além de oferecer oportunidades de negócio e debater sobre eólica offshore e mercado livre. Os três dias terão sessões com palestras realizadas por importantes nomes do governo, do setor de energia e da área socioambiental, como Jaime Callado, Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio Grande do Norte; Jean-Paul Prates, Senador da República (PT-RN); Jorge Antônio Bagdêve de Oliveira, Superintendente do Banco do Nordeste no Rio Grande do Norte; Amaury Rainho Neto, Diretor de Ativos da Voltalia; Leonlene de Sousa Aguiar, Diretor Geral do IDEMA e Fábio Origuela de Lira, Arqueólogo e Sócio Diretor da Meandros Ambiental.

Segundo o Diretor-Presidente do CERNE, Darlan Santos, o Fórum Nacional Eólico será um espaço para que empresários e gestores públicos possam “aprimorar o ambiente operacional e regulatório, além de buscar alternativas para atração de investimentos e novos negócios para o setor, tanto a nível nacional como regional”, disse.

Mais de dois terços das operações do setor eólico nacional estão concentradas na região nordeste do Brasil. O Rio Grande do Norte, Bahia, Ceará, Piauí e Pernambuco lideram o ranking de empreendimentos instalados e continuam atraindo novos investimentos graças à natureza pródiga, mas também em razão das ações dos governos federal, estaduais e municipais.

O Fórum Nacional Eólico é uma realização do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) e a empresa VIEX Américas. A programação completa, lista de palestrantes e informações sobre a inscrição, gratuita, podem ser encontradas no site do evento, www.cartadosventos.com.br.

Sobre o CERNE

O CERNE é o mais importante centro de pensamento estratégico empresarial do Nordeste brasileiro, com atuação multisetorial quanto à exploração sustentável do recursos naturais e energéticos desta região brasileira.

O CERNE trabalha integrando capacidades e recursos das empresas mantenedoras e de sua equipe própria para formular diretrizes, projetos e estratégias setoriais que contribuam para a gestão governamental local e para a criação de um ambiente favorável ao trabalho, ao investimento e à qualidade de vida na região Nordeste, em especial quanto ao desenvolvimento das fontes renováveis de energia (solar e eólica), uso sustentável dos recursos hídricos e minerais, consolidação do consumo responsável e da proteção socioambiental e desenvolvimento da inovação tecnológica e capacitação profissional locais.