Empresa alemã assina contratos para exploração da bacia potiguar

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou na última quarta-feira (7) no Rio de Janeiro a segunda etapa de assinatura de contratos relativos à 15ª Rodada de Licitações, ocorrida em março deste ano.

Ao todo, 12 contratos, de dez empresas, foram assinados: BP Energy do Brasil Ltda.; Chevron Brasil Óleo e Gás Ltda.; Equinor Brasil Energia Ltda.; Exxon Mobil Exploração Brasil Ltda.; Murphy Brasil Exploração e Produção de Petróleo e Gás Ltda.; Petrogal Brasil S.A.; Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A.; Repsol Exploração Brasil Ltda.; Shell Brasil Petróleo Ltda.; e Wintershall do Brasil Exploração e Produção Ltda. Na 15ª Rodada de Licitações, no modelo de concessão, foram arrematados 22 blocos por 12 licitantes.

Dos 12 contratos assinados, três são para exploração na bacia potiguar pela Wintershall.

A empresa de origem alemã pagou bônus de R$ 98.236.800,00 pelos três blocos de exploração.

Em entrevista exclusiva ao JORNAL DE FATO em abril passado, a Wintershall informou que estão sendo planejadas as primeiras atividades de exploração nos blocos a partir de 2019.

Na oportunidade, Thilo Wieland, responsável na presidência da Wintershall pela América do Sul, Rússia e Norte de África, declarou que a costa brasileira é conhecida como uma das mais promissoras regiões petrolíferas do mundo. “Em nossa estratégia de crescimento se inclui a presença ativa também em novas regiões e o Brasil oferece um grande potencial“, destacou.

A empresa acrescentou que os blocos arrematados na bacia potiguar apresentam grande potencial. “Nos últimos meses procedemos à avaliação de muitos dados e analisamos a geologia da região. Os blocos revelam um grande potencial. No Brasil, pretendemos elaborar um amplo e diversificado portfólio com atividades em várias bacias”, declarou Thilo Wieland.

A Wintershall Holding GmbH, com sede em Kassel, na Alemanha, é uma filial, a 100%, da firma matriz BASF, de Ludwigshafen, também na Alemanha, que desempenha a sua atividade, há 120 anos, na extração de matérias primas, dos quais, mais de 85 na busca e extração de petróleo e gás natural. Em nível mundial, a Wintershall emprega cerca de 2.000 trabalhadores, provenientes de 50 países, e é, atualmente, o maior produtor alemão ativo nas áreas do petróleo e gás natural.

Primeiros contratos foram assinados em setembro

Os primeiros contratos relativos à 15ª Rodada de Licitações foram assinados em setembro passado.

Na oportunidade, dez contratos, de cinco empresas, foram assinados: Equinor Brasil Energia Ltda.; Exxon Mobil Exploração Brasil Ltda.; Petróleo Brasileiro S.A; QPI Brasil Petróleo Ltda.; e Shell Brasil Petróleo Ltda. Essas empresas solicitaram antecipação da assinatura dos contratos, tendo optado por apresentar a documentação e pagar o bônus de assinatura antecipadamente.

Os contratos assinados anteriormente envolveram 4 blocos de exploração na bacia potiguar, adquiridos pela Shell Brasil e Petrobras.

A Petrobras adquiriu um bloco com 100% de participação bom bônus de R$ 5.134.684,33. O mesmo fez a Shell, que pagou R$ 1.963.358,55 por outro bloco. Juntas, Petrobras e Shell arremataram outros dois blocos, com bônus total de R$ 33.546.347,30.

Foram assinados todos os contratos dos sete blocos de exploração na bacia potiguar arrematados na 15ª Rodada de Licitações.

Fonte: Jornal DeFato | Magno Alves

Brazil Renewable Energy Meeting finaliza programação com visita a Solar Farm

A primeira edição do Brazil Renewable Energy Meeting, realizada em NY – BREM-NY, foi encerrada nesta quinta-feira (8) com uma visita ao Brookhaven National Laboratory e à Solar Farm, com 68 mil painéis fotovoltaicos. O laboratório de pesquisa e projetos em energia renovável do Departamento de Energia do Governo Americano é um dos mais modernos do país. Tem 2.550 funcionários e recebe milhares de visitantes, estudantes e especialistas todos os anos.

O laboratório desenvolve pesquisas do governo e também estudos encomendados e suportados por empresas privadas. Em 2017 recebeu US$5.82 milhões em fundos para pesquisa.

Os participantes do BREM-NY foram recebidos e puderam ouvir a palestra do diretor do departamento de relações públicas do laboratório, David Manning e do chefe do departamento de tecnologia em energia e sustentabilidade, Pat Looney.

Após as palestras, os participantes do BREM NY puderam conhecer de perto um dos setores da solar farm, onde estão localizados os inversores de energia.

O Presidente do CERNE, Jean-Paul Prates, enfatizou a experiência exitosa e afirmou que esta deve ser a primeira de várias missões internacionais que o CERNE deverá promover a partir de agora, com a finalidade de fomentar o setor por meio da facilitação para a aquisição de capital financeiro ou intelectual. “O CERNE reafirma seus eventos como ferramentas essenciais para o desenvolvimento do setor energético no Brasil, em especial no Nordeste brasileiro”, afirmou Prates.

Fonte: CERNE Press

Desenvolvedores brasileiros apresentam oportunidades no setor de energia para investidores em NY

O segundo dia do Brazil Renewable Energy Meeeting (BREM-NY), realizado em Nova Iorque (EUA), começou na manhã desta quarta-feira (07) com uma sessão de palestras e terminou com uma rodada de negócios entre investidores americanos e desenvolvedores brasileiros de projetos na área de energia.

A programação teve início com o pronunciamento do Cônsul Geral do Brasil em NY, Ênio Cordeiro, que abriu o evento explicando aos participantes o papel do Consulado em fomentar negócios entre Brasil e Estados Unidos. “Queremos apresentar as potencialidades do Brasil para os investidores americanos. Esse encontro é a oportunidade de aproximarmos esses dois importantes elementos”, disse Cordeiro.

Foto: CERNE Press

O Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Energética (EPE), Reive Barros, apresentou o plano energético brasileiro e também as políticas, processos licitatórios e demandas do setor no país. Já a representante da Apex – Brasil, Aline Oliveira, falou sobre a atração de investimentos estrangeiros diretos no setor de energias renováveis.

Em seguida, o Presidente do CERNE, Jean Paul Prates, apresentou um panorama do mercado brasileiro de energia eólica e solar no Brasil, enfatizando a missão do CERNE e ressaltando que, atualmente, o setor de energias renováveis no país pode oferecer ao mercado internacional as melhores condições e oportunidades para investimento.

Após esse momento, os desenvolvedores brasileiros apresentaram seus projetos inscritos aos investidores internacionais convidados, ressaltando as características de cada empreendimento. O momento foi a oportunidade onde os investidores puderam observar as qualidades de cada projeto apresentado, bem como selecionar quais eram as iniciativas mais atrativas para prospecção de investimentos. No período da tarde aconteceram as rodadas de negócios entre investidores e desenvolvedores, encerrando a programação do encontro.

Foto: CERNE Press

O Brazil Renewable Energy Meeeting Nova Iorque é formado por empresas de geração de energia, bancos de investimento, fundos e empresas de capital sediados em NY, interessados em aprender sobre o atual ambiente regulatório e de negócios para investimento e oportunidades concretas em projetos de energia renovável no Brasil.

O evento prossegue nesta quinta-feira (08) com uma visita ao Brookhaven Nacional Laboratory e a Solar Farm – Laboratório de pesquisa e Projetos em Energia Renovável do Departamento de Energia do Governo Americano. O BREM-NY é uma realização do CERNE e ZoomOut.

Fonte: CERNE Press

CERNE realiza encontro entre investidores e desenvolvedores em Nova Iorque

Foto: CERNE Press

A primeira edição do Brazil Renewable Energy Meeting (BREM-NY), realizada em Nova Iorque, começou na manhã da terça-feira (06) com um encontro entre os participantes brasileiros e alguns convidados: os representantes da Moody”s Investor Service,  Daniel Lima e Camila Yochikawa e a presidente da LAVCA (Associação de Participação Societária e Capital de Risco Latino Americano), Cate Ambrose.

Os especialistas americanos falaram aos participantes brasileiros sobre a estrutura de financiamento de projetos e os principais requisitos considerados pelos investidores nas análises de viabilidade e de retorno do investimento.

A reunião foi aberta pelo Cônsul do Brasil em NY, Roberto Ardenghy, que explicou a estrutura do Consulado aos presentes. Em seguida, a representante da empresa Zoom Out, parceira do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) na realização do BREM-NY, falou sobre a logística do evento e as expectativas para os próximos dois dias.

Ao tomar a palavra, o Presidente do Cerne, Jean-Paul Prates, saudou os presentes e falou da satisfação de poder reunir, em um mesmo encontro, desenvolvedores e investidores, e mostrar que o Brasil é um país propício e seguro aos investimentos estrangeiros. E que o setor das renováveis oferece algumas das melhores oportunidades de mercado.

Já o representante da Câmara de Comércio Brasil Estados Unidos, Ted Helms,  falou sobre a importância do networking em sintonia com a prospecção de novos negócios e sobre os eventos setoriais informativos promovidos pela instituição.

O Brazil Renewable Energy Meeting Nova Iorque prossegue nesta quarta-feira (07) com palestras, apresentação de projetos e rodadas de negócios entre os desenvolvedores de projetos de energia renovável e os investidores internacionais convidados. Na quinta-feira, último dia do evento, uma visita ao Brookhaven National Laboratory e à Solar Farm – Laboratório de pesquisa e projetos em energia renovável do Departamento de Energia do Governo Americano.

Fonte: CERNE Press

Brasil ultrapassa marca de 14 GW de geração eólica. RN é líder nacional

O Brasil ultrapassou nesta segunda-feira (05) a expressiva marca de 14 GW de capacidade instalada de energia eólica. Já são 14,34 GW de energia gerada pela força dos ventos em 568 usinas e mais de 7.000 aerogeradores em 12 estados. Para se ter uma ideia, esta é a mesma capacidade instalada de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do Brasil.No ranking por estado, o Rio grande do Norte é o líder em produção, com 3.95GW gerados em 146 usinas eólicas espalhadas pelo estado, sendo a maioria concentrada na região do Mato Grande.

Veja lista com os estados brasileiros que mais produzem, bem como o respectivo número de parques eólicos:

Em sete anos, a fonte eólica atingiu um crescimento consistente, passando de menos de 1 GW em 2011 para os 14 GW de agora, completamente conectados à rede de transmissão. Em média, a energia gerada por estas eólicas equivale atualmente ao consumo residencial médio de cerca de 26 milhões de habitações (80 milhões de pessoas).

A energia eólica já está chegando a atender quase 14% do Sistema Interligado Nacional (SIN), segundo dados do último Boletim Mensal do ONS, referente ao mês de setembro, mostra que, no dia 19 de setembro, a energia eólica chegou ao percentual de 13,98% de atendimento recorde do SIN.

Nordeste

Os recordes de atendimentos a carga na região Nordeste já ultrapassam 70%. O dado mais recente de recorde da região é do dia 13 de setembro, uma quinta-feira, quando 74,12% da demanda foi atendida pela energia eólica, com geração média diária de 7.839,65 MWmed e fator de capacidade de 76,58%. Nesta data, o Nordeste foi exportador de energia durante todo dia, uma realidade totalmente oposta ao histórico do submercado que é por natureza importador de energia.

Até 2024, serão instalados mais 4,46 GW em 186 novos parques eólicos, levando o setor à marca de 18,80 GW, considerando apenas leilões já realizados e contratos firmados no mercado livre. Com novos leilões, estes montantes se elevarão.

“Há uma competição, um exercício de comparação saudável entre os estados brasileiros nesse quesito. O que interessa, porém, é que o setor cresça como um todo. O momento atual é de consolidação do setor da energia eólica brasileira. O RN é pioneiro . Por termos sido líderes desde os primeiros leilões, lá em 2008, as dificuldades são sempre vistas aqui inicialmente”, aponta Jean Paul Prates, Presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE).

Para produzir energia eólica, são necessários bons ventos: estáveis, com a intensidade certa e sem mudanças bruscas de velocidade ou de direção. O Brasil tem a sorte de ter uma quantidade enorme deste tipo de vento, o que explica em grande medida o sucesso da eólica no país nos últimos anos. Para comparação, podemos citar que a média mundial do fator de capacidade (medida de produtividade do setor) está em torno de 25%. No Brasil, nos últimos doze meses (de set/17 a ago/18), o fator de capacidade médio foi de 42,5%, atingindo picos de superiores a 60% em um mês e tendo passado dos 80% no caso dos recordes registrados pelo ONS no Nordeste em um dia.

Fonte: CERNE Press com informações da ONS e Abeeólica

 

Energia solar fotovoltaica é regulamentada no RN

Foram estabelecidas diretrizes sobre licenciamento do setor

A energia solar fotovoltaica foi regulamentada no Rio Grande do Norte. A Instrução Normativa 001 de 01 de novembro de 2018 foi assinada pelo diretor geral do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), Rondinelle Oliveira, e publicada no Diário Oficial do RN na última sexta-feira (02). Com isso, a atividade tem regulamentação própria, estabelecendo procedimentos específicos do setor que vem crescendo nos últimos anos. A Instrução Normativa fornece detalhes para instrumentalizar o processo de licenciamento e disciplinar como isso deve acontecer.

“A atividade fotovoltaica é viável ambiental e economicamente, porém carecia de um marco regulatório, além de se constituir em uma oportunidade para quem quer empreender em solos potiguares. Criar a Instrução Normativa específica para este setor é um avanço para nós, trazendo clareza no processo de licenciamento, incentivo às cadeias produtivas dessa área, além da necessária segurança jurídica”, afirmou Rondinelle Oliveira.

A Instrução Normativa detalha o procedimento até então inexistente no Rio Grande do Norte, oferecendo diretrizes sobre o licenciamento deste setor. Dentre as especificações, os tipos de estudos necessários, em quais situações eles serão solicitados, se o projeto do empreendimento encontra-se em área de Unidade de Conservação ou até mesmo se determinada área necessita de estudos mais complexos.

“Temos um potencial extraordinário em relação a outros estados que é a presença do sol quase o ano inteiro, e esse é um fator bastante favorável para nós. Agora o empreendedor que queira investir nessa atividade terá um melhor direcionamento”, afirmou a coordenadora do setor de Energias do Idema, Andréa Mércia Barreto.

Fonte: Portal No Ar

Indústria 4.0 é tema de debate pelo CERNE

Especialistas e empresários abordam tendência nas cadeias produtivas de energia e como ferramenta de competitividade empresarial. Evento será realizado nesta quinta-feira (08) na UFRN.

A indústria 4.0, ou Quarta Revolução Industrial, como é conhecida a interação dos mundos virtual e físico por meio da tecnologia, está alterando de maneira significativa as formas de produzir, consumir e de fazer novos negócios. Profissionais fazendo trabalhos manuais, encaixotando ou montando produtos ou coletando dados manualmente serão cada vez mais raros. Em seu lugar, estarão robôs, sensores e tecnologias baseadas em inteligência artificial.

Especialistas e executivos preveem o surgimento de novos empregos no lugar dos que serão perdidos, muitos deles  relacionados à tecnologia e com novas exigências de qualificação profissional.

No Brasil, grande parte das empresas ainda está em transição entre os sistemas de produção. “Um número relevante de empresas está entre a 2ª e 3ª fases do desenvolvimento industrial. Isto é, grande parte delas ainda é mecanizada ou automatizada”, explica Olavo Oliveira, Diretor Setorial de Tecnologia, Pesquisa e Inovação do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE).

Por outro lado,em países como a Alemanha, o cenário é diferente uma vez que até micro e pequenas empresas já são automatizadas. “Isso é viável no país devido ao fato de a automatização ser mais acessível e o custo da mão-de-obra muito mais elevado que no Brasil”, diz Oliveira. Ele coordena o Ciclo de Debates do Conselho Técnico-Científico do CERNE , que será realizado no dia 08 de novembro, as 18 horas, no auditório F da Escola de Ciência e Tecnologia da UFRN. O evento terá como destaque a “Indústria 4.0 nas cadeias produtivas de energia e como ferramenta de competitividade empresarial”.

Segundo  a  pesquisa “Investimentos  na  Indústria  do  RN  2017”, elaborado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte e a Confederação Nacional da Indústria (FIERN/CNI), 73%  das empresas  industriais  potiguares  planejam  novos investimentos  em  2018 e, destas,  45%  afirmaram intenção de investir em tecnologias digitais.

A novidade desta edição do evento é a presença do professor Eurico Seabra, da Universidade do Minho (Portugal), que apresentará um panorama da Indústria 4.0 na competitividade dos países onde essa tendêcia vem se tornando cada vez mais forte. Já o Diretor de Inovação da FIERN, Djalma Barbosa, mostrará o cenário dessa indústria no Rio Grande do Norte. Demais especialistas apresentarão a aplicação desse novo modelo de produção em outros segmentos da cadeia produtiva, como varejo de moda e setor energético.

O Ciclo de Debates do CERNE tem o apoio da Federação das Indústrias do RN (FIERN), UFRN, IFRN, Sindicato das Empresas do Setor Energético do Rio grande do Norte (SEERN), Conselho Regional de Economia (CORECON/RN) e SEBRAE. A programação completa está disponível no site do CERNE pelo endereço www.cerne.org.br e as inscrições podem ser feitas aqui. Outras informações pelo telefone (84) 2010-0340.

PROGRAMAÇÃO
Mesa de abertura (sujeita a alterações)•             Governadora eleita do RN senadora Fátima Bezerra ou representante
•             Presidente da FIERN Sr. Amaro Sales ou representante
•             Diretor superintendente do SEBRAE José Ferreira de Melo Neto ou representante
•             Reitora da UFRN profa. Dra. Ângela Paiva Cruz
•             Diretor da ECT-UFRN prof. Dr. Douglas do Nascimento
•             Diretor do CERNE e Coordenador do CTC-CERNE Eng. Olavo Bueno Oliveira

Palestras

Palestra 1: DESAFIOS DA INDÚSTRIA 4.0 NA COMPETITIVIDADE DOS PAÍSES
Prof. Dr. Eurico Seabra – Diretor Mestrado Int. Eng. Mecânica – Univ. do Minho – Portugal

Palestra 2 (vídeo conferência): EDUCAÇÃO 4.0 CORPORATIVA PARA A INDÚSTRIA 4.0
Prof. Dr. Cassiano Carvalho Neto – Presidente do IGGE

Palestra 3: INDÚSTRIA 4.0 – DO QUE ESTAMOS FALANDO E POSSÍVEIS IMPLICAÇÕES
Profa. Dra. Maria Lussieu da Silva – Vice-Diretora CCSA-UFRN

INTERVALO – COFFEE BREAK

Palestra 4: AS PERSPECTIVAS DA INDÚSTRIA 4.0 NA TEMÁTICA DA MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL – GESTÃO DE ATIVOS
Prof. Dr. Marco Antonio Leandro Cabral – Prof. Adjunto UFRN

Palestra 5: A INDÚSTRIA 4.0 NA INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO E NA CADEIA DO VAREJO DA MODA
Jairo Amorim – Diretor Industrial / Guararapes

Palestra 6: O CENÁRIO DA INDÚSTRIA 4.0 NO RN
Djalma Barbosa da Cunha Jr. – Diretor de Inovação FIERN

DEBATE COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS (PÚBLICO PRESENTE E VIA WEB)

MEDIADOR do evento: Prof. Dr. Efrain Matamoros – ECT/UFRN

 

Presidente do CERNE assumirá vaga no Senado Federal

Jean-Paul Prates será o primeiro parlamentar oriundo do setor energético a ocupar uma cadeira na casa legislativa. 

Com a vitória da Senadora Fátima Bezerra (PT) para o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, o Presidente do CERNE, Jean-Paul Prates, deve assumir a vaga a ser deixada por ela no Senado Federal, a partir de 1º de janeiro de 2019.

Prates é o primeiro suplente de Fátima Bezerra e já elencou como prioridades para o mandato as pautas que envolvem o desenvolvimento econômico, responsável e sustentável do RN, incluindo as energias renováveis e os recursos naturais, bem como a continuidade das pautas já desenvolvidas por Fátima Bezerra.

A futura posse de Jean-Paul Prates como Senador está sendo vista como uma conquista imensa para as renováveis, pois será o primeiro parlamentar oriundo do setor energético a ocupar uma cadeira na casa legislativa e a defender essa bandeira.

O empresário explicou que pretende liderar iniciativas que resultem em novos investimentos diretos para o RN, em especial nas áreas de infraestrutura, logística, energia e recursos naturais (água, minérios, petróleo, sal, agronegócios, entre outros), conforme as vocações regionais do Estado e em alinhamento com o Poder Executivo.

Prates falou também sobre as outras frentes em que vai buscar inserção durante os próximos quatro anos : ”tenho grande interesse em participar ativamente de discussões nacionais que resultem na democratização do sistema financeiro (inclusive reforma bancária), para que tenhamos um ambiente bem mais confortável e seguro para o empreendedorismo regional, bem como o resgate da eficiência do Estado brasileiro nos serviços públicos e na regulação setorial”, explicou.

Fonte: CERNE Press